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Viana do Castelo - Exposição das Maias

As varandas dos edifícios da Praça da República, em Viana do Castelo, apareceram, como é tradição no dia 1 de Maio, todas enfeitadas de lindas coroas de flores (Maias).
De seguida apresento um texto retirado do site da RTAM, que explica o porquê desta tradição das "Maias".
A Maia, chamada, também, "Rainha do Maio", ou "Rosa do Maio", era uma boneca de palha de centeio, em torno da qual havia descantes toda a noite (1.º de Maio); outras vezes, uma menina coroada com flores, que se enfeitava com o vestido branco, jóias, etc., sendo colocada num trono florido, e venerada todo o dia com danças e cantares. 
Esta festa, sem dúvida com reminiscências pagãs (celtas-romanas), foi proibida várias vezes (caso de Lisboa onde em 1402, por carta régia de 14 de Agosto se determinava aos juízes e à câmara que impusessem as maiores penalidades a quem cantasse Mayas ou Janeiras, e outras coisas contra a lei de Deus). 
No Alto Minho, esta velha tradição mantém-se. Na manhã do 1.º de Maio, as casas das nossas aldeias aparecem todas enfeitadas com raminhos de giesta, relembrando os costumes de coroação (Maio ou Maia). 
Com o cristianismo deu-se a este velho ritual pagão (rito da fertilidade para uns, novo ciclo da natureza, o triunfo da primavera, o reverdescer das plantas, o começo de um ano agrícola; rito da fecundidade, prognosticando boas colheitas), um carácter religioso (sua ligação á festa de Santa Cruz – Festa das Cruzes – Barcelos ou, mesmo, ao Corpo de Deus). 
A lenda que se conta, e a mais habitual do Alto Minho, é a seguinte:
Herodes soube que a Sagrada Família na fuga para o Egipto pernoitaria numa certa aldeia. E estava já disposto a mandar matar todas as crianças do sexo masculino. Perante tal morticínio, um outro Judas, informa-o de que tal não valeria a pena. Também, não lhe dizia onde estava o Menino Jesus, mas colocaria um ramo de giesta florida na casa onde ele pernoitasse. Assim, bastaria à soldadesca procurar a tal casa e, pronto!...
Porém, qual não foi o espanto dos legionários quando, na manhã seguinte, todas as casas da aldeia apareceram com o tal raminho de giesta florida!... Verdade ou ficção, a lenda ainda perdura, mas já com variantes!







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Campo de girassóis chama a atenção em Carreço (Viana)

Um extenso campo de girassóis pinta de amarelo a paisagem na Veiga de Carreço (Viana do Castelo), junto à estrada Nacional 13. Para quem passa por ali é difícil ficar indiferente à imensidão de flores que encanta qualquer um. A beleza é tanta que não falta quem pare por alguns minutos para observar os girassóis e aproveite a paisagem como cenário para tirar algumas fotografias.

Começa hoje o Mercado dos Descobrimentos

A descoberta do Oriente é o tema da edição de 2026 do Mercado dos Descobrimentos, que regressa a Viana do Castelo, de 18 a 21 de junho, para transformar o centro histórico numa grande viagem ao ano de 1518. Com mais de 100 momentos de animação, 150 mercadores, recriações históricas, atividades pedagógicas e experiências para toda a família, o evento promete voltar a afirmar-se como um dos maiores mercados históricos do país. Ao longo de quatro dias, as ruas da cidade serão ocupadas pelo ambiente quinhentista, recriando a chegada de El-Rei D. Manuel I e da Rainha D. Leonor de Áustria a Viana da Foz do Lima para celebrar os 260 anos da atribuição do Foral e assinalar a importância das rotas marítimas portuguesas para o Oriente. Mais de 150 mercadores trarão artesanato, gastronomia, especiarias e produtos inspirados nos territórios que marcaram a expansão marítima portuguesa. A animação será permanente, com espetáculos de música, dança, teatro, humor e recriações históricas de meia em mei...

A cidade alegra-se com o regresso do Mercado dos Descobrimentos ao centro histórico

A abertura do Mercado dos Descobrimentos tem lugar hoje, 18 de junho às 20h00. Consulte o programa completo AQUI . 📸 18 junho 2026 | @olharvianadocastelo

Viana: Feira Medieval, anima a cidade de 18 a 21 de junho

Assinalando no dia de abertura da Feira Medieval de Viana do Castelo, a 18 de Junho, 757 anos que o Rei D. Afonso III atribuiu Foral (18 de Junho de 1258), criando a vila e instituindo o município de Viana, a cidade vai fazer mais uma viagem no tempo, agora às origens medievais das suas terras. Durante o evento, toda a cidade se envolve no espírito de dar nova vida à História. São quatro dias cheios de magia, animação e surpresa, num centro histórico onde impera a cor, cheiros e sabores de outrora, que convidam habitantes e forasteiros a uma experiência do que era viver na Idade Média. Estarão presentes artesãos, mercadores, regatões e artífices, vindos dos mais diversos lugares, que irão transformar o centro histórico da cidade de Viana do Castelo, num espaço privilegiado de encontro, negócio, lazer e de comes e bebes. 

Centro Histórico de Viana do Castelo

O Dia Nacional dos Centros Históricos (DNCH) assinala-se, oficialmente, hoje 28 de março.  A Praça da República é o coração do Centro Histórico da cidade de Viana do Castelo. Rodeada pelos Antigos Paços do Concelho, o Chafariz, a Misericórdia e edifícios antigos, ela guarda parte importante do património e da história do nosso centro histórico. A partir da Praça da República, aventure-se pelas ruas, quelhas e vielas do peculiar centro histórico onde em cada canto pode encontrar aspetos interessantes da história de Viana do Castelo. Desfrute da beleza da Sé Catedral, edifício do Hospital Velho, Casa dos Nichos, Antigo Convento de Sant’Ana (Igreja da Caridade), Casa dos Condes de Carreira, Casa dos Costa Barros, Estátua de Viana, Igreja das Almas, Capela das Malheiras, Casa da Vedoria, Casa Barbosa Maciel, Casa dos Lunas…