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''Casa Brasileira'', 113 anos a adoçar a boca dos Vianenses

No dia 22 de Março de 1902, Domingos Amorim Viana, natural de Santa Marta de Portuzelo (Viana do Castelo), funda a Casa Brasileira, na Rua de D. Luís, hoje de Sacadura Cabral, em Viana do Castelo, onde confecciona doces típicos da região. 
Sidónios (bolo em forma de caixão, confeccionado com amêndoa, ovos e açúcar), cuja patente foi registada precisamente em nome da Casa Brasileira, Manjericos (doce de ovos com amêndoa, servido em copos de baunilha) e a também muito conhecida Torta de Viana (recheada de creme de ovos e coberta com açúcar em pó), são alguns dos exemplos que ao longo dos anos fazem «crescer água na boca» aos mais gulosos. 
A mais antiga confeitaria da cidade de Viana do Castelo (completa hoje 113 anos) é famosa pelos Sidónios (em homenagem ao presidente da República Sidónio Pais, morto em 1918), mas também pela nova doçaria de inspiração francesa que os atuais proprietários, Sr. Norberto Martins e D. Maria Graça Ferreira, ex-emigrantes em França introduziram, juntamente com a confecção tradicional, quando assumiram a direcção do estabelecimento em 2004. 
As imitações dos Sidónios, existem um pouco por todo o lado, mas os Sidónios genuínos são uma criação da Casa Brasileira, em Viana do Castelo. 
Mas os predicados desta casa, não se ficam pelos Sidónios. Também os Manjericos, Torta de Viana, Bolos de Gema, Maçapães, Sardinhas, Ópera, Macarrom… são outras das especialidades que lhe trouxeram fama.




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Campo de girassóis chama a atenção em Carreço (Viana)

Um extenso campo de girassóis pinta de amarelo a paisagem na Veiga de Carreço (Viana do Castelo), junto à estrada Nacional 13. Para quem passa por ali é difícil ficar indiferente à imensidão de flores que encanta qualquer um. A beleza é tanta que não falta quem pare por alguns minutos para observar os girassóis e aproveite a paisagem como cenário para tirar algumas fotografias.

Viana do Castelo de Outros Tempos

Assim era a cidade em modo postal ilustrado.

Castelo de Santiago da Barra: esquecido, a precisar de intervenção

Classificado como imóvel de interesse público desde 1967, o Castelo ou Forte de Santiago da Barra, em Viana do Castelo, está há muito a precisar de uma intervenção. É lamentável que a um sítio tão importante na história da cidade não seja dada mais atenção. Independentemente da necessidade de uma reabilitação mais profunda, que tarda em acontecer, merece uma intervenção mais imediata, nomeadamente a remoção de vegetação das muralhas e limpeza do fosso (ver fotografias). 📸 12 maio 2026 | @olharvianadocastelo

Pela praia do Cabedelo…

Num simples passeio matinal pela praia do Cabedelo, em Darque, Viana do Castelo, cruzei-me, além de imensas gaivotas (o que é normal), com maçaricos-galegos e borrelhos-de-coleira-interrompida (que nidificam por ali). O borrelho-de-coleira-interrompida é uma ave de pequenas dimensões, cuja coloração é acastanhada por cima e branca por baixo, apresentando uma coleira incompleta. O seu ninho é uma pequena cova, nas dunas ou em pleno areal, e a cor dos ovos confunde-se com a cor da areia. Neste momento, estamos em plena época de nidificação do borrelho-de-coleira-interrompida (Charadrius alexandrinus). A estrutura que se vê na fotografia está a proteger um ninho: permite aos progenitores aceder ao seu Interior e evita a destruição dos ovos (por pisoteio, predadores ou limpezas mecânicas). 📸 13 maio 2026 | @olharvianadocastelo

Arte ou vandalismo?

Grafitar sem autorização não é arte, é vandalismo. Este comboio passou pela estação ferroviária de Viana do Castelo neste deprimente estado de degradação consequência do vandalismo que nada poupa. Para além de danificar o património coletivo, gera altos custos de limpeza. 📸 11 maio 2026 | @olharvianadocastelo