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Energia do vento é maior empregador do distrito

Notícia publicada no Jornal Diário de Notícias, de 2009-09-22.

O consórcio das eólicas liderado pela multinacional alemã Enercon prepara-se para suplantar os Estaleiros Navais de Viana do Castelo e o Centro Hospitalar do Alto Minho no título de maior empregador do distrito e para isso muito vai contribuir a sexta unidade do grupo, que até final do ano vai começar a nascer em Lanheses.

Trata-se de mais 500 postos de trabalho para a fábrica de pás de rotor, a sexta unidade a instalar pela multinacional em Viana do Castelo no âmbito do cluster apelidado de "AutoEuropa do Vento". Actualmente estão em funcionamento no concelho cinco unidades da Enercon, distribuídas pelo Parque Empresarial da Praia Norte e Parque Empresarial de Lanheses. São já cerca de mil postos de trabalho distribuídos pelas fábricas de pás de rotor, que já produz dez unidades por semana, e as de torres de betão, com 83 metros de altura, para instalação dos aerogeradores. Há ainda a somar as fábricas de Mecatrónica e de Geradores, para além de uma unidade de formação e gestão dos parques eólicos do grupo, cujo "nível salarial médio" varia entre 500 e 900 euros.

A instalação da Enercon em Viana do Castelo é vista como um dos marcos mais importantes na história do concelho, que, baseando-se na tecnologia alemã, passou a desenvolver e produzir no Minho o aerogerador mais moderno do mundo. A instalação deste cluster, ao abrigo da vitória do consórcio Eólicas de Portugal na concessão de 1000 MW de potência eólica a distribuir pelo Pais, resultou de contrapartidas instituídas pelo Ministério da Economia e representa um investimento global de 200 milhões de euros. Entre fábricas directa e indirectamente ligadas ao cluster estima-se em cerca de 2500 os postos de trabalho que serão criados em Viana no ramo das eólicas.

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O Castelo que deu o nome à cidade

Foi a 20 de Janeiro de 1848 que a Vila de Viana do Minho foi elevada a cidade com a denominação de Viana do Castelo. Esta distinção foi concedida pela Rainha D. Maria II. Reza a história que este gesto da Rainha se deveu ao reconhecimento da heróica resistência e lealdade do comandante do Castelo de Santiago da Barra, aquando da guerra civil da Patuleia. (Extrato da carta datada de 20 de Janeiro de 1848, que a Rainha D. Maria II enviou à Câmara de Viana)  “...Hei por bem e me praz, que a Vila de Viana do Minho fique erecta em cidade com a denominação de Cidade de Viana do Castelo, e que nesta qualidade goze de todas as prerrogativas que direitamente lhe pertencem...”