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Fotografia Roriz cumpre um século a retratar Viana do Castelo


Faz hoje precisamente cem anos que a Fotografia Roriz abria as portas, em pleno centro histórico de Viana do Castelo, na Rua Gago Coutinho.
Na altura, esta era a rua "mais chique e movimentada" de uma cidade eminentemente rural. Naqueles tempos, além da casa fundada por Domingos Sousa Roriz, arrendada por 1$50 escudos, havia apenas mais dois espaços comerciais dedicados à fotografia em todo o concelho e, mesmo em todo o Minho, as lojas do ramo contavam-se "pelos dedos das mãos", diz o herdeiro do negócio da família, Joaquim Roriz, de 74 anos.
Aprendeu com o tio-avô o métier da fotografia quando começou com apenas dez anos a "bater chapas de vidro" e "fazer retoques" nas fotografias. Hoje continua "a fazer de tudo com a mesma paixão e entrega", apesar de reconhecer que "é muito mais fácil trabalhar com a ajuda das novas tecnologias". "Naquele tempo era tudo muito rudimentar, muito moroso. Os retoques eram uma dor de cabeça. Era preciso gostar muito e sobretudo ter veia de artista". Aliás, Joaquim Roriz ainda se lembra que o tio-avô chegou a ter dois empregados que acabaram por desistir, porque não tinham paciência". "A sensibilidade é fundamental. Não é por acaso que a fotografia é associada à "sétima arte"", sustenta Joaquim que, em 1979, ganhou o prémio Kodak de "Melhor Fotógrafo Noivas do mês".
Nos anos 50 e 60, a Roriz era considerada uma "das melhores casas de fotografia de Viana", para todo o tipo de reportagens sociais, desde casamentos a baptizados. Então, havia o costume de "as altas figuras da cidade" chamarem o fotógrafo a casa, para fazer o "tradicional retrato de família", numa manifestação de "poder económico".
Mas a história da Fotografia Roriz não se faz apenas deste tipo eventos. Um século depois, entre reportagens sociais e registos históricos da cidade, tem um arquivo em negativo de vidro de vários formatos com 22 mil fotografias. Que em película, a preto e branco e a cores, ultrapassam as 160 mil.
O início de construção, na segunda metade da década de 70, do Prédio Coutinho - cuja demolição está iminente, há vários anos - foi apenas um dos processos de mutação da cidade captado pelas objectivas da Fotografia Roriz. Desde a escavação das fundações, no terreno de 975 metros quadrados, onde estava instalado o mercado municipal da época, que a câmara vendeu em hasta pública, até ao erguer dos 13 andares do edifício construído por Fernando Coutinho, na altura emigrante no Zaire, todo o processo foi registado em fotografia.
Pelo contributo documental que o fundador e o seu sucessor constituíram para a história do município, o município decidiu atribuir à Fotografia Roriz o título de Instituição de Mérito. Hoje o presidente da câmara vai descerrar uma placa alusiva do centenário do estabelecimento comercial e, a 20 de Janeiro de 2012, no aniversário da elevação de Viana a cidade, irá entregar aos familiares do fundador da Fotografia Roriz a medalha de Instituição de Mérito.
Entre estes familiares está a coreógrafa e bailarina Olga Roriz, sobrinha de Joaquim Roriz. Olga também viveu sobre a loja da Rua Gago Coutinho até se mudar para Lisboa, aos 7 anos. Mas nunca perdeu a ligação a Viana: em 2008, desfilou na festa da Senhora da Agonia, trajada de mordoma. E é Cidadã de Mérito do município desde 1995.

Fonte: Jornal Público (10.08.2011)

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Campo de girassóis chama a atenção em Carreço (Viana)

Um extenso campo de girassóis pinta de amarelo a paisagem na Veiga de Carreço (Viana do Castelo), junto à estrada Nacional 13. Para quem passa por ali é difícil ficar indiferente à imensidão de flores que encanta qualquer um. A beleza é tanta que não falta quem pare por alguns minutos para observar os girassóis e aproveite a paisagem como cenário para tirar algumas fotografias.

Adjudicada empreitada para construção da “CASA MORTUÁRIA MUNICIPAL”

Segundo informação publicada no Portal Base (Contratos Públicos Online), a Câmara Municipal de Viana do Castelo adjudicou, em 30 setembro de 2020, pelo montante de € 781.505,16, a que acresce o I.V.A. à taxa legal, a empreitada da "CASA MORTUÁRIA MUNICIPAL DE VIANA DO CASTELO”, com o prazo de execução de 210 dias. A nova Casa Mortuária irá situar-se na Avenida Capitão Gaspar de Castro, nos terrenos do Horto Municipal, aproveitando a proximidade ao Cemitério existente. A construção, com uma área bruta de 561,70 m2 integra, nomeadamente, quatro salas mortuárias, áreas sanitárias, salas de família e sala de apoio.

Um complexo em ruínas chamado Luziamar

Recentemente foi colocada ao redor do que resta deste emblemático empreendimento, uma nova vedação e uma placa com o nome da empresa atual proprietária do espaço. Será que está para breve alguma intervenção no sentido de se recuperar este importante espaço degradado da cidade de Viana do Castelo? O complexo turístico do Luziamar abriu portas em 1974 e fechou em meados da década de 90 do século passado. Durante grande parte do tempo em que se manteve em atividade, foi umas das principais referências na noite da região Norte de Portugal e da Galiza, sobretudo devido à sua discoteca, marcando uma geração que ainda hoje o recorda com saudade. Nos últimos anos, a empresa proprietária do Luziamar já teve diferentes projetos no sentido de recuperar aquele espaço mas, até ao momento, ainda nenhum se concretizou. Em 2015, numa reunião da Câmara Municipal de Viana do Castelo, foi revelado que era vontade do atual proprietário: ..."recuperar a atual envolvência do Luziamar", acresce...

“Banhos Quentes” - Publicidade de outros tempos

Ao folhear uma publicação já com algumas dezenas de anos, deparei-me com esta publicidade ao Balneário dos “Banhos Quentes da Praia Norte”, que se situava na extinta Av. da Praia Norte, absorvida pelos Estaleiros Navais de Viana do Castelo.  Este Balneário faz parte das minhas memórias e recordações de tempos passados.  Devido à concentração de iodo nas águas da Praia Norte, estas instalações apelidadas de “Banhos Quentes” (em que a água do mar depois de aquecida era aproveitada para banhos e inalações, como uma forma de terapia e relaxamento), eram muito procuradas por pessoas da região do Alto Minho e da vizinha Galiza. Muitas delas chegavam a dormir, no chão, em casas de pescadores, principalmente naquelas junto ao Campo da Agonia.  É pena que o desinteresse e decadência ditassem o fim desta atividade em Viana do Castelo.  Li há pouco tempo na imprensa, que existe um projeto aprovado, para a instalação junto à Praia Norte, de um Centro de Talassoterapia...

Viana do Castelo em dia de feira semanal

Esta velha e tradicional atividade realiza-se semanalmente, às sextas-feiras, no Campo d’Agonia/Campo do Castelo. Neste grande espaço de venda ao ar livre, encontra-se uma diversidade de produtos, nomeadamente louças, tecidos, roupas, calçado, atoalhados, móveis, vasilhame, ferramentas, cobres entre muitos outros. Horário de funcionamento | Verão das 07h00-20h00 / Inverno das 07h00-18h00. Feira Semanal em Viana do Castelo (2019.10.25) Feira Semanal em Viana do Castelo (2019.10.25) Feira Semanal em Viana do Castelo (2019.10.25) Feira Semanal em Viana do Castelo (2019.10.25) Feira Semanal em Viana do Castelo (2019.10.25) Feira Semanal em Viana do Castelo (2019.10.25) Feira Semanal em Viana do Castelo (2019.10.25) Feira Semanal em Viana do Castelo (2019.10.25)