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Nova Ecovia litoral de Viana do Castelo

Anda em marcha lenta a construção de quase dez quilómetros de percursos pedonais e cicláveis, junto ao litoral de Viana do Castelo, nomeadamente entre o Portinho do Lumiar e o Forte da Praia Norte, numa extensão de 4,4 quilómetros. 
A Polis Litoral Norte - Sociedade para a Requalificação e Valorização do Litoral Norte, prevê que para final de outubro do presente ano, os vianenses e visitantes já possam pedalar e caminhar na nova ecovia.

(clique na imagem para ampliar e ver melhor)

Troço da ciclovia em construção, junto à Praia de Areosa (Viana do Castelo)
Troço da ciclovia em construção, junto à Praia de Areosa (Viana do Castelo)

Comentários

  1. Cada coisa tem seu interesse e finalidade,só que neste caso isto não é uma prioridade!!

    O Presidente da câmara não conhece, de certeza, a área da sua jurisdição municipal;se não vejamos: uma prioridade flagrante é o acesso ao centro de saúde,situado na«cidade nova»
    em Darque(que depois, uma certa data, é parte íntegra da área citadina).Pois de certeza,que ele nunca fez esse percurso a pé uma só vez.Sugiro-lhe que o faça e de preferência num dia chuvoso,para se inteirar, do Calvário, dos desgraçados que não têm meio de locomoção, mas que, para terem acesso a cuidados médicos, têm de subir o Golgotá da Edilidade de VIANA do CASTELO!!Só visto para se acreditar...Mais digo:o presidente da Câmara de Viana do Castelo,tem que programar, um rasteio medical, a todos os habitantes da sua área,para determinar qual é o ácido corrosivo que,corrompe o piso dos passeios,aonde os há!São poucos os que estão em bom estado...Daniel Coutinho Sá(Em ANHA quando cá vem)

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  2. Na verdade se com tudo isto pensam proteger a linha costeira entre Viana e Montedor...é por demais cómico e vergonhoso. Pois vejamos o método que logo falha ao fazer crer que isto é para proteger a linha costeira, quando na verdade vão aumentar a circulação humana na zona, e consequentemente agravar o problema. Obvio que tudo isto é obra de fachada para turista usar por uns tempos, e o problema esse vai continuar e piorar. O método de fazer estradinhas em "terra batida" de fácil degradação é apenas e somente queimar o dinheiro dos contribuintes dando tachos a interesses!! Quando os próprios trabalhadores que fazem a obra acham que é apenas um desperdício de verba, quer pelos materiais usados e quer pelo desafio de combate á erosão do mar. Mas porque carga de agua os nossos "arquitectos" se recusam a apreender com o passado? Por acaso acham que os antigos faziam os contrafortes(que alguns trechos ainda por lá resistem)por...turismo?? Eles sabiam muito bem como o mar pode destruir toda planície! Será que os nossos arquitectos da polis ou lá de onde os foram descobrir sabem que já os reis de Portugal recorriam aos pinhais para proteger a orla marítima, como no caso do Camarido?? É que assim alem de proteger das ondas que fustigavam as dunas, igualmente criavam barreiras ao vento das nortadas ou ao furioso e tempestivo vento do Sudoeste. Com a plantação de duas ou mais linhas de árvores, não se protegia a linha costeira, como se contribuía para o ar que respiramos, defendíamos melhor a planície dos ventos marítimos e mesmo por vezes tanta árvore daria mais rendimento á comunidade. lembrem que a vegetação igualmente iria reforçar a linha costeira com mais dunas primarias. E depois esta ideia de colocar um piso ridículo completamente desagregador, e omitir um contraforte renovado em toda linha...por favor haja bom senso e poupem a região a mais crimes de corrupção. Esta dita ecovia que nada mais é que um requintado e caro caminho de cabras, em breve vai sucumbir ás chuvas e ventos intensos, á furia das ondas e á normal utilização humana. Espero que os autores deste projecto sejam chamados á responsabilidade pela incompetência e elevados custos que esta obra acarreta revelando uma total inoperância para o fim que se destina...a não ser que o objectivo fosse umas estradinhas de verão para os...amigos!!

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