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Há 50 anos… no rio Lima

O água-arriba nos anos 60 do século passado, com turistas maioritariamente ingleses hospedados no Hotel de Santa Luzia, em passeio fluvial da foz do rio Lima até ao Barco do Porto, em Cardielos (Viana do Castelo). Chegados aí tinham à espera o almoço ao ar livre, regressando depois de autocarro para o Hotel. Quando não havia vento era com o auxílio de uma vara que os barqueiros movimentavam o barco. 
Embarcação típica do rio Lima, o água-arriba, também conhecido por arriba-acima, ou simplesmente barco, foi utilizado até finais dos anos 50 do século XX como meio de transporte de pessoas, animais e mercadorias, navegando pelo rio Lima acima e abaixo, entre Viana do Castelo, Lanheses, Ponte de Lima e Ponte da Barca. Depois passa a ser utilizado para fins turísticos, desaparecendo nos anos 70.
No ano de 2009 foi construída uma réplica desta embarcação histórica, o “água-arriba” “Lanhezes” com capacidade para transportar até 18 pessoas realizando, desde então, viagens turísticas no rio Lima mediante marcação.

O água-arriba num passeio turístico no rio Lima, em Viana do Castelo, nos anos 60 de século XX

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A tradição das “Maias”

Hoje, dia 1 de maio, cumpriu-se uma tradição que ainda se mantém bem viva na cidade de Viana do Castelo, é as varandas dos edifícios da Praça da República aparecerem enfeitadas com as tradicionais “Maias”, ou coroas de flores. A exposição é promovida pela Câmara Municipal e hoje, como em todos os anos, lá estão as “Maias” a embelezar aquela que é considerada a “sala de visitas” de Viana do Castelo. Transcrevo um texto retirado do site da RTAM, que explica o porquê desta tradição das "Maias".  A Maia, chamada, também, "Rainha do Maio", ou "Rosa do Maio", era uma boneca de palha de centeio, em torno da qual havia descantes toda a noite (1.º de Maio); outras vezes, uma menina coroada com flores, que se enfeitava com o vestido branco, jóias, etc., sendo colocada num trono florido, e venerada todo o dia com danças e cantares.  Esta festa, sem dúvida com reminiscências pagãs (celtas-romanas), foi proibida várias vezes (caso de Lisboa onde em 1402, p...

Viana do Castelo em dia de feira semanal

Esta velha e tradicional atividade realiza-se semanalmente, às sextas-feiras, no Campo d’Agonia/Campo do Castelo. Neste grande espaço de venda ao ar livre, encontra-se uma diversidade de produtos, nomeadamente louças, tecidos, roupas, calçado, atoalhados, móveis, vasilhame, ferramentas, cobres entre muitos outros. Horário de funcionamento | Verão das 07h00-20h00 / Inverno das 07h00-18h00. Feira Semanal em Viana do Castelo (2019.10.25) Feira Semanal em Viana do Castelo (2019.10.25) Feira Semanal em Viana do Castelo (2019.10.25) Feira Semanal em Viana do Castelo (2019.10.25) Feira Semanal em Viana do Castelo (2019.10.25) Feira Semanal em Viana do Castelo (2019.10.25) Feira Semanal em Viana do Castelo (2019.10.25) Feira Semanal em Viana do Castelo (2019.10.25)

"Viana Florida" vai encher de cor a cidade e freguesias

De 30 de abril a 31 de maio, a iniciativa "Viana Florida" é sinónimo de cor e animação. Feira das Flores e Jardinagem, Festival de Flores, Exposição e Festas Floridas prometem dinamizar a cidade de Viana do Castelo e freguesias do concelho. Do diversificado programa, destaca-se o 30 de abril, dia em que com a utilização de 40.000 flores, têm início os trabalhos de confeção dos arranjos de média dimensão na Praça da República, Praça da Liberdade, Largo Maestro José Pedro e Largo de São Domingos. Consulte o programa completo👇

Viana do Castelo está a ficar mais florida

É o “Viana Florida” que  está a chegar (30 de abril a 31 de maio) Estátua de Viana  📸 21 abril 2026 | @olharvianadocastelo

VIANA | Tradição das Maias voltou a florir a Praça

Na noite de 30 de abril para 1 de maio, na Praça da República, em Viana do Castelo, cumpriu-se com o ritual de se enfeitarem as varandas dos edifícios da “sala de visitas” da cidade, com Maias (coroas com flores e giestas amarelas). Esta tradição, cujas origens se perdem no tempo, de colocar ramos de giestas ou Maias (coroas) nas portas, janelas ou varandas das casas, revela aspetos diferentes nas várias regiões do país. Para uns, esta tradição encontra-se ligada a ritos de fertilidade, do início da Primavera e do novo ano agrícola ou que afasta o mau-olhado e as bruxas de casa. No Alto Minho, a lenda que se conta, e a mais habitual, é a seguinte: Herodes soube que a Sagrada Família na fuga para o Egipto pernoitaria numa certa aldeia. E estava já disposto a mandar matar todas as crianças do sexo masculino. Perante tal morticínio, um outro Judas, informa-o de que tal não valeria a pena. Também, não lhe dizia onde estava o Menino Jesus, mas colocaria um ramo de giesta florida na cas...