Nos próximos dias 29 e 30 de Setembro e 1 de Outubro, às 21h30, no Teatro Municipal Sá de Miranda de Viana do Castelo, o Centro Dramático de Viana repõe a sua mais recente produção: "Ecos Verdes".
Adaptado por Castro Guedes a partir de excertos de "O Gigante Verde", de Manuel Grangeio Crespo, "Ecos Verdes" é uma liturgia teatral delirante, evocativa das bases do pensamento ecológico e crítica das transformações sóciopolíticas do século XX, que resulta num espectáculo simultaneamente hermético e cómico.
Ante estreado em 24 de Julho de 2011 no Teatro Municipal Sá de Miranda, "Ecos Verdes" conta com as interpretações de Adriel Filipe, Ana Perfeito, Elisabete Pinto, Marta Moreira Lopes, Ricardo Simões, Simão Luís e ainda com a interpretação musical da harpista Inês Vale.
Hoje, dia 1 de maio, cumpriu-se uma tradição que ainda se mantém bem viva na cidade de Viana do Castelo, é as varandas dos edifícios da Praça da República aparecerem enfeitadas com as tradicionais “Maias”, ou coroas de flores. A exposição é promovida pela Câmara Municipal e hoje, como em todos os anos, lá estão as “Maias” a embelezar aquela que é considerada a “sala de visitas” de Viana do Castelo. Transcrevo um texto retirado do site da RTAM, que explica o porquê desta tradição das "Maias". A Maia, chamada, também, "Rainha do Maio", ou "Rosa do Maio", era uma boneca de palha de centeio, em torno da qual havia descantes toda a noite (1.º de Maio); outras vezes, uma menina coroada com flores, que se enfeitava com o vestido branco, jóias, etc., sendo colocada num trono florido, e venerada todo o dia com danças e cantares. Esta festa, sem dúvida com reminiscências pagãs (celtas-romanas), foi proibida várias vezes (caso de Lisboa onde em 1402, p...