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Apresentado plano estratégico do porto de Viana do Castelo

O ministro das Obras Públicas, António Mendonça, e o secretário de Estado dos Transportes, Correia da Fonseca, presidem, hoje, sexta-feira, em Viana do Castelo, à apresentação do plano estratégico do porto da cidade

O documento contempla os objectivos definidos pela administração portuária para a infra-estrutura até 2016.

Encomendado a um consultor externo, no caso, ao espanhol José Luís Estrada (que desempenhou já as funções de director-geral de portos do país vizinho), o documento consagra a promoção comercial do porto vianense, aliada a uma campanha plurianual de dragagens, requalificação do porto de pesca, concessão das marinas e criação do acesso rodoviário como os objectivos prioritários para os próximos três anos.

A administração do porto da cidade (APVC), que tomou posse há precisamente um ano - em cerimónia presidida pela então secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino -, definiu, também, as linhas estratégicas a seguir com vista à evolução portuária, sendo a este propósito de destacar a auto-suficiência económica daquela infra-estrutura.

Aumento do investimento (com disponibilidade de ajudas nacionais e comunitárias) e do tráfego portuário, eficiência na manipulação de cargas e competitividade nos preços praticados são outras das metas onde a APVC pretende assentar a sua política de desenvolvimento.

Concessões

Segundo fonte do ministério tutelado por António Mendonça, pretende o porto vianense evoluir através da concessão de serviços portuários a empresas privadas. Nesse sentido, a administração do porto aguarda pelo relatório final do júri relativamente às propostas formuladas por duas empresas (uma espanhola e outra portuguesa), que se candidataram à gestão das marinas da cidade e criação da Marina Atlântica.

No que concerne aos acessos, foi já lançado o processo com vista à aquisição das parcelas necessárias à construção da via rodoviária que ligará o porto vianense à rotunda da Zona Industrial de Neiva, junto ao nó da A28. Em número de cerca de duas centenas, os imóveis terão um custo de aquisição de 2,5 milhões de euros.

Fonte: Jornal de Notícias

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