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Escola Secundária de Monserrate comemora hoje 125 anos de história

A atual Escola Secundária de Monserrate tem as suas origens na Escola de Desenho Industrial de Viana do Castelo, tendo, em 1979, passado a designar-se pelo nome como é conhecida atualmente.
Inaugurada em 21 de Outubro de 1888 com a designação de Escola de Desenho Industrial de Viana do Castelo, já conheceu ao longo destes anos outras designações, tais como: Escola Elementar de Desenho Industrial de Nun’Álvares, Escola Industrial e Comercial Nun’Álvares, Escola Industrial e Comercial de Viana do Castelo e desde 22 de Novembro de 1979 passou a designar-se Escola Secundária de Monserrate.
Conheceu igualmente várias instalações, sendo que o atual edifício foi inaugurado em 20 de Junho de 1964. Em Junho de 2009, iniciaram-se nestas instalações profundas obras de requalificação que foram concluídas no ano de 2011, num investimento que rondou os 16 milhões de euros.
São 125 anos de uma escola que constitui uma das mais prestigiadas referências do ensino do distrito de Viana do Castelo, com muita história para contar e com certeza novas etapas e novas vitórias para serem obtidas.
No site da Escola Secundária de Monserrate, podem ser consultados vários álbuns de fotografias de ex-alunos e das suas atividades, algumas com mais de 50 anos.

Fachada da Escola Secundária de Monserrate antes da última intervenção
Fachada da Escola Secundária de Monserrate após a última intervenção

MENSAGENS MAIS VISUALIZADAS NOS ÚLTIMOS 7 DIAS

Campo de girassóis chama a atenção em Carreço (Viana)

Um extenso campo de girassóis pinta de amarelo a paisagem na Veiga de Carreço (Viana do Castelo), junto à estrada Nacional 13. Para quem passa por ali é difícil ficar indiferente à imensidão de flores que encanta qualquer um. A beleza é tanta que não falta quem pare por alguns minutos para observar os girassóis e aproveite a paisagem como cenário para tirar algumas fotografias.

Escavação arqueológica está a destapar construções antigas

Continuam as escavações arqueológicas no terreno onde está a ser construído o novo mercado municipal de Viana do Castelo. Nas fotografias captadas no dia 30 de abril de 2026 (ver galeria em baixo) é possível ver os vestígios já destapados, que poderão pertencer ao antigo mosteiro de S. Bento (século XVI) e ao primitivo mercado municipal da cidade (1892-1965). 📸 30 abril 2026 | @olharvianadocastelo

O MANTO FLORIDO de Mazarefes e o ARCO FESTIVO de Vila Mou são duas das maiores atrações do “Viana Florida”

Imponente e ornamentado com flores naturais, o ARCO FESTIVO , é o ex-libris da freguesia de Vila Mou, no concelho de Viana do Castelo. A Comissão de Festas da Romaria de Nossa Senhora da Encarnação, em parceria com a Junta de Freguesia de Torre e Vila Mou, foi quem ornamentou e levantou o Arco no jardim público de Viana do Castelo. O MANTO FLORIDO de Mazarefes (freguesia do concelho de Viana do Castelo) é composto por mais de quinze mil flores "bordadas" pela comunidade de Mazarefes. O Manto, que surgiu na edição da Romaria da Senhora das Boas Novas e São José de Mazarefes 2026, está agora em Viana do Castelo, sendo uma das maiores atrações do “Viana Florida”. 📸 maio 2026 | @olharvianadocastelo

Pela cidade, em mais um dia de “Viana Florida”

📸 2 maio 2026 | @olharvianadocastelo

A tradição das “Maias”

Hoje, dia 1 de maio, cumpriu-se uma tradição que ainda se mantém bem viva na cidade de Viana do Castelo, é as varandas dos edifícios da Praça da República aparecerem enfeitadas com as tradicionais “Maias”, ou coroas de flores. A exposição é promovida pela Câmara Municipal e hoje, como em todos os anos, lá estão as “Maias” a embelezar aquela que é considerada a “sala de visitas” de Viana do Castelo. Transcrevo um texto retirado do site da RTAM, que explica o porquê desta tradição das "Maias".  A Maia, chamada, também, "Rainha do Maio", ou "Rosa do Maio", era uma boneca de palha de centeio, em torno da qual havia descantes toda a noite (1.º de Maio); outras vezes, uma menina coroada com flores, que se enfeitava com o vestido branco, jóias, etc., sendo colocada num trono florido, e venerada todo o dia com danças e cantares.  Esta festa, sem dúvida com reminiscências pagãs (celtas-romanas), foi proibida várias vezes (caso de Lisboa onde em 1402, p...