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Palácio da Brejoeira (Monção)

O sumptuoso Palácio da Brejoeira, situado a cerca de 6 km de Monção, abriu recentemente as portas ao público, depois de passados mais de 200 anos do inicio da sua construção (iniciada em 1806 e concluída em 1834).
Muitas vezes parei do lado de fora dos portões para admirar a beleza deste imponente Palácio.
Agora, finalmente, todas as pessoas que queiram, já podem satisfazer a sua curiosidade e fazer uma visita ao seu interior e apreciar os enormes candelabros, os magníficos azulejos, o espectacular teatro logo à entrada do Palácio, a biblioteca, o quarto do rei, a enorme sala de jantar, a sala de fumo, a sala de armas, etc., tudo de uma enorme beleza.
Ao redor do Palácio o visitante pode ainda apreciar os jardins, o seu bosque e uma enorme quinta com cultivo de vinha. Da sua adega, sai o famoso vinho Alvarinho “Palácio da Brejoeira”.
Agora que já tive a oportunidade de visitar este imponente palácio, sugiro a quem possa, que o faça também, pois vale bem a pena.
Como não autorizaram que se tirasse fotografias no interior do Palácio, aqui deixo algumas do seu exterior.






"Considerado um dos mais imponentes solares do Norte do país, o palácio da Brejoeira beneficia, ainda, da mata e jardins envolventes, que lhe conferem um estatuto singular no campo da arquitectura civil portuguesa. Edificado no início do século XIX e concluído, ainda que parcialmente em relação ao projecto inicial, apenas 28 anos mais tarde, este imóvel reveste-se de especial importância por representar "o encontro entre dois estilos - o barroco e o neoclássico" (AZEVEDO, 1969, p. 122).
De acordo com as informações disponíveis, e a crer nas referências de Dora Wordsworth, aquando da sua passagem por Portugal em 1845, a construção deste imóvel ter-se-ia iniciado em data próxima de 1806, devendo-se a iniciativa da sua edificação a Luís Pereira Velho de Moscoso. A amplitude e arrojo do projecto, aliadas às despesas implicadas, terá retardado a sua conclusão, que se verificou, ao que tudo indica, cerca de 1834. Ainda assim, abandonou-se a planta quadrada, com quatro torreões e pátio central, para dar lugar a um palácio de planta em L, com duas fachadas e apenas três torreões. Não se sabe quem foi o autor do projecto, embora o nome do arquitecto bracarense Carlos Amarante surja, por vezes, associado a este imóvel (AZEVEDO, 1969, p. 121)..."

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Texto retirado do site do IGESPAR

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