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O mistério da falta de água nos chafarizes e outros espaços de Viana do Castelo

Um mistério tem ocupado ultimamente a mente de muitos vianenses. 
A água desapareceu misteriosamente de alguns chafarizes e espaços públicos de Viana do Castelo. Uns há mais tempo que outros, o certo é que são cada vez mais aqueles que agora se encontram secos de todo. 
Isto dá azo às mais variadas conjecturas e divagações, que entretêm ativas conversas de café por parte dos vianenses, enquanto não houver uma explicação da autoridade competente. 
Eu, desde muito novo que me habituei a ver água a correr no Chafariz da Praça da República e agora acho muito estranho, o mesmo se encontrar há muitas semanas sem uma gota de água. 
Os Chafarizes, primeiramente tinham a função de distribuir água para a população, agora servem principalmente para registar importantes épocas, além de ornamentarem as praças e espaços da cidade. É pena vê-los “parados”, sem água. 
Alguns exemplos:

(clique nas imagens para ampliar e ver melhor)
Chafariz na Praça da República, Viana do Castelo

Chafariz/Estátua de Mercúrio, Viana do Castelo

Monumento Caramuru, Viana do Castelo

Largo Amadeu Costa, Viana do Castelo

Praça da Liberdade, Viana do Castelo

Biblioteca Municipal, Viana do Castelo

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Já há programação oficial para o LER EM VIANA - Festa do Livro e das Artes!

Iniciativa da Câmara Municipal de Viana do Castelo e organizado e programado pela Biblioteca Municipal, o LER EM VIANA - Festa do Livro e das Artes decorre entre 18 e 26 de abril reunindo um conjunto de propostas em torno do universo da leitura, das artes e da criatividade. O Centro Cultural de Viana do Castelo, será novamente o palco da edição deste ano. Feira do Livro, encontros com escritores, apresentação de livros, horas do conto para crianças e famílias, música e dança compõem a programação da 5ª edição do LER EM VIANA. Entrada gratuita todos os dias das 14h30 às 23h30.

Campo de girassóis chama a atenção em Carreço (Viana)

Um extenso campo de girassóis pinta de amarelo a paisagem na Veiga de Carreço (Viana do Castelo), junto à estrada Nacional 13. Para quem passa por ali é difícil ficar indiferente à imensidão de flores que encanta qualquer um. A beleza é tanta que não falta quem pare por alguns minutos para observar os girassóis e aproveite a paisagem como cenário para tirar algumas fotografias.

As senhas da Revolução

Hoje celebramos os 50 anos do 25 de Abril, a Revolução dos Cravos. Viva o 25 de Abril! Viva a Liberdade e Democracia! Viva Portugal! As senhas da Revolução Foram duas as canções utilizadas como senhas do 25 de Abril. A primeira divulgada pela rádio como sinal para o início da Revolução foi a música “E depois do adeus”, de José Niza, interpretada por Paulo de Carvalho, transmitida (22h55 do dia 24 de abril 1974) pelos Emissores Associados de Lisboa. A segunda foi a música “Grândola, vila morena” de José Afonso, que a Rádio Renascença tocou (00h20 do dia 25 de Abril de 1974). O primeiro sinal destinava-se a preparar as tropas para a saída, e o segundo servia para confirmar o arranque das operações. Na imagem seguinte é apresentada a letra da 1ª estrofe de “E depois do adeus”, canção que serviu como primeira senha da Revolução.

Construção do novo mercado municipal prossegue em paralelo com os trabalhos arqueológicos

A empreitada de construção do novo mercado municipal de Viana do Castelo e a requalificação da sua envolvente, começou em setembro de 2025. O início da obra pôs a descoberto vestígios arqueológicos do antigo convento de São Bento (século XVI). Após uma curta paragem, agora a obra prossegue normalmente, em paralelo com os trabalhos arqueológicos. 📸 abril 2026 | @olharvianadocastelo

Edifícios religiosos de Viana fazem parte da história da cidade

Viana do Castelo possui um vasto património religioso. É visível a marca de fé e devoção dos seus habitantes, com as dezenas de igrejas e capelas que se erguem em diversos locais da cidade. Umas mais imponentes outras mais modestas, todas dão um encanto diferente à cidade e são dignas de referência e de uma visita. Um dos exemplos é a igreja de S. Bento, situada na Praça Frei Gonçalo Velho. Esta igreja é o que ainda hoje resta do antigo convento de freiras beneditinas fundado no século XVI. 📸 abril 2026 | @olharvianadocastelo