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Porto de Leixões absorve porto de Viana do Castelo


O porto de Leixões passou a integrar a partir de 1 de Janeiro deste ano a APVC - Administração do Porto de Viana do Castelo, S.A., que se extinguiu. 
Em resultado da fusão por incorporação da administração do porto de Viana do Castelo no porto de Leixões, a empresa centenária APDL passou a designar-se Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo. 
"O processo de fusão, que decorreu num ambiente laboral e profissional de grande tranquilidade, com a colaboração de todos os ‘stakeholders', potencia um conjunto significativo de vantagens, destacando-se a criação de sinergias pela integração dos portos numa só estrutura organizacional e das diferentes experiências nas áreas da exploração e gestão das infra-estruturas portuárias; a implementação de uma gestão complementar dos dois portos, potenciando a melhoria da eficiência da gestão com o melhor aproveitamento dos meios disponíveis", sublinha um comunicado da APDL. 
A administração do porto de Leixões relva também em benefício desta fusão o aumento da operacionalidade e a melhoria dos serviços prestados; a racionalização dos recursos técnicos, humanos e financeiros; a redução dos custos administrativos e de funcionamento; e o acréscimo da capacidade negocial junto dos fornecedores e instituições financeiras. 
"A estratégia de gestão da nova empresa, que mantém o mesmo conselho de administração, focaliza-se na definição de um novo modelo de negócio e desenvolvimento de exploração da actividade do porto de Viana do Castelo, no sentido de este beneficiar das sinergias dos elevados conhecimentos e competências técnicas nas áreas operacionais, administrativas e de gestão já aplicadas no porto de Leixões", adianta o referido comunicado da APDL. 
"Desta forma, estão criadas as condições para melhorar a qualidade de oferta de serviços daquele porto e desenvolver uma gestão comercial mais agressiva que conduza à angariação de novos clientes e ao aumento do movimento portuário", antevê a administração do porto de Leixões. 

Notícia do Jornal Económico de 08.01.2015

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