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Testes no tabuleiro da ponte Eiffel para resolver piso esburacado


A REFER vai realizar, entre 16 e 25 de julho, "ensaios e testes" no pavimento rodoviário da ponte Eiffel de Viana do Castelo, previstos desde outubro do ano passado, mas por concretizar devido às condições atmosféricas. 
A informação foi transmitida, segunda-feira, na sequência de uma reunião realizada nos últimos dias entre a Câmara Municipal e a REFER, na qual foi transmitida a "preocupação" face ao estado de conservação do tabuleiro e a necessidade de uma "intervenção urgente". 
"Pelo que a REFER nos informou, serão feitas estas provas entre 16 e 25 de julho para depois escolher o material a aplicar no piso. Enquanto decorrerem estes trabalhos, a circulação na ponte será feita de forma alternada, numa única via", explicou o autarca José Maria Costa.
Fonte daquela empresa pública tinha já reconhecido, anteriormente, a necessidade de a operação decorrer com "bom tempo" e "determinadas temperaturas", além da obrigatória ausência de humidade.
"Sob pena de inviabilizar os testes ao novo material que pretendemos realizar, condicionando os resultados desses testes. Temos tudo pronto para fazer essa operação no próximo verão", explicou a mesma fonte à agência Lusa. 
A REFER assume que estes ensaios, com um novo tipo de piso em alternativa ao atual, que se encontra totalmente esburacado, chegaram a estar agendados para outubro passado, mas foram suspensos face à previsão de chuva. 
O objetivo passa por "realizar ensaios e testes no pavimento rodoviário da Ponte Eiffel, com aplicação de soluções, em estudo, em determinados módulos do tabuleiro", operação que deverá desenrolar-se durante uma semana, obrigando a constrangimentos na circulação automóvel. 
O tabuleiro rodoviário é da responsabilidade da REFER e desde 2007, altura em que foi alvo de uma grande intervenção de reabilitação de 15 milhões de euros, que os problemas no piso persistem. 
"Embora com adequadas características técnicas para a função pretendida, [o piso] veio a revelar um deficiente comportamento, com fissuração e descolamento em algumas zonas. Com o objetivo de reparar as deficiências, a REFER recorreu à garantia técnica de obra, tendo o empreiteiro reposto, por duas vezes, uma camada de desgaste do pavimento", explicou a empresa. 
Cinco anos depois, "o problema persiste" e por isso, para "determinar as causas de tal comportamento anómalo e encontrar uma solução para o mesmo", solicitou à Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) "um estudo, análise e ensaio de caracterização daquele material". 
"Identificando possíveis erros de aplicação ou a sugestão de outros materiais para a camada de desgaste, caso o aplicado se revelasse, de todo em todo, incompatível com o tipo de tráfego da ponte", acrescentou a fonte. 
Com este estudo, a REFER "espera estar em condições de calendarizar as intervenções que se entenderem por convenientes". 
Com 133 anos de existência, a ponte Eiffel de Viana do Castelo chegou a fechar à circulação, totalmente, durante 21 meses, para vários trabalhos de reabilitação da estrutura e pilares. No fim da operação, o então ministro das Obras Públicas, Mário Lino, admitiu que a ponte estava em condições de resistir "mais cem anos".

Fonte: JN (10.07.2012)

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