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Câmara de Viana adere à RETE – Associação para a Colaboração entre Portos e Cidade

A Câmara Municipal de Viana do Castelo acaba de aprovar a adesão, como sócio colaborador, à RETE – Associação para a Colaboração entre Portos e Cidade, uma entidade com sede em Itália que tem como missão construir uma rede internacional de cidades portuárias e de portos. Para o Presidente da Câmara, José Maria Costa, trata-se de potenciar a frente de mar e o porto de mar de Viana do Castelo, através do conhecimento e relações com outras cidades portuárias.
A RETE tem por objecto desenvolver e melhorar a relação recíproca e a colaboração mútua, para alcançar um desenvolvimento equilibrado e qualificado dos âmbitos urbano e portuário. Os seus objectivos passam pela promoção e execução de programas, projectos, actividades e iniciativas de formação, investigação, estudo e difusão que contribuam ou favoreçam a cooperação entre as administrações portuárias e as administrações locais; a melhor integração dos portos no seu contexto territorial; e a prosperidade e melhoria da qualidade de vida das cidades.
Para tal, a RETE desenvolve iniciativas destinadas a melhorar a relação porto-cidade; organiza congressos, cursos, seminários e jornadas; publica revistas periódicas; promove a publicação de contributos de carácter científico; e mantém activa uma página na Web.
Da RETE fazem parte grandes portos, autoridades portuárias e cidades europeias. De realce são, por exemplo, as principais cidades espanholas, a administração portuária de Lisboa, Douro e Lexões, mas também as cidades de Veneza, Sevilha.
Iniciativa do Centro Internazionale Città d’Acqua, de Veneza, a RETE foi constituída em 2001 a partir de um protocolo de acordo entre a Administração do Porto de Lisboa, a Área Metropolitana de Lisboa, os Puertos del Estado, a Stazioni Marittime Spa, de Génova, e as Autoridades Portuárias de Barcelona, Génova e Baleares, cujo principal objectivo consistia em fomentar a cooperação entre portos e cidades da Europa Mediterrânica e da América Latina na área da reorganização das zonas ribeirinhas urbano-portuárias e da relação cidade-porto.

Fonte: Câmara Municipal de Viana do Castelo

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Dias de Todos os Santos e de Finados, os dias em que os cemitérios se enchem de pessoas para homenagear os mortos

Repetindo um ritual, a 1 de novembro, é celebrado todos os anos pela Igreja Católica o Dia de Todos os Santos com o intuito de evocar a memória de todos os santos e mártires. No entanto, é neste dia que por ser feriado, véspera do dia de Finados, muitos antecipam a ida ao cemitério para prestarem homenagem a familiares e amigos já falecidos. É a oportunidade para que centenas de pessoas cumpram a tradição de limpar as campas, encher as jarras de flores, acender uma vela e rezar junto dos túmulos dos seus entes queridos. (clique na imagem para ver em modo de ecrã inteiro) Cemitério de Viana do Castelo (2018.10.31) Cemitério de Viana do Castelo (2018.10.31) Cemitério de Viana do Castelo (2018.10.31) Cemitério de Viana do Castelo (2018.10.31) Cemitério de Viana do Castelo (2018.10.31)

Hoje houve "Jornadas Populares pela Habitação" na Praça da República

Neste sábado, 31 de outubro, a Praça da República, em Viana do Castelo, recebeu as "Jornadas Populares pela Habitação", promovidas pelo ManifestAM - Movimento Cívico Apartidário do Alto Minho, em defesa do direito à habitação no Alto Minho. 📸 31 outubro 2026 | @olharvianadocastelo

BALANÇUELA SEGUNDO em doca seca à espera de ser reabilitado

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Recorde-se que desde 2000, que o assunto anda a ser falado. A construção do mercado no lugar do Edifício Jardim (mais conhecido por prédio Coutinho), foi sendo adiada devido a sucessivas providências cautelares e recursos nos tribunais, apresentados por moradores. A demolição do prédio Coutinho, de 13 andares, foi concretizada no ano de 2022. A empreitada de construção do novo mercado municipal de Viana do Castelo no lugar do prédio Coutinho, começou em setembro de 2025. O início da obra pôs a descoberto vestígios arqueológicos do antigo convento de São Bento (século XVI). Após uma curta paragem, a obra prosseguiu normalmente, em paralelo com os trabalhos arqueológicos. Entretanto, a obra foi novamente suspensa devido a uma providência cautelar interposta pela associação Vian'Acorda e admitida pelo Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF) de Braga. A associação pretendia travar os trabalhos no local para salvaguardar achados arqueológicos. Em outubro de 2026, o tribunal levantou a su...

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