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Nomes das ruas contam a história de Viana

... conheça um pouco mais sobre a história da Rua Nova de Santana e Viela da Parenta em Viana do Castelo.

RUA NOVA DE SANTANA
Rua da zona histórica, com início no Passeio das Mordomas da Romaria e fim na Avenida Rocha Páris. Esta rua central da cidade foi aberta no século XVI, mais precisamente em 1531.
Neste século, dada a progressiva e crescente expansão da população da Vila de Viana, foram abertas novas ruas, como é o caso desta. Denomina-se "Nova" pelo fato de antes dela já existir a Rua de Sant'Ana, que ia ter ao convento de freiras de Sant'ana, artéria que é hoje o Passeio das Mordomas da Romaria, e da qual se fez a abertura para a construção desta.
Em jeito de complemento refere-se que no antigo convento de Sant'Ana, depois de reconvertido, está atualmente instalada a Congregação da Caridade.

(clique na imagem para ampliar e ver melhor)

Rua Nova de Santana, Viana do Castelo
VIELA DA PARENTA
Viela do centro medieval, entre a rua do Hospital Velho e a Rua Grande, onde outrora habitavam navegadores e mareantes vianenses como Pêro Galego. Figura de valentia quase lendária, Pêro Galego teve por armas uma caravela sobre as ondas do mar, que ainda se vê, gravada na pedra da sua casa situada nesta típica viela.

Viela da Parenta, Viana do Castelo

MENSAGENS MAIS VISUALIZADAS NOS ÚLTIMOS 7 DIAS

Campo de girassóis chama a atenção em Carreço (Viana)

Um extenso campo de girassóis pinta de amarelo a paisagem na Veiga de Carreço (Viana do Castelo), junto à estrada Nacional 13. Para quem passa por ali é difícil ficar indiferente à imensidão de flores que encanta qualquer um. A beleza é tanta que não falta quem pare por alguns minutos para observar os girassóis e aproveite a paisagem como cenário para tirar algumas fotografias.

Escavação arqueológica está a destapar construções antigas

Continuam as escavações arqueológicas no terreno onde está a ser construído o novo mercado municipal de Viana do Castelo. Nas fotografias captadas no dia 30 de abril de 2026 (ver galeria em baixo) é possível ver os vestígios já destapados, que poderão pertencer ao antigo mosteiro de S. Bento (século XVI) e ao primitivo mercado municipal da cidade (1892-1965). 📸 30 abril 2026 | @olharvianadocastelo

O MANTO FLORIDO de Mazarefes e o ARCO FESTIVO de Vila Mou são duas das maiores atrações do “Viana Florida”

Imponente e ornamentado com flores naturais, o ARCO FESTIVO , é o ex-libris da freguesia de Vila Mou, no concelho de Viana do Castelo. A Comissão de Festas da Romaria de Nossa Senhora da Encarnação, em parceria com a Junta de Freguesia de Torre e Vila Mou, foi quem ornamentou e levantou o Arco no jardim público de Viana do Castelo. O MANTO FLORIDO de Mazarefes (freguesia do concelho de Viana do Castelo) é composto por mais de quinze mil flores "bordadas" pela comunidade de Mazarefes. O Manto, que surgiu na edição da Romaria da Senhora das Boas Novas e São José de Mazarefes 2026, está agora em Viana do Castelo, sendo uma das maiores atrações do “Viana Florida”. 📸 maio 2026 | @olharvianadocastelo

Pela cidade, em mais um dia de “Viana Florida”

📸 2 maio 2026 | @olharvianadocastelo

A tradição das “Maias”

Hoje, dia 1 de maio, cumpriu-se uma tradição que ainda se mantém bem viva na cidade de Viana do Castelo, é as varandas dos edifícios da Praça da República aparecerem enfeitadas com as tradicionais “Maias”, ou coroas de flores. A exposição é promovida pela Câmara Municipal e hoje, como em todos os anos, lá estão as “Maias” a embelezar aquela que é considerada a “sala de visitas” de Viana do Castelo. Transcrevo um texto retirado do site da RTAM, que explica o porquê desta tradição das "Maias".  A Maia, chamada, também, "Rainha do Maio", ou "Rosa do Maio", era uma boneca de palha de centeio, em torno da qual havia descantes toda a noite (1.º de Maio); outras vezes, uma menina coroada com flores, que se enfeitava com o vestido branco, jóias, etc., sendo colocada num trono florido, e venerada todo o dia com danças e cantares.  Esta festa, sem dúvida com reminiscências pagãs (celtas-romanas), foi proibida várias vezes (caso de Lisboa onde em 1402, p...