Avançar para o conteúdo principal

ON2 abre concurso para garantir financiamento da construção do Coliseu


O Programa Operacional Regional do Norte (ON2) abriu hoje o concurso para financiar em 85 por cento, com fundos comunitários, a construção do Coliseu de Viana do Castelo, parada desde Fevereiro por falta de verba. A informação foi avançada pelo presidente da autarquia, José Maria Costa, dando conta que todo o processo estava já pronto para ser entregue pelos técnicos do município. “Aguardávamos apenas a abertura do concurso pela gestão do ON2”, explicou o autarca.
Recorde-se que no início de Fevereiro a Câmara decidiu suspender a construção do Coliseu, desenhado por Eduardo Souto Moura, depois de ter gasto mais de seis milhões de euros e numa altura em que a admitiu já não ter mais dinheiro para desviar de outros investimentos para aqueles trabalhos. A construção do Coliseu de Viana, orçada em 12 milhões de euros, é uma das quatro que a Comunidade Intermunicipal do Alto-Minho candidatou à bolsa de mérito de 200 milhões de euros, disponibilizada pelo ON2 para as entidades que atinjam os patamares mais elevados de contratualização de investimento. Com o financiamento comunitário praticamente garantido - no âmbito da CIM e para equipamentos de coesão territorial -, o autarca admite reunir com a empresa encarregue da construção até ao final do mês para definir uma reprogramação dos trabalhos e a nova data para a conclusão de uma obra que já foi iniciada em 2007. Face ao novo conceito de interesse regional da obra, aprovado por todos os dez autarcas, o coliseu vai denominar-se agora Centro Cultural de Viana do Castelo. Terá capacidade para todo o tipo de modalidades desportivas e espectáculos mas também feiras e festivais de gastronomia. Um dos “desafios” desta obra, que começou por se chamar “Pavilhão Multiusos”, depois passou a “Coliseu” e agora é “Centro Cultural”, é o facto de estar instalado em terrenos que ficam a 7,5 metros da margem do rio Lima, com um recinto para a prática desportiva e outras actividades 3,44 metros abaixo do nível do solo. Isto obrigou à colocação de bombas de extracção de água para impedir infiltrações.

Fonte: Rádio Geice (23.05.2011)

MENSAGENS MAIS VISUALIZADAS NOS ÚLTIMOS 7 DIAS

Adjudicada empreitada para construção da “CASA MORTUÁRIA MUNICIPAL”

Segundo informação publicada no Portal Base (Contratos Públicos Online), a Câmara Municipal de Viana do Castelo adjudicou, em 30 setembro de 2020, pelo montante de € 781.505,16, a que acresce o I.V.A. à taxa legal, a empreitada da "CASA MORTUÁRIA MUNICIPAL DE VIANA DO CASTELO”, com o prazo de execução de 210 dias. A nova Casa Mortuária irá situar-se na Avenida Capitão Gaspar de Castro, nos terrenos do Horto Municipal, aproveitando a proximidade ao Cemitério existente. A construção, com uma área bruta de 561,70 m2 integra, nomeadamente, quatro salas mortuárias, áreas sanitárias, salas de família e sala de apoio.

Campo de girassóis chama a atenção em Carreço (Viana)

Um extenso campo de girassóis pinta de amarelo a paisagem na Veiga de Carreço (Viana do Castelo), junto à estrada Nacional 13. Para quem passa por ali é difícil ficar indiferente à imensidão de flores que encanta qualquer um. A beleza é tanta que não falta quem pare por alguns minutos para observar os girassóis e aproveite a paisagem como cenário para tirar algumas fotografias.

Um complexo em ruínas chamado Luziamar

Recentemente foi colocada ao redor do que resta deste emblemático empreendimento, uma nova vedação e uma placa com o nome da empresa atual proprietária do espaço. Será que está para breve alguma intervenção no sentido de se recuperar este importante espaço degradado da cidade de Viana do Castelo? O complexo turístico do Luziamar abriu portas em 1974 e fechou em meados da década de 90 do século passado. Durante grande parte do tempo em que se manteve em atividade, foi umas das principais referências na noite da região Norte de Portugal e da Galiza, sobretudo devido à sua discoteca, marcando uma geração que ainda hoje o recorda com saudade. Nos últimos anos, a empresa proprietária do Luziamar já teve diferentes projetos no sentido de recuperar aquele espaço mas, até ao momento, ainda nenhum se concretizou. Em 2015, numa reunião da Câmara Municipal de Viana do Castelo, foi revelado que era vontade do atual proprietário: ..."recuperar a atual envolvência do Luziamar", acresce...

O Castelo que deu o nome à cidade

Foi a 20 de Janeiro de 1848 que a Vila de Viana do Minho foi elevada a cidade com a denominação de Viana do Castelo. Esta distinção foi concedida pela Rainha D. Maria II. Reza a história que este gesto da Rainha se deveu ao reconhecimento da heróica resistência e lealdade do comandante do Castelo de Santiago da Barra, aquando da guerra civil da Patuleia. (Extrato da carta datada de 20 de Janeiro de 1848, que a Rainha D. Maria II enviou à Câmara de Viana)  “...Hei por bem e me praz, que a Vila de Viana do Minho fique erecta em cidade com a denominação de Cidade de Viana do Castelo, e que nesta qualidade goze de todas as prerrogativas que direitamente lhe pertencem...”

“Banhos Quentes” - Publicidade de outros tempos

Ao folhear uma publicação já com algumas dezenas de anos, deparei-me com esta publicidade ao Balneário dos “Banhos Quentes da Praia Norte”, que se situava na extinta Av. da Praia Norte, absorvida pelos Estaleiros Navais de Viana do Castelo.  Este Balneário faz parte das minhas memórias e recordações de tempos passados.  Devido à concentração de iodo nas águas da Praia Norte, estas instalações apelidadas de “Banhos Quentes” (em que a água do mar depois de aquecida era aproveitada para banhos e inalações, como uma forma de terapia e relaxamento), eram muito procuradas por pessoas da região do Alto Minho e da vizinha Galiza. Muitas delas chegavam a dormir, no chão, em casas de pescadores, principalmente naquelas junto ao Campo da Agonia.  É pena que o desinteresse e decadência ditassem o fim desta atividade em Viana do Castelo.  Li há pouco tempo na imprensa, que existe um projeto aprovado, para a instalação junto à Praia Norte, de um Centro de Talassoterapia...