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Venezuela: Chavez vai comprar ferry Atlântida aos ENVC

Há precisamente um ano que o ferry-boat Atlântida, encomendado pelo Governo Regional dos Açores aos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC), está ancorado na doca da empresa e ainda com o nome “Açores” pintado no casco, um dos mais luxuosos navios construídos em Viana, já vislumbra um futuro: Deverá seguir para a Venezuela, por 35 milhões de euros, segundo o princípio de entendimento já encontrado entre a administração dos ENVC com o Governo de Hugo Chavez.
Luxo é algo que não falta à Atlântida, que apresenta características de luxo pouco habituais para aquele tipo de navio. É o caso de um salão especial equipado com slot-machines e condições para receber um mini-casino. Para trás fica uma construção de 49 milhões de euros que, apesar do interesse de armadores estrangeiros, ainda não saiu da doca vianense devido ás dificuldades de financiamento por parte destes. Entre outras características, conta-se ainda uma zona de restauração serlf-service e uma cozinha em inox para suportar as centenas de refeições que diariamente poderiam ser servidas pelo navio, além de um bar no exterior e um infantário de apoio. Aspectos que não convenceram o Governo Regional dos Açores, que encomendou o navio aos ENVC mas que há precisamente um ano decidiu rescindir o contrato, alegando uma diferença inferior a nó e meio na velocidade do Atlântida. Isto porque contratualmente o ferry devia atingir os 18 nós de velocidade, mas nos testes de mar acabou por não ultrapassar os 16,6. Esta diferença ficou a dever-se, em grande parte, às alterações que os estaleiros tiveram de fazer ao projecto inicial, imposto pelo contrato e proveniente de um gabinete russo, e que acabou por aumentar a tonelagem, conferindo também maior segurança.

Fonte: Rádio Geice (30.05.2010)

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Os nomes e a história das ruas de Viana do Castelo

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Viagem pela história das Ruas de Viana do Castelo

Você que vive em Viana do Castelo nunca teve curiosidade em saber de onde veio o nome da sua rua? RUA DO POÇO Rua do centro medieval, situada entre a Praça da Erva e o Largo do Instituto Histórico do Minho. O seu topónimo é devido, conforme o próprio nome o diz, à existência nesta rua de um poço que abastecia a água necessária a toda a população do burgo dentro do circuito de muralhas. Este poço comunitário que deu o nome à rua, foi reparado em 1570 e depois resguardado com grades de ferro em 1625, mas ainda pelos anos de 1950 estava bem visível, até que sendo tapado não resta dele hoje qualquer vestígio.

Viana do Castelo já vive o Mercado dos Descobrimentos!

A partir das 12h00 desta quinta-feira (19), o Castelo de Santiago da Barra e zona envolvente encheram-se de história, cor e alegria. Até 22 de junho, Viana do Castelo continua a recriar os hábitos e costumes característicos da Época dos Descobrimentos. Música, Dança, Teatro, Carrossel, Acampamento/Abarracamento de Cavalos, Exposição de Falcoaria, Artesanato, Repasto e muito mais, vão fazer parte da programação. Consulte o programa completo AQUI . 📸 19 junho 2025 | Olhar Viana do Castelo

Começa hoje o Mercado dos Descobrimentos

A descoberta do Oriente é o tema da edição de 2026 do Mercado dos Descobrimentos, que regressa a Viana do Castelo, de 18 a 21 de junho, para transformar o centro histórico numa grande viagem ao ano de 1518. Com mais de 100 momentos de animação, 150 mercadores, recriações históricas, atividades pedagógicas e experiências para toda a família, o evento promete voltar a afirmar-se como um dos maiores mercados históricos do país. Ao longo de quatro dias, as ruas da cidade serão ocupadas pelo ambiente quinhentista, recriando a chegada de El-Rei D. Manuel I e da Rainha D. Leonor de Áustria a Viana da Foz do Lima para celebrar os 260 anos da atribuição do Foral e assinalar a importância das rotas marítimas portuguesas para o Oriente. Mais de 150 mercadores trarão artesanato, gastronomia, especiarias e produtos inspirados nos territórios que marcaram a expansão marítima portuguesa. A animação será permanente, com espetáculos de música, dança, teatro, humor e recriações históricas de meia em mei...