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ENVC: Atlântida em sete meses estará nas águas da Venezuela

Depois de muitas expectativas, parece que é desta que o Atlântida deixará o cais dos Estaleiros de Viana do Castelo, onde está parado há dois anos, depois de rejeitado pelo Governo dos Açores. O ferry Atlântida deverá ser entregue, dentro de sete meses, à Venezuela, num negócio de 42,5 milhões de euros. A confirmação foi feita por fonte dos ENVC e resultou do acordo alcançado pela delegação da empresa que reuniu em Caracas, este fim-de-semana, liderada pelo presidente do Conselho de Administração, Carlos Veiga Anjos.
Para trás fica um ano de negociação, envolvendo Empordef, administração dos ENVC e, até, José Sócrates, que acompanhou Chávez na visita aos estaleiros de Viana, e ao navio, a 24 de Outubro de 2010. Os ENVC vão assumir as “necessárias obras de adaptação” do ferry Atlântida, nomeadamente na porta de desembarque do navio, que tinha sido feita à medida dos portos dos Açores, entre outras modificações. O acordo agora alcançado na Venezuela deverá ser oficializado na quinta ou sexta-feira. Aquando da visita de Chaves aos ENVC, o presidente da Venezuela elogiou o Ferry que agora estará a caminho do seu país. Disseram-me que é um barco bom, bonito e barato. Estamos muito interessados", disse Chavez à chegada aos ENVC. Em Maio de 2009, o Governo Regional dos Açores, que encomendou o navio aos ENVC decidiu rescindir o contrato, alegando uma diferença inferior a nó e meio na velocidade do Atlântida. Em Dezembro do mesmo ano, o Governo Açoriano e a empresa pública acordaram resolver o diferendo em torno do Atlântida e também do segundo ferry, Anticiclone, com o pagamento, pelos ENVC de 40 milhões de euros. O negócio com a Venezuela ficará acima daquilo que o construtor naval ainda tem de pagar aos Açores.

Fonte: Rádio Geice (20.02.2011)

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Campo de girassóis chama a atenção em Carreço (Viana)

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Pela praia do Cabedelo…

Num simples passeio matinal pela praia do Cabedelo, em Darque, Viana do Castelo, cruzei-me, além de imensas gaivotas (o que é normal), com maçaricos-galegos e borrelhos-de-coleira-interrompida (que nidificam por ali). O borrelho-de-coleira-interrompida é uma ave de pequenas dimensões, cuja coloração é acastanhada por cima e branca por baixo, apresentando uma coleira incompleta. O seu ninho é uma pequena cova, nas dunas ou em pleno areal, e a cor dos ovos confunde-se com a cor da areia. Neste momento, estamos em plena época de nidificação do borrelho-de-coleira-interrompida (Charadrius alexandrinus). A estrutura que se vê na fotografia está a proteger um ninho: permite aos progenitores aceder ao seu Interior e evita a destruição dos ovos (por pisoteio, predadores ou limpezas mecânicas). 📸 13 maio 2026 | @olharvianadocastelo

Pelo Porto de Viana do Castelo

📸 15 maio 2026 | @olharvianadocastelo

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O navio de investigação “Mar Profundo” é o primeiro laboratório móvel marinho totalmente construído em Portugal. Lançada ao mar em 2021, a embarcação, com 19 metros de comprimento, está especialmente equipada para apoiar a investigação multidisciplinar no mar, podendo testar, por exemplo, ROVs (Veículos Operados Remotamente), sensores acústicos ou módulos robóticos, até 60 milhas da costa, ou recolher dados ambientais e operacionais. 📸 18 maio 2026 | @olharvianadocastelo