Avançar para o conteúdo principal

ENVC: Depois de concessionados, não falta trabalho


Nos últimos três anos antes da concessão, os Estaleiros Navais de Viana do Castelo estiveram praticamente sem trabalho. Foram cerca de 600 trabalhadores que diariamente vestiam o fato macaco à espera que o trabalho chegasse, mas em vão. Foram três anos em que os trabalhadores recebiam para não fazer nada. Não se construíam nem se reparavam navios. Vá-se lá saber porquê. Quem falhou?
Depois da subconcessão à empresa Martifer, em janeiro de 2014 , não têm faltado reparações de navios e até o estado já tem disponibilidade de mandar construir novos navios para a Marinha, nos estaleiros da WestSea, o que pelos vistos não tinha antes da concessão.
Conforme Resolução do Conselho de Ministros publicada no Diário da República de 8 de junho de 2015, o Governo acaba de autorizar a Marinha a realizar a despesa relativa à aquisição de dois navios-patrulha oceânicos da classe «Viana do Castelo», até ao montante máximo de 77 000 000,00 EUR, a que acresce o IVA à taxa legal em vigor, com recurso ao procedimento por negociação sem publicação de anúncio, com consulta às sociedades comerciais WEST SEA S.A., e EDISOFT S.A., em regime de consórcio a constituir no momento da adjudicação. 
Ainda bem que agora há trabalho, para bem dos trabalhadores, da economia do concelho, da região e do País, mas que se passaram situações um pouco incompreensíveis neste processo, parece ninguém ter dúvidas. Recorde-se que o atual Governo decidiu anular em 2012, a encomenda aos ENVC de seis Navios-Patrulha Oceânicos (NPO) e cinco Lanchas de Fiscalização Costeira (LFC), negócio avaliado em cerca de 400 milhões de euros.  

Veja AQUI o D.R. que autoriza a despesa relativa à aquisição de dois navios-patrulha oceânicos «Viana do Castelo».

PUBLICAÇÕES MAIS VISUALIZADAS NOS ÚLTIMOS 7 DIAS

O Campo d’Agonia já foi assim

Estes tempos já lá vão. Mas ficaram estas fotografias para nos recordar como era o emblemático Campo d’Agonia, em Viana do Castelo, há alguns anos. Consegue encontrar as diferenças?  📸 março 2005 | @olharvianadocastelo

Dias de Todos os Santos e de Finados, os dias em que os cemitérios se enchem de pessoas para homenagear os mortos

Repetindo um ritual, a 1 de novembro, é celebrado todos os anos pela Igreja Católica o Dia de Todos os Santos com o intuito de evocar a memória de todos os santos e mártires. No entanto, é neste dia que por ser feriado, véspera do dia de Finados, muitos antecipam a ida ao cemitério para prestarem homenagem a familiares e amigos já falecidos. É a oportunidade para que centenas de pessoas cumpram a tradição de limpar as campas, encher as jarras de flores, acender uma vela e rezar junto dos túmulos dos seus entes queridos. (clique na imagem para ver em modo de ecrã inteiro) Cemitério de Viana do Castelo (2018.10.31) Cemitério de Viana do Castelo (2018.10.31) Cemitério de Viana do Castelo (2018.10.31) Cemitério de Viana do Castelo (2018.10.31) Cemitério de Viana do Castelo (2018.10.31)

Veleiro HAI entra em estaleiro de Viana do Castelo

Esta sequência de imagens mostram o momento (26.10.2026) em que o veleiro HAI é retirado da água e colocado em seco no cais da MetaloRep - Construção e Reparação Naval (Doca Seca Engº Duarte Pacheco), em Viana do Castelo. Recorde-se, que o HAI, é o veleiro com bandeira alemã, que encalhou no passado dia 11 de outubro, na foz do rio Minho, em Caminha. 📸 26 outubro 2026 | @olharvianadocastelo

Hoje houve "Jornadas Populares pela Habitação" na Praça da República

Neste sábado, 31 de outubro, a Praça da República, em Viana do Castelo, recebeu as "Jornadas Populares pela Habitação", promovidas pelo ManifestAM - Movimento Cívico Apartidário do Alto Minho, em defesa do direito à habitação no Alto Minho. 📸 31 outubro 2026 | @olharvianadocastelo

BALANÇUELA SEGUNDO em doca seca à espera de ser reabilitado

O velhinho rebocador “BALANÇUELA SEGUNDO” já se encontra na Doca Seca Eng° Duarte Pacheco, dos estaleiros da MetaloRep - Construção e Reparação Naval, em Viana do Castelo, onde vai receber intervenções de reabilitação.  Este centenário rebocador, doado pela empresa TINITA – Transportes e Reboques Marítimos, S.A., ao Município de Viana do Castelo, vai ser reabilitado, para ficar em condições de ser exposto no espaço público, à disposição dos vianenses e visitantes, numa perspetiva de visitação ou simplesmente contemplação. O rebocador Balançuela Segundo foi construído num estaleiro da Alemanha em 1908. Em 1969 foi adquirido pela empresa TINITA, para prestar serviço no porto de Lisboa, sendo mais tarde transferido para o porto de Viana do Castelo, onde rebocou centenas de navios durante décadas, e acabou a sua vida útil. 📸 outubro 2026 | @olharvianadocastelo