A Câmara Municipal de Viana do Castelo aprovou, na última reunião de executivo, o projecto de execução do futuro posto náutico de remo a nascer no Parque da Cidade, no edifício da antiga fábrica das boinas de Viana do Castelo. O projecto foi aprovado por cerca de 1.7 milhões de euros e irá albergar os dois clubes desportivos de remo de Viana do Castelo.
O projecto de execução integra pavilhões para o equipamento de remo, áreas administrativas e balneários e ainda uma sala de exposição dos troféus dos clubes, com larga história. Recorde-se que o posto de remo já havia dado os seus primeiros passos com a assinatura de um contrato programa de desenvolvimento desportivo com os dois clubes para a elaboração dos projectos de arquitectura e de especialidades e surgiu da carência de instalações desportivas adequadas à prática de desportos náuticos, uma vez que as instalações existentes não reúnem condições para a prática de remo e actividade física.
Este projecto irá integrar o programa do Centro de Mar, que inclui igualmente o equipamento de apoio à prática de canoagem na margem do rio Lima em Darque e, de acordo com o Presidente da Câmara, será uma das formas de incentivo à prática de desportos náuticos que, juntamente com equipamentos como a marina atlântica, irá valorizar, do ponto de vista turístico, o concelho de Viana do Castelo.
Hoje, dia 1 de maio, cumpriu-se uma tradição que ainda se mantém bem viva na cidade de Viana do Castelo, é as varandas dos edifícios da Praça da República aparecerem enfeitadas com as tradicionais “Maias”, ou coroas de flores. A exposição é promovida pela Câmara Municipal e hoje, como em todos os anos, lá estão as “Maias” a embelezar aquela que é considerada a “sala de visitas” de Viana do Castelo. Transcrevo um texto retirado do site da RTAM, que explica o porquê desta tradição das "Maias". A Maia, chamada, também, "Rainha do Maio", ou "Rosa do Maio", era uma boneca de palha de centeio, em torno da qual havia descantes toda a noite (1.º de Maio); outras vezes, uma menina coroada com flores, que se enfeitava com o vestido branco, jóias, etc., sendo colocada num trono florido, e venerada todo o dia com danças e cantares. Esta festa, sem dúvida com reminiscências pagãs (celtas-romanas), foi proibida várias vezes (caso de Lisboa onde em 1402, p...