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Foi há 13 anos que o Gil Eannes regressou a Viana do Castelo



Faz no próximo dia 31 de Janeiro 13 anos, que regressou a Viana do Castelo o Navio Hospital Gil Eannes.
Para comemorar esta data, a Fundação Gil Eannes preparou para esse dia, a partir das 21H30, as seguintes iniciativas:

- "Vindos dos Mares do Fim do Mundo" ilustração teatral, pelo Centro Dramático de Viana;
- "Bernardo Santareno, entre o Céu e o Inferno" palestra proferida por Vicente Batalha, Presidente do Instituto Bernardo Santareno;
- Abertura das exposições "Bernardo Santareno pseudónimo António Martinho do Rosário: vida e obra" e "A Pesca do Bacalhau: navios bacalhoeiros de Viana do Castelo".

No dia 31 de Janeiro, as entradas no navio/museu Gil Eannes serão gratuitas.


O Navio Hospital Gil Eannes, construído em Viana do Castelo em 1955, apoiou, durante décadas, a frota bacalhoeira portuguesa que actuava nos bancos da Terra Nova e Gronelândia. Desactivada a frota bacalhoeira, ficou apodrecer nas docas de Lisboa, durante muitos anos.
Em 1998, a Fundação Gil Eannes, considerando-o património cultural e afectivo da cidade, resgatou-o da sucata por cerca de 250 mil euros, após uma inédita campanha que envolveu todos os estratos sociais vianenses.
Em 31 de Janeiro de 1998, foi recebido festivamente na Foz do Lima, onde, depois de limpo e restaurado, foi aberto ao público, assumindo-se como pólo de atractividade para Viana do Castelo.
A reconversão transformou-o num espaço museológico, integrando salas de exposição, sala de reuniões, loja de recordações, quatro quiosques multimédia, um simulador de navegação e uma pousada de juventude.

Saiba mais sobre a história do Gil Eannes aqui

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Empreitada do novo mercado de Viana parada sem data para recomeçar

As obras de construção do novo mercado tinham sido iniciadas em setembro de 2025, mas foram entretanto interrompidas por, segundo informação do presidente da Câmara de Viana do Castelo “terem aumentado a área de escavações depois de descobertos achados arqueológicos”. O retomar da obra vai depender do que for encontrado durante as escavações arqueológicas. 📸 Arquivo | @olharvianadocastelo

20 de janeiro. Neste dia, em…

1848 - A vila de Viana do Minho era elevada a cidade com o nome de Viana do Castelo. Foi há 178 anos por carta régia de D. Maria II. 2008 - Era inaugurada a nova Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, da autoria do arquiteto Álvaro Siza Vieira. Está localizada junto ao rio Lima. 2016 - Uma nova rua nasce no centro histórico da cidade de Viana do Castelo. Construída de raiz, a nova artéria liga a rua Pedro Homem de Mello à rua da Bandeira, em frente ao edifício do antigo Governo Civil. O novo arruamento recebe o nome do arquiteto José Fernandes Martins, autor de diversos edifícios da cidade como a Fábrica de Chocolate Avianense ou a Vila Rosa. 📸 janeiro 2026 | @olharvianadocastelo

Trajes tradicionais do concelho de Viana

O Traje de Lavradeira, o Traje de Mordoma, o Traje de Noiva, o Traje de Meia Senhora, Traje de Dó, Traje de Domingar, Traje de Feirar, Traje de Trabalho… são principalmente usados nas diversas festas e romarias que se realizam ao longo do ano, por todo o concelho. É o momento escolhido para se trazer o passado ao presente, vestindo um destes trajes tradicionais.  É durante a realização da Romaria da Senhora d’Agonia que se concentra um maior número de trajes, nomeadamente no Desfile da Mordomia, Cortejo Etnográfico e na Festa do Traje, ocasião para se admirar a beleza e riqueza de todos os detalhes dos tradicionais e coloridos trajes das diferentes freguesias do concelho de Viana do Castelo.  Estes são alguns dos trajes que tive oportunidade de contemplar, durante o Cortejo Histórico-Etnográfico e Desfile de Mordomia das Festas de Viana do Castelo deste ano.

Dia de chuva em Viana do Castelo

Pelas ruas da cidade. 📸 23 janeiro 2026 | @olharvianadocastelo

O Castelo que deu o nome à cidade

Foi a 20 de Janeiro de 1848 que a Vila de Viana do Minho foi elevada a cidade com a denominação de Viana do Castelo. Esta distinção foi concedida pela Rainha D. Maria II. Reza a história que este gesto da Rainha se deveu ao reconhecimento da heróica resistência e lealdade do comandante do Castelo de Santiago da Barra, aquando da guerra civil da Patuleia. (Extrato da carta datada de 20 de Janeiro de 1848, que a Rainha D. Maria II enviou à Câmara de Viana)  “...Hei por bem e me praz, que a Vila de Viana do Minho fique erecta em cidade com a denominação de Cidade de Viana do Castelo, e que nesta qualidade goze de todas as prerrogativas que direitamente lhe pertencem...”