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''Casa Brasileira'', 113 anos a adoçar a boca dos Vianenses

No dia 22 de Março de 1902, Domingos Amorim Viana, natural de Santa Marta de Portuzelo (Viana do Castelo), funda a Casa Brasileira, na Rua de D. Luís, hoje de Sacadura Cabral, em Viana do Castelo, onde confecciona doces típicos da região. 
Sidónios (bolo em forma de caixão, confeccionado com amêndoa, ovos e açúcar), cuja patente foi registada precisamente em nome da Casa Brasileira, Manjericos (doce de ovos com amêndoa, servido em copos de baunilha) e a também muito conhecida Torta de Viana (recheada de creme de ovos e coberta com açúcar em pó), são alguns dos exemplos que ao longo dos anos fazem «crescer água na boca» aos mais gulosos. 
A mais antiga confeitaria da cidade de Viana do Castelo (completa hoje 113 anos) é famosa pelos Sidónios (em homenagem ao presidente da República Sidónio Pais, morto em 1918), mas também pela nova doçaria de inspiração francesa que os atuais proprietários, Sr. Norberto Martins e D. Maria Graça Ferreira, ex-emigrantes em França introduziram, juntamente com a confecção tradicional, quando assumiram a direcção do estabelecimento em 2004. 
As imitações dos Sidónios, existem um pouco por todo o lado, mas os Sidónios genuínos são uma criação da Casa Brasileira, em Viana do Castelo. 
Mas os predicados desta casa, não se ficam pelos Sidónios. Também os Manjericos, Torta de Viana, Bolos de Gema, Maçapães, Sardinhas, Ópera, Macarrom… são outras das especialidades que lhe trouxeram fama.




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Já há programação oficial para o LER EM VIANA - Festa do Livro e das Artes!

Iniciativa da Câmara Municipal de Viana do Castelo e organizado e programado pela Biblioteca Municipal, o LER EM VIANA - Festa do Livro e das Artes decorre entre 18 e 26 de abril reunindo um conjunto de propostas em torno do universo da leitura, das artes e da criatividade. O Centro Cultural de Viana do Castelo, será novamente o palco da edição deste ano. Feira do Livro, encontros com escritores, apresentação de livros, horas do conto para crianças e famílias, música e dança compõem a programação da 5ª edição do LER EM VIANA. Entrada gratuita todos os dias das 14h30 às 23h30.

Campo de girassóis chama a atenção em Carreço (Viana)

Um extenso campo de girassóis pinta de amarelo a paisagem na Veiga de Carreço (Viana do Castelo), junto à estrada Nacional 13. Para quem passa por ali é difícil ficar indiferente à imensidão de flores que encanta qualquer um. A beleza é tanta que não falta quem pare por alguns minutos para observar os girassóis e aproveite a paisagem como cenário para tirar algumas fotografias.

Intervenção na ponte móvel da marina de Viana, entrou na fase final

A ponte móvel pedonal localizada na margem direita do rio Lima, na entrada da marina de Viana do Castelo está inoperacional há mais de 2 anos. Presentemente, está em fase final a intervenção na ponte (e respetivos acessos) que teve início há cerca de seis meses. Inaugurada em 2007, esta travessia tem sofrido avarias constantes ao longo da sua existência. Espera-se que esta intervenção garanta a operacionalidade da infraestrutura a longo prazo.  A ponte está dotada da possibilidade de rotação de forma a permitir não só a passagem de peões (em posição fechada) mas também das embarcações (em posição aberta).  📸 abril 2026 | @olharvianadocastelo

O segundo espaço verde mais antigo da cidade

Criado em 1888, de forma triangular com 5.500m2 Jardim D. Fernando  Praça General Barbosa Monserrate, Viana do Castelo 📸 14 abril 2026 | @olharvianadocastelo

A tradição das “Maias”

Hoje, dia 1 de maio, cumpriu-se uma tradição que ainda se mantém bem viva na cidade de Viana do Castelo, é as varandas dos edifícios da Praça da República aparecerem enfeitadas com as tradicionais “Maias”, ou coroas de flores. A exposição é promovida pela Câmara Municipal e hoje, como em todos os anos, lá estão as “Maias” a embelezar aquela que é considerada a “sala de visitas” de Viana do Castelo. Transcrevo um texto retirado do site da RTAM, que explica o porquê desta tradição das "Maias".  A Maia, chamada, também, "Rainha do Maio", ou "Rosa do Maio", era uma boneca de palha de centeio, em torno da qual havia descantes toda a noite (1.º de Maio); outras vezes, uma menina coroada com flores, que se enfeitava com o vestido branco, jóias, etc., sendo colocada num trono florido, e venerada todo o dia com danças e cantares.  Esta festa, sem dúvida com reminiscências pagãs (celtas-romanas), foi proibida várias vezes (caso de Lisboa onde em 1402, p...