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Abandonados, mas cheios de histórias

Nesta sequência de imagens dou a conhecer 5 edifícios, de diferentes épocas, que já foram importantes na vida dos vianenses mas estão, presentemente, votados ao abandono e à degradação. Locais abandonados, sem uso, mas que têm a sua história para contar e fizeram parte da história de muita gente.

CONVENTO DE S. FRANCISCO 
Convento do século XIV, isolado no meio da encosta do Monte de Santa Luzia, no Lugar de Abelheira, Viana do Castelo, há anos que está votado ao abandono. 
Com a extinção das Ordens Religiosas em 1834, foi comprado pelo visconde de Carreira. A partir da década de 60 do século passado, o espaço entrou em progressivo estado de degradação e, em 1987, o último proprietário, Rui Feijó, doou-o à Santa Casa da Misericórdia de Viana do Castelo, que o vendeu em 2001, ao Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC), o seu atual proprietário.


COMPLEXO TURÍSTICO DO LUZIAMAR 
O complexo Turístico do Luziamar abriu ao público no ano de 1974. Foi durante muitos anos um espaço de referência na Região Norte e Galiza.
Este equipamento oferecia serviço de restaurante, bar, piscina, campos de ténis… mas a sua discoteca era o espaço de animação mais afamado e procurado.
Na década de 90 do século XX, a discoteca fechou portas e a partir daí todo o empreendimento caiu no abandono. As instalações foram progressivamente vandalizadas apresentando hoje um estado de completa degradação.


MATADOURO MUNICIPAL
Situado na entrada norte da cidade, junto à Estrada Nacional 13 o edifício, que se encontra num estado avançado de degradação, foi inaugurado em 1926.
Desativado há cerca duas décadas, já em 2004 a autarquia teve intenções de recuperar e transformar o edifício do antigo Matadouro em Arquivo Municipal.


SECA DO BACALHAU 
Pertencente à Empresa de Pesca de Viana, a antiga e bem conhecida Seca do Bacalhau de Darque – Viana do Castelo, que se destinava a receber o fiel amigo proveniente das capturas dos navios vindos dos mares da Terra Nova e Gronelândia, foi construída no ano de 1914.
O bacalhau da seca de Viana tinha fama em todo o país, graças, entre outras coisas, à sua secagem natural (em estendais de arame onde se dispunham as folhas de bacalhau a secar ao sol).
Está desativada há décadas.


PRAÇA DE TOUROS 
Situada no Parque da Cidade, a antiga praça de touros, inaugurada em 1948, foi adquirida pela Câmara de Viana do Castelo em 2008. Desde então, está abandonada e a degradar-se. 
Já foi pensado transformá-la em Museu de Ciência Viva e em Centro de Mar. Presentemente, está sem destino.

MENSAGENS MAIS VISUALIZADAS NOS ÚLTIMOS 7 DIAS

Campo de girassóis chama a atenção em Carreço (Viana)

Um extenso campo de girassóis pinta de amarelo a paisagem na Veiga de Carreço (Viana do Castelo), junto à estrada Nacional 13. Para quem passa por ali é difícil ficar indiferente à imensidão de flores que encanta qualquer um. A beleza é tanta que não falta quem pare por alguns minutos para observar os girassóis e aproveite a paisagem como cenário para tirar algumas fotografias.

Concentração Motard Viana 2026

Concentração onde são esperados entre 5 a 7 de junho, cerca de 2.500 motards, junto ao monumento a Viana do Castelo, no espaço entre o Castelo de Santiago da Barra e os Estaleiros Navais. Três dias com muita animação, muita música, espetáculos, convívio e espírito motard, com entrada livre. 📸 6 junho 2026 | @olharvianadocastelo

O Mercado dos Descobrimentos vai passar por aqui

Mais um cantinho do centro histórico a preparar-se para receber o Mercado dos Descobrimentos (18 a 21 de junho). Porta Mexia Galvão, um local emblemático e cultural que acolhe ao longo de cada ano diversos eventos na cidade de Viana do Castelo. 📸 junho 2026 | @olharvianadocastelo

O Castelo que deu o nome à cidade

Foi a 20 de Janeiro de 1848 que a Vila de Viana do Minho foi elevada a cidade com a denominação de Viana do Castelo. Esta distinção foi concedida pela Rainha D. Maria II. Reza a história que este gesto da Rainha se deveu ao reconhecimento da heróica resistência e lealdade do comandante do Castelo de Santiago da Barra, aquando da guerra civil da Patuleia. (Extrato da carta datada de 20 de Janeiro de 1848, que a Rainha D. Maria II enviou à Câmara de Viana)  “...Hei por bem e me praz, que a Vila de Viana do Minho fique erecta em cidade com a denominação de Cidade de Viana do Castelo, e que nesta qualidade goze de todas as prerrogativas que direitamente lhe pertencem...”

Ruas de Viana coloridas no Dia do Corpo de Deus

A tradição ainda é o que era e tapetes de flores (e não só) voltam a colorir ruas de Viana do Castelo neste Dia do Corpo de Deus. 📸 4 junho 2026 | @olharvianadocastelo