Avançar para o conteúdo principal

Casa Brasileira a mais antiga confeitaria de Viana do Castelo

A fachada sóbria da “Casa Brasileira”, a mais antiga confeitaria da cidade de Viana do Castelo, “guarda” no seu interior verdadeiras delícias da doçaria tradicional.
Fundada por emigrantes no Brasil, que a abriram precisamente no dia 22 de Março de 1902, no edifício onde ainda existe hoje, em pleno centro histórico da cidade, este estabelecimento citadino foi durante muitos anos um ícone dos doces típicos de Viana do Castelo. Mas, como em tudo na vida, esta confeitaria também teve os seus pontos altos e baixos.
Os actuais proprietários, Sr. Norberto Martins e D. Maria Graça Ferreira, ex-emigrantes em França, quando em 2004 assumiram a direcção do estabelecimento, encontraram-no com uma deterioração que fazia esquecer os tempos dourados. Aos poucos, foram renovando o espaço e introduzindo nova doçaria de inspiração francesa que, juntamente com a confecção tradicional fez com que o espaço voltasse a ter a fama e a clientela que entretanto tinha perdido.
Entre as especialidades servidas nesta Casa, destacam-se os célebres Sidónios (em homenagem a Sidónio Pais, morto em 1918), bolos em forma de caixão, feitos de amêndoa, açúcar e ovos, cuja patente foi registada precisamente em nome da Casa Brasileira.
Quem já provou os Sidónios da Casa Brasileira sabe que nada do que se diz sobre eles é exagero, são simplesmente os melhores. E aqueles que ainda não os provaram façam-no quanto antes. Não se vão arrepender!
Eu, como cliente habitual, recomendo uma visita a este estabelecimento que, para além de apresentar uma grande variedade de deliciosos doces e chocolates de fabrico próprio, oferece também muita higiene e a simpatia dos seus proprietários e empregadas.







MENSAGENS MAIS VISUALIZADAS NOS ÚLTIMOS 7 DIAS

Viana do Castelo de Outros Tempos

Assim era a cidade em modo postal ilustrado.

Campo de girassóis chama a atenção em Carreço (Viana)

Um extenso campo de girassóis pinta de amarelo a paisagem na Veiga de Carreço (Viana do Castelo), junto à estrada Nacional 13. Para quem passa por ali é difícil ficar indiferente à imensidão de flores que encanta qualquer um. A beleza é tanta que não falta quem pare por alguns minutos para observar os girassóis e aproveite a paisagem como cenário para tirar algumas fotografias.

Pela praia do Cabedelo…

Num simples passeio matinal pela praia do Cabedelo, em Darque, Viana do Castelo, cruzei-me, além de imensas gaivotas (o que é normal), com maçaricos-galegos e borrelhos-de-coleira-interrompida (que nidificam por ali). O borrelho-de-coleira-interrompida é uma ave de pequenas dimensões, cuja coloração é acastanhada por cima e branca por baixo, apresentando uma coleira incompleta. O seu ninho é uma pequena cova, nas dunas ou em pleno areal, e a cor dos ovos confunde-se com a cor da areia. Neste momento, estamos em plena época de nidificação do borrelho-de-coleira-interrompida (Charadrius alexandrinus). A estrutura que se vê na fotografia está a proteger um ninho: permite aos progenitores aceder ao seu Interior e evita a destruição dos ovos (por pisoteio, predadores ou limpezas mecânicas). 📸 13 maio 2026 | @olharvianadocastelo

Pelo Porto de Viana do Castelo

📸 15 maio 2026 | @olharvianadocastelo

Laboratório flutuante atraca em Viana do Castelo

O navio de investigação “Mar Profundo” é o primeiro laboratório móvel marinho totalmente construído em Portugal. Lançada ao mar em 2021, a embarcação, com 19 metros de comprimento, está especialmente equipada para apoiar a investigação multidisciplinar no mar, podendo testar, por exemplo, ROVs (Veículos Operados Remotamente), sensores acústicos ou módulos robóticos, até 60 milhas da costa, ou recolher dados ambientais e operacionais. 📸 18 maio 2026 | @olharvianadocastelo