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Estaleiros Navais de Viana do Castelo


Desde sempre tive uma afeição muito especial pelos Estaleiros Navais de Viana do Castelo. Quer por ter morado e vivido até aos meus 15 anos na zona da Ribeira, a poucos metros daquela empresa, mas principalmente por nela terem trabalhado durante muitos anos, o meu pai e um meu irmão.
Os enormes guindastes, as docas secas, o evoluir da construção dos navios, o assistir à movimentação das muitas centenas de trabalhadores, tudo isto me fascinava.
Nos últimos anos, a má gestão (pelo que se ouve dizer), a falta de encomendas e os contratempos com a construção das últimas embarcações, são situações que não têm ajudado a empresa a sair da complicada situação financeira em que se encontra e contribuíram para uma má imagem da já longa história, capacidade e experiência dos ENVC.
O mercado da construção naval é muito competitivo, quer seja na manutenção, reparação e construção de novos barcos. Nos tempos que correm, para conquistar novos clientes, os estaleiros de Viana vão ter que apostar no reforço da sua credibilidade, melhorando a gestão, garantindo qualidade no trabalho, cumprindo prazos, inovando… pois só assim se conseguirá manter esta empresa que é muito importante para a economia do concelho, da região e do País.
Tudo isto vem a propósito de verificar, com agradável surpresa, que presentemente, as docas dos “nossos estaleiros” estão muito bem "preenchidas" de barcos (coisa rara nos últimos tempos).

MENSAGENS MAIS VISUALIZADAS NOS ÚLTIMOS 7 DIAS

Campo de girassóis chama a atenção em Carreço (Viana)

Um extenso campo de girassóis pinta de amarelo a paisagem na Veiga de Carreço (Viana do Castelo), junto à estrada Nacional 13. Para quem passa por ali é difícil ficar indiferente à imensidão de flores que encanta qualquer um. A beleza é tanta que não falta quem pare por alguns minutos para observar os girassóis e aproveite a paisagem como cenário para tirar algumas fotografias.

Reabilitação em vez da demolição

A opção de reabilitar em vez de demolir, preserva a história e o charme arquitetónico original desta habitação antiga em pleno centro histórico da cidade de Viana do Castelo. Esteve vários anos devoluta e degradada. Ainda está em obra, mas já dá para imaginar como vai ficar. 📸 março 2026 | @olharvianadocastelom 📸 abril 2021 | @olharvianadocastelo  📸 janeiro 2010 | @olharvianadocastelo

Já há programação oficial para o LER EM VIANA - Festa do Livro e das Artes!

Iniciativa da Câmara Municipal de Viana do Castelo e organizado e programado pela Biblioteca Municipal, o LER EM VIANA - Festa do Livro e das Artes decorre entre 18 e 26 de abril reunindo um conjunto de propostas em torno do universo da leitura, das artes e da criatividade. O Centro Cultural de Viana do Castelo, será novamente o palco da edição deste ano. Feira do Livro, encontros com escritores, apresentação de livros, horas do conto para crianças e famílias, música e dança compõem a programação da 5ª edição do LER EM VIANA. Entrada gratuita todos os dias das 14h30 às 23h30.

Viana do Castelo promove Páscoa Doce de 27 de março a 6 de abril

Para assinalar a Páscoa, a Câmara Municipal de Viana do Castelo, a Associação Empresarial do Distrito de Viana do Castelo e a Diocese de Viana do Castelo, realizam uma série de iniciativas inseridas no evento Páscoa Doce, que vão decorrer no centro histórico da cidade de 27 de março a 6 de abril. 📸 arquivo | @olharvianadocastelo Consulte o programa completo👇

A famosa travessia do rio Lima pelos romanos

Nas duas margens do rio Lima (na margem direita está o general Decius Junius Brutus no seu cavalo e na margem esquerda os soldados), em frente à Vila de Ponte de Lima, foi erguido no ano de 2009 um Monumento Evocativo da Lenda do Rio Lethes – o Rio do Esquecimento, que desperta a curiosidade dos milhares de visitantes que acodem a esta vila minhota. O que diz a Lenda de um acontecimento com mais de vinte e um séculos: Comandadas por Decius Junius Brutus, as hostes romanas atingiram a margem esquerda do Lima no ano 135 a.C.. A beleza do lugar as fez julgarem-se perante o lendário Rio Lethes, que apagava todas as lembranças da memória de quem o atravessasse.  Os soldados negaram-se a atravessá-lo. Então, o comandante passou e, da outra margem, chamou a cada soldado pelo seu nome. Assim lhes provou não ser esse o Rio do Esquecimento.