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Fábrica da Enercon está suspensa

Viana do Castelo
Dois anos depois de José Sócrates ter lançado a primeira pedra da fábrica de pás de rotor, nada mais avançou.
A administração da Enercon em Viana do Castelo garante que a fábrica prevista para o concelho vai avançar, embora ainda não tenha prazos. A crise internacional é a justificação apresentada, apesar de o grupo alemão já possuir os terrenos e acessos ao futuro local. Isto numa altura em que já operam cinco fábricas do grupo em Viana do Castelo. O administrador garante que a sexta fábrica não caiu por terra. "Não, nada disso. Já adquirimos os terrenos e fizemos outros investimentos em terraplanagens. É só um compasso de espera para adequar essa continuidade", afirmou Francisco Laranjeira. Acrescenta que a multinacional alemã já investiu nesta nova fábrica, que será voltada para a exportação, na realização do projecto e na criação de condições para a sua construção, pelo que vai mesmo realizar-se. Só não sabe quando. "Ainda não estão reunidas todas as condições para avançar para as obras. Mas há que sublinhar que todo o investimento inicialmente previsto está cumprido há dois anos. Este é voluntário, por parte da Enercon", sublinhou o administrador
Na altura do lançamento da primeira pedra, foi anunciado que a fábrica, um investimento de 55 milhões de euros, entraria em funcionamento em finais de 2009, criando 500 postos de trabalho. Em Outubro de 2009 a Enercon justificou o não avanço da obra com a demora no licenciamento e com a necessidade de construção de um novo acesso que permita a circulação de veículos de grandes dimensões. Um ano depois, o licenciamento industrial já está aprovado e o acesso, que liga à A27, também já está concluído, tendo significado um investimento de 1,5 milhões de euros.
A Enercon tem em Viana do Castelo um cluster eólico integral que inclui uma outra fábrica de pás de rotor.

Fonte: Diário de Notícias (26.07.2010)

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