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Obras da Polis já apresentam sinais de abandono

Concluídas há menos de um ano, obras que a Polis Litoral Norte levou a cabo na Área Costeira de Viana do Castelo, já apresentam sinais de falta de manutenção e destruição provocada pela ação de vândalos. 
Estão nesta situação, nomeadamente vários troços da Ecovia Litoral de Viana do Castelo no sector da Areosa, e na área para estacionamento automóvel da Praia do Paçô, entre outros. 
Como é possível que em tão pouco tempo após a sua conclusão, aqueles espaços causem tamanha má impressão, devido à falta de manutenção. O estado de abandono é evidente, o mato tomou conta dos espaços onde antes havia relva e arbustos que embelezavam algumas áreas. 
A obra era responsabilidade do Polis e a manutenção de quem será? Da autarquia? Seja de quem for a gestão do local, depois de gastos muitos milhares de euros, alguém tem de atuar.

Saiba mais sobre a Ecovia Litoral de Viana do Castelo, clicando AQUI.

(clique na imagem para ampliá-la)

Forte de Paçô - O mato já invade o piso em madeira que foi colocado à entrada
Parque de estacionamento da Praia de Paçô - Onde antes havia relva e arbustos, agora há mato
Parque de estacionamento da Praia de Paçô - Onde antes havia relva e arbustos, agora há mato
Passadiço junto à Praia de Paçô - A vegetação quase impede a passagem
Passadiço junto à Praia de Paçô - Os vândalos já passaram por aqui
Junto ao Campo de Futebol da Areosa - Os arbustos aqui plantados ou secaram ou foram abafados por outra vegetação que já invade a ecovia
Junto ao Campo de Futebol da Areosa - Os arbustos aqui plantados ou secaram ou foram abafados por outra vegetação
Junto à ETAR da Areosa - Os arbustos aqui plantados ou secaram ou foram abafados por outra vegetação
Junto ao Campo de Futebol da Areosa - O piso da ecovia já se encontra neste péssimo estado

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Foi a 20 de Janeiro de 1848 que a Vila de Viana do Minho foi elevada a cidade com a denominação de Viana do Castelo. Esta distinção foi concedida pela Rainha D. Maria II. Reza a história que este gesto da Rainha se deveu ao reconhecimento da heróica resistência e lealdade do comandante do Castelo de Santiago da Barra, aquando da guerra civil da Patuleia. (Extrato da carta datada de 20 de Janeiro de 1848, que a Rainha D. Maria II enviou à Câmara de Viana)  “...Hei por bem e me praz, que a Vila de Viana do Minho fique erecta em cidade com a denominação de Cidade de Viana do Castelo, e que nesta qualidade goze de todas as prerrogativas que direitamente lhe pertencem...”