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Espanhóis começam a gerir marinas de Viana em Setembro

A partir de Setembro o grupo espanhol MarePuertos deve assumir a gestão das duas marinas de recreio da cidade de Viana do Castelo e uma terceira, para embarcações de recreio de maior dimensão, que vai nascer no actual local de acostagem dos barcos de pesca, anunciou na Geice FM o presidente da administração do Porto de Mar de Viana do Castelo. “Esperamos assinar o contrato de concessão até ao final de Setembro e no dia seguinte as duas marinas próximas da Ponte Eiffel começam logo a ser geridas pelo concessionário. A terceira, a maior, só depois de concretizada a obra”, explicou Matos Fernandes.
Para já, as construções previstas para o espaço entre a marina e rio pelo plano de pormenor para aquela zona da cidade, como um hotel, um aparthotel e um espaço comercial “não vão avançar”, explicou ainda. Entretanto já foi aprovado o lançamento do concurso público para a construção do novo porto de pesca de Viana do Castelo, que “permitirá o ordenamento do estacionamento da frota de pesca em melhores condições de segurança e operacionalidade”. Assim, será libertada a ex-doca comercial para a construção da futura marina Atlântica, a terceira estrutura da cidade, numa empreitada global estimada em dois milhões de euros. “Tem adjudicação prevista para o final do corrente ano, data em que se iniciarão as obras, cuja conclusão se concretizará em finais de 2011”, explicou a administração portuária. Por resolver fica a concessão da gestão das marinas, depois da vitória, no concurso público, de um grupo de empresários locais. No entanto a administração portuária foi confrontada com o direito de preferência, exercido por um grupo espanhol, que resultou das regras estabelecidas na primeira fase do concurso, em que se apresentaram os espanhóis da MarePuertos. Este contrato de concessão, que estipula uma renda anual de 90 mil euros e um investimento de 5,2 milhões, deverá ser assinado em breve, mas os responsáveis pelo Real Iate de Viana, o grupo de empresários que venceu inicialmente o concurso, não se conforma e admite recorrer para os tribunais. “Portugal é um estado de Direito. Mas em absoluto temos a certeza de toda legalidade do processo”, defendeu ainda Matos Fernandes.

Fonte: Rádio Geice (08.08.2010)

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