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Viana do Castelo - Rio Lima/Marginal do Rio Lima

Conta a lenda que os Romanos, encantados com a beleza do Rio Lima, pensavam tratar-se do rio "Lethes", aquele rio que, segundo a mitologia romana, tinha o poder de provocar em todos os que o transpusessem o esquecimento do passado e da própria Pátria. Por isso, quando aqui chegaram as tropas romanas comandadas por Décimo Juno Bruto, sentiram algum receio em atravessar o rio para a margem oposta. Encontravam-se no Lugar da Passagem e fácil pareceu a Décimo Juno Bruto a travessia.
Ao dar ordem aos seus soldados para avançarem, notou neles uma forte resistência, porque pensavam que as águas do Rio Lima possuíam poderes que lhes provocava o esquecimento. Contudo, o comandante não perdeu a serenidade e atravessou ele o rio para a outra margem, chamando depois os soldados pelos seus nomes, convencendo-os de que, afinal, não era verdade o que a lenda contava.
Ao longo dos tempos, os encantos do Rio Lima, foram a fonte de inspiração de muitos poetas que, tal como Décimo Juno Bruto, também se deixaram encantar pelas belezas das suas margens.






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O Campo d’Agonia já foi assim

Estes tempos já lá vão. Mas ficaram estas fotografias para nos recordar como era o emblemático Campo d’Agonia, em Viana do Castelo, há alguns anos. Consegue encontrar as diferenças?  📸 março 2005 | @olharvianadocastelo

Dias de Todos os Santos e de Finados, os dias em que os cemitérios se enchem de pessoas para homenagear os mortos

Repetindo um ritual, a 1 de novembro, é celebrado todos os anos pela Igreja Católica o Dia de Todos os Santos com o intuito de evocar a memória de todos os santos e mártires. No entanto, é neste dia que por ser feriado, véspera do dia de Finados, muitos antecipam a ida ao cemitério para prestarem homenagem a familiares e amigos já falecidos. É a oportunidade para que centenas de pessoas cumpram a tradição de limpar as campas, encher as jarras de flores, acender uma vela e rezar junto dos túmulos dos seus entes queridos. (clique na imagem para ver em modo de ecrã inteiro) Cemitério de Viana do Castelo (2018.10.31) Cemitério de Viana do Castelo (2018.10.31) Cemitério de Viana do Castelo (2018.10.31) Cemitério de Viana do Castelo (2018.10.31) Cemitério de Viana do Castelo (2018.10.31)

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BALANÇUELA SEGUNDO em doca seca à espera de ser reabilitado

O velhinho rebocador “BALANÇUELA SEGUNDO” já se encontra na Doca Seca Eng° Duarte Pacheco, dos estaleiros da MetaloRep - Construção e Reparação Naval, em Viana do Castelo, onde vai receber intervenções de reabilitação.  Este centenário rebocador, doado pela empresa TINITA – Transportes e Reboques Marítimos, S.A., ao Município de Viana do Castelo, vai ser reabilitado, para ficar em condições de ser exposto no espaço público, à disposição dos vianenses e visitantes, numa perspetiva de visitação ou simplesmente contemplação. O rebocador Balançuela Segundo foi construído num estaleiro da Alemanha em 1908. Em 1969 foi adquirido pela empresa TINITA, para prestar serviço no porto de Lisboa, sendo mais tarde transferido para o porto de Viana do Castelo, onde rebocou centenas de navios durante décadas, e acabou a sua vida útil. 📸 outubro 2026 | @olharvianadocastelo