Avançar para o conteúdo principal

Venezuela: Chavez vai comprar ferry Atlântida aos ENVC

Há precisamente um ano que o ferry-boat Atlântida, encomendado pelo Governo Regional dos Açores aos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC), está ancorado na doca da empresa e ainda com o nome “Açores” pintado no casco, um dos mais luxuosos navios construídos em Viana, já vislumbra um futuro: Deverá seguir para a Venezuela, por 35 milhões de euros, segundo o princípio de entendimento já encontrado entre a administração dos ENVC com o Governo de Hugo Chavez.
Luxo é algo que não falta à Atlântida, que apresenta características de luxo pouco habituais para aquele tipo de navio. É o caso de um salão especial equipado com slot-machines e condições para receber um mini-casino. Para trás fica uma construção de 49 milhões de euros que, apesar do interesse de armadores estrangeiros, ainda não saiu da doca vianense devido ás dificuldades de financiamento por parte destes. Entre outras características, conta-se ainda uma zona de restauração serlf-service e uma cozinha em inox para suportar as centenas de refeições que diariamente poderiam ser servidas pelo navio, além de um bar no exterior e um infantário de apoio. Aspectos que não convenceram o Governo Regional dos Açores, que encomendou o navio aos ENVC mas que há precisamente um ano decidiu rescindir o contrato, alegando uma diferença inferior a nó e meio na velocidade do Atlântida. Isto porque contratualmente o ferry devia atingir os 18 nós de velocidade, mas nos testes de mar acabou por não ultrapassar os 16,6. Esta diferença ficou a dever-se, em grande parte, às alterações que os estaleiros tiveram de fazer ao projecto inicial, imposto pelo contrato e proveniente de um gabinete russo, e que acabou por aumentar a tonelagem, conferindo também maior segurança.

Fonte: Rádio Geice (30.05.2010)

MENSAGENS MAIS VISUALIZADAS NOS ÚLTIMOS 7 DIAS

Há três interessados na concessão das “Docas de Recreio do Porto de Viana do Castelo”

Através de anúncio publicado no Diário da República de 7 de julho de 2025, a APDL - Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo, S.A., lançou um Concurso Público para a outorga de um contrato de concessão de uso privativo das Docas de Recreio do Porto de Viana do Castelo, por um período que poderá ir de 15 a 30 anos. A administração da APDL recebeu três propostas de investidores interessados na concessão que contempla o direito de exploração comercial das denominadas “Docas de Recreio do Porto de Viana do Castelo”. A decisão sobre o vencedor será divulgada brevemente. 📸 Arquivo | @olharvianadocastelo

Andando pela cidade…

📸 4 fevereiro 2026 | @olharvianadocastelo

Cartaz da Romaria da Senhora da Agonia 2010

Já foram apresentados o cartaz e o programa da Romaria da Senhora da Agonia 2010. Segundo a organização, a edição 2010 que vai decorrer de 20 a 22 de Agosto, vai ter um orçamento de 420 mil euros e são esperados um milhão de pessoas para assistirem à Romaria das Romarias de Portugal.

Campo de girassóis chama a atenção em Carreço (Viana)

Um extenso campo de girassóis pinta de amarelo a paisagem na Veiga de Carreço (Viana do Castelo), junto à estrada Nacional 13. Para quem passa por ali é difícil ficar indiferente à imensidão de flores que encanta qualquer um. A beleza é tanta que não falta quem pare por alguns minutos para observar os girassóis e aproveite a paisagem como cenário para tirar algumas fotografias.

A famosa travessia do rio Lima pelos romanos

Nas duas margens do rio Lima (na margem direita está o general Decius Junius Brutus no seu cavalo e na margem esquerda os soldados), em frente à Vila de Ponte de Lima, foi erguido no ano de 2009 um Monumento Evocativo da Lenda do Rio Lethes – o Rio do Esquecimento, que desperta a curiosidade dos milhares de visitantes que acodem a esta vila minhota. O que diz a Lenda de um acontecimento com mais de vinte e um séculos: Comandadas por Decius Junius Brutus, as hostes romanas atingiram a margem esquerda do Lima no ano 135 a.C.. A beleza do lugar as fez julgarem-se perante o lendário Rio Lethes, que apagava todas as lembranças da memória de quem o atravessasse.  Os soldados negaram-se a atravessá-lo. Então, o comandante passou e, da outra margem, chamou a cada soldado pelo seu nome. Assim lhes provou não ser esse o Rio do Esquecimento.