Avançar para o conteúdo principal

Concessão das marinas de Viana do Castelo de novo envolta em polémica


A APVC - Administração do Porto de Viana do Castelo, S.A., decidiu resolver o “Contrato de Concessão para Construção e Exploração das Marinas de Viana do Castelo”, responsabilizando o Real Iate pelo fracasso na concretização da concessão. 
No comunicado que se transcreve em baixo, a APVC explica as razões que a levaram a tomar tal atitude:

1. Do concurso lançado para a concessão das marinas de Viana do Castelo fazia parte a obrigatoriedade de apresentar uma caução bancária que garantisse a capacidade financeira da empresa que viesse a ser a concessionária. Esta caução é indispensável em qualquer contrato deste tipo em que se assumem compromissos de longo prazo, cumprindo objectivos de um serviço ao público. 
2. No passado dia 18 de Abril de 2012, procedeu-se à assinatura do “Contrato de Concessão para Construção e Exploração das Marinas de Viana do Castelo”. 
3. A propósito da caução e nos termos das regras do concurso lançado, aquela deveria ter sido apresentada juntamente com os restantes documentos de habilitação. 
4. No entanto, após solicitações várias da Real Iate este momento acabou por ser adiado para a data de assinatura do contrato. 
5. Mais tarde, enquanto as partes negociavam os termos da minuta do contrato, veio a Real Iate invocar, por diversas formas, que precisava de mais tempo para apresentar caução, pelo que, mantendo a APVC interesse na concessão já adjudicada, ficou contratualmente prevista a entrega 30 dias após assinatura do contrato, sem a qual nunca aquele contrato poderia produzir qualquer efeito. 
6. A caução não foi apresentada no prazo limite contratualmente estabelecido. Na posse de um contrato assinado, a APVC, ainda acreditando estarem as partes de boa fé, advertiu a Real Iate de Viana para entregar a caução em falta, impreterivelmente, até às 17:00 horas do dia 24 de Maio de 2012. 
7. Logo de seguida, foi a Administração do Porto de Viana do Castelo surpreendida com a comunicação de que tinha o Real Iate mandado suspender a emissão da caução. 
8. Decorreu o último prazo concedido sem que tenha sido apresentada a caução pelo que o contrato se deve dar por resolvido. 
9. Só agora entende a APVC comunicar com a opinião pública sobre este processo, por ser uma empresa do Estado, sem fontes, nem fugas de informação, que age sempre de boa fé e que não procura confundir o espaço público com opiniões. 
10. O contrato se deve dar por resolvido. É tempo de procurar uma nova solução. A APVC proporá à Câmara Municipal de Viana do Castelo parceria no desenvolvimento de um projeto de intervenção para as marinas no mais breve espaço de tempo. 
11. Não deixará a APVC de proceder judicialmente contra quem de forma ardilosa causou graves prejuízos ao interesse público.

MENSAGENS MAIS VISUALIZADAS NOS ÚLTIMOS 7 DIAS

Loja da Fábrica da Louça Regional de Viana volta a abrir este fim de semana

Desde junho de 2026, que centenas de pessoas já passaram pela loja da Fábrica da Louça Regional de Viana, situada na Rua da Fábrica, Meadela, Viana do Castelo, para adquirir peças desta emblemática louça. Recorde-se que esta fábrica encerrou e deixou de produzir desde 2006, tendo em stock ainda cerca de um milhão de peças que os atuais proprietários estão a tentar vender. Para o efeito, desde junho deste ano que abrem a loja um fim de semana por mês, até esgotar o stock. Este fim de semana, volta a abrir portas este sábado, dia 3, das 14h00 às 19h00 e no domingo, dia 4, das 10h00 às 13h00. Aproveite o fim de semana e passe por lá!  📸 Arquivo | @olharvianadocastelo

Viana do Castelo de Outros Tempos. Reconhece estes lugares?

Os anos passam, as paisagens e os lugares mudam. Estas fotografias antigas de Viana do Castelo mostram-nos como eram as ruas e as vistas de algumas zonas da cidade. A cidade transformou-se, cresceu, ganhou novos contornos. Consegue encontrar as diferenças? 

Igreja de S.Domingos em obras de conservação

Na igreja de S.Domingos, em Viana do Castelo, prosseguem as obras que visam a reabilitação do exterior nomeadamente, a substituição da cobertura e caixilharia do monumento. A intervenção na torre sineira está concluída. Este importante edifício religioso da cidade de Viana do Castelo, classificado como Monumento Nacional, foi mandado construir por São Bartolomeu dos Mártires, no século XVI. 📸 outubro 2026 | @olharvianadocastelo 📸 junho 2026 | @olharvianadocastelo 📸 abril 2026 | @olharvianadocastelo

“Fábrica de Louça da Meadela” a fazer história desde 1947

A fábrica de louça de Viana sedeada no Lugar do Cais Novo, na freguesia de Darque, Viana do Castelo, iniciou a sua produção de faiança no ano de 1774, vindo a encerrar em1855.  Só passados noventa e dois anos, em 1947, é que é fundada a Empresa de Cerâmica Regional Vianense, Lda., mais conhecida por Fábrica da Meadela, com o objectivo de retomar a tradição da cerâmica artística vianense.  Produzida em porcelana, distingue-se por ser totalmente pintada à mão e cozida a uma temperatura de 1400º, que lhe dá uma resistência que outras não possuem.  Tendo nos últimos anos adoptado a denominação de “Louça Regional de Viana”, produz peças não só decorativas mas também utilitárias e funcionais que podem ser utlizadas no dia a dia.  A louça regional utilitária e decorativa que esta fábrica produz baseia-se em três motivos distintos: motivos religiosos, florais e brasões de famílias antigas que tiveram a sua história na cidade de Viana. Produz igualmente reproduções ...

Sabia que…?

Nas traseiras dos Antigos Paços do Concelho (Praça da República) existiu um edifício mandado construir por Manoel Mexia Galvão, no ano de 1698, e demolido por altura dos anos 50 do século XX? Fotografia mais recente, setembro 2026 | @olharvianadocastelo