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A. Mesquita deixa construção do Coliseu a meio

A empresa Martifer vai assumir a posição da empresa Alberto Mesquita no consórcio encarregue da construção do Coliseu de Viana do Castelo, obra entretanto parada, depois da insolvência da empresa que começou os trabalhos, anunciou a Câmara. O Coliseu de Viana, em construção junto ao Rio Lima, parece estar definitivamente amaldiçoado. As obras começaram em 2008, mas pouco tempo depois foram interrompidas por ordem do Tribunal, depois de uma das empresas derrotadas ter recorrido do resultado do concurso público. Agora, dois anos depois, a obra voltou a parar, devido ao início do processo de insolvência de uma das empresas que integravam o consórcio vencedor do concurso, a Alberto Mesquita & Filhos, S.A.
“A Martifer é uma empresa com forte reputação do mercado e vai cumprir os objectivos no âmbito do consórcio para esta obra, De resto já fez grande parte das estruturas metálicas que estão na obra”, apontou José Maria Costa, anunciando a cessação da posição contratual da empresa A. Mesquita no consórcio. O autarca sublinhou ainda o objectivo de “defesa do interesse público e de não haver paragens dos trabalhos” para validar esta solução. Entretanto, com os trabalhos praticamente parados nesta altura, segue-se um período para nova calendarização da obra. “Talvez no final do ano esteja concluída. Quem sabe até antes porque esta empresa tem uma grande capacidade técnica e pode haver alguns ganhos no prazo”, admitiu ainda José Maria Costa.

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Pilaretes para travar estacionamento ilegal nos passeios

Na rua Gago Coutinho, em Viana do Castelo, como nem as floreiras foram suficientes para impedir o estacionamento abusivo em cima dos passeios, estão a ser colocados pilaretes para condicionar a conduta dos automobilistas infratores que transformam os passeios em zonas de estacionamento permanente. 📸 6 março | @olharvianadocastelo

“Tudo o que é bom dura o tempo necessário para ser inesquecível” (Fernando Pessoa)

Do complexo turístico do Luziamar, no Cabedelo, na vila de Darque, Viana do Castelo, já só restam paredes… com histórias para contar. Abriu portas em 1974 e fechou em meados da década de 90 do século passado. Equipamento com várias valências, ficou famoso pela sua discoteca, umas das principais referências na noite da região Norte de Portugal e da Galiza, marcando uma geração que ainda hoje o recorda com saudade. O que é verdadeiramente bom não precisa durar para sempre para ser especial. 📸 março 2026 | @olharvianadocastelo

Ex-líbris de Viana com novo púlpito e cadeira em granito

Inserido num contexto de valorização do espaço, a imponente Basílica de granito dedicada ao Sagrado Coração de Jesus, erguida no alto do monte de Santa Luzia, em Viana do Castelo, tem um novo púlpito e cadeira ambos em granito, que substituíram os anteriores elementos em madeira. 📸 março 2026 | @olharvianadocastelo

Campo de girassóis chama a atenção em Carreço (Viana)

Um extenso campo de girassóis pinta de amarelo a paisagem na Veiga de Carreço (Viana do Castelo), junto à estrada Nacional 13. Para quem passa por ali é difícil ficar indiferente à imensidão de flores que encanta qualquer um. A beleza é tanta que não falta quem pare por alguns minutos para observar os girassóis e aproveite a paisagem como cenário para tirar algumas fotografias.

O Castelo que deu o nome à cidade

Foi a 20 de Janeiro de 1848 que a Vila de Viana do Minho foi elevada a cidade com a denominação de Viana do Castelo. Esta distinção foi concedida pela Rainha D. Maria II. Reza a história que este gesto da Rainha se deveu ao reconhecimento da heróica resistência e lealdade do comandante do Castelo de Santiago da Barra, aquando da guerra civil da Patuleia. (Extrato da carta datada de 20 de Janeiro de 1848, que a Rainha D. Maria II enviou à Câmara de Viana)  “...Hei por bem e me praz, que a Vila de Viana do Minho fique erecta em cidade com a denominação de Cidade de Viana do Castelo, e que nesta qualidade goze de todas as prerrogativas que direitamente lhe pertencem...”