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Já arrancou a empreitada de requalificação da Frente Ribeirinha de Viana do Castelo – Núcleo de Santiago da Barra

A Frente Ribeirinha de Viana do Castelo – Núcleo de Santiago da Barra vai ser alvo de obras de requalificação. A empreitada, colocada a concurso pela Polis Litoral Norte, está orçada em 2,9 milhões de euros e tem um prazo de execução de oito meses.


A intervenção tem como objectivos principais a valorização dos espaços degradados na envolvente do forte, a valorização do núcleo piscatório, o fomento da circulação e acessibilidades de forma regrada, a colocação de mobiliário urbano e a infraestruturação daquela área.
Assim, está prevista a qualificação dos espaços para as festividades e feira semanal, considerando como eixo estruturante a alameda que une o Forte de Santiago da Barra à Igreja da Nossa Senhora da Agonia, prevendo um percurso lúdico na área do baluarte do Forte e a requalificação do espaço público do Campo da Agonia, disciplinando e limitando os lugares de feira e introduzindo novas áreas verdes.
Da empreitada consta ainda a requalificação e valorização do tanque lavadouro público, através da recuperação dos seus muros e pavimentos e do percurso de água e dotando-o de uma cobertura permanente. Na envolvente ao tanque, será instalada uma nova área pavimentada, dotada de infraestruturas de apoio a serviços públicos.
Paralelamente, está prevista a requalificação do núcleo piscatório, através do desenho de valorização de percursos e espaço público e sua articulação com a acessibilidade ao Forte de Santiago da Barra, incluindo a requalificação do seu fosso e valorização das plataformas dos baluartes exteriores.
Serão também criados acessos à feira, ao parque de estacionamento e aos estaleiros navais, e prolongada a Ecovia do Litoral Norte, que irá contornar a fortaleza e continuar pela frente ribeirinha, atravessando a doca seca em direção às plataformas costeiras a sul.
A intervenção incluirá a renovação do sistema de recolha de resíduos sólidos urbanos e instalação de novo mobiliário urbano, com bancos em espaços de encontro e sociabilidade, dissuasores de trânsito, bebedouros, sistemas de recolha de dejectos caninos, sinalização rodoviária adequada e estendais na envolvente ao lavadouro público.
Em toda a área, serão implementadas novas redes de abastecimento de água, serviço de incêndios e alimentação da rede de rega, drenagem de águas pluviais e águas residuais domésticas, infraestruturas para telecomunicações, eletricidade de média e baixa tensão e de iluminação pública.

MENSAGENS MAIS VISUALIZADAS NOS ÚLTIMOS 7 DIAS

Adjudicada empreitada para construção da “CASA MORTUÁRIA MUNICIPAL”

Segundo informação publicada no Portal Base (Contratos Públicos Online), a Câmara Municipal de Viana do Castelo adjudicou, em 30 setembro de 2020, pelo montante de € 781.505,16, a que acresce o I.V.A. à taxa legal, a empreitada da "CASA MORTUÁRIA MUNICIPAL DE VIANA DO CASTELO”, com o prazo de execução de 210 dias. A nova Casa Mortuária irá situar-se na Avenida Capitão Gaspar de Castro, nos terrenos do Horto Municipal, aproveitando a proximidade ao Cemitério existente. A construção, com uma área bruta de 561,70 m2 integra, nomeadamente, quatro salas mortuárias, áreas sanitárias, salas de família e sala de apoio.

Campo de girassóis chama a atenção em Carreço (Viana)

Um extenso campo de girassóis pinta de amarelo a paisagem na Veiga de Carreço (Viana do Castelo), junto à estrada Nacional 13. Para quem passa por ali é difícil ficar indiferente à imensidão de flores que encanta qualquer um. A beleza é tanta que não falta quem pare por alguns minutos para observar os girassóis e aproveite a paisagem como cenário para tirar algumas fotografias.

Um complexo em ruínas chamado Luziamar

Recentemente foi colocada ao redor do que resta deste emblemático empreendimento, uma nova vedação e uma placa com o nome da empresa atual proprietária do espaço. Será que está para breve alguma intervenção no sentido de se recuperar este importante espaço degradado da cidade de Viana do Castelo? O complexo turístico do Luziamar abriu portas em 1974 e fechou em meados da década de 90 do século passado. Durante grande parte do tempo em que se manteve em atividade, foi umas das principais referências na noite da região Norte de Portugal e da Galiza, sobretudo devido à sua discoteca, marcando uma geração que ainda hoje o recorda com saudade. Nos últimos anos, a empresa proprietária do Luziamar já teve diferentes projetos no sentido de recuperar aquele espaço mas, até ao momento, ainda nenhum se concretizou. Em 2015, numa reunião da Câmara Municipal de Viana do Castelo, foi revelado que era vontade do atual proprietário: ..."recuperar a atual envolvência do Luziamar", acresce...

O Castelo que deu o nome à cidade

Foi a 20 de Janeiro de 1848 que a Vila de Viana do Minho foi elevada a cidade com a denominação de Viana do Castelo. Esta distinção foi concedida pela Rainha D. Maria II. Reza a história que este gesto da Rainha se deveu ao reconhecimento da heróica resistência e lealdade do comandante do Castelo de Santiago da Barra, aquando da guerra civil da Patuleia. (Extrato da carta datada de 20 de Janeiro de 1848, que a Rainha D. Maria II enviou à Câmara de Viana)  “...Hei por bem e me praz, que a Vila de Viana do Minho fique erecta em cidade com a denominação de Cidade de Viana do Castelo, e que nesta qualidade goze de todas as prerrogativas que direitamente lhe pertencem...”

“Banhos Quentes” - Publicidade de outros tempos

Ao folhear uma publicação já com algumas dezenas de anos, deparei-me com esta publicidade ao Balneário dos “Banhos Quentes da Praia Norte”, que se situava na extinta Av. da Praia Norte, absorvida pelos Estaleiros Navais de Viana do Castelo.  Este Balneário faz parte das minhas memórias e recordações de tempos passados.  Devido à concentração de iodo nas águas da Praia Norte, estas instalações apelidadas de “Banhos Quentes” (em que a água do mar depois de aquecida era aproveitada para banhos e inalações, como uma forma de terapia e relaxamento), eram muito procuradas por pessoas da região do Alto Minho e da vizinha Galiza. Muitas delas chegavam a dormir, no chão, em casas de pescadores, principalmente naquelas junto ao Campo da Agonia.  É pena que o desinteresse e decadência ditassem o fim desta atividade em Viana do Castelo.  Li há pouco tempo na imprensa, que existe um projeto aprovado, para a instalação junto à Praia Norte, de um Centro de Talassoterapia...