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Há 50 anos… no rio Lima

O água-arriba nos anos 60 do século passado, com turistas maioritariamente ingleses hospedados no Hotel de Santa Luzia, em passeio fluvial da foz do rio Lima até ao Barco do Porto, em Cardielos (Viana do Castelo). Chegados aí tinham à espera o almoço ao ar livre, regressando depois de autocarro para o Hotel. Quando não havia vento era com o auxílio de uma vara que os barqueiros movimentavam o barco. 
Embarcação típica do rio Lima, o água-arriba, também conhecido por arriba-acima, ou simplesmente barco, foi utilizado até finais dos anos 50 do século XX como meio de transporte de pessoas, animais e mercadorias, navegando pelo rio Lima acima e abaixo, entre Viana do Castelo, Lanheses, Ponte de Lima e Ponte da Barca. Depois passa a ser utilizado para fins turísticos, desaparecendo nos anos 70.
No ano de 2009 foi construída uma réplica desta embarcação histórica, o “água-arriba” “Lanhezes” com capacidade para transportar até 18 pessoas realizando, desde então, viagens turísticas no rio Lima mediante marcação.

O água-arriba num passeio turístico no rio Lima, em Viana do Castelo, nos anos 60 de século XX

MENSAGENS MAIS VISUALIZADAS NOS ÚLTIMOS 7 DIAS

Campo de girassóis chama a atenção em Carreço (Viana)

Um extenso campo de girassóis pinta de amarelo a paisagem na Veiga de Carreço (Viana do Castelo), junto à estrada Nacional 13. Para quem passa por ali é difícil ficar indiferente à imensidão de flores que encanta qualquer um. A beleza é tanta que não falta quem pare por alguns minutos para observar os girassóis e aproveite a paisagem como cenário para tirar algumas fotografias.

Viana do Castelo de Outros Tempos

Assim era a cidade em modo postal ilustrado.

Castelo de Santiago da Barra: esquecido, a precisar de intervenção

Classificado como imóvel de interesse público desde 1967, o Castelo ou Forte de Santiago da Barra, em Viana do Castelo, está há muito a precisar de uma intervenção. É lamentável que a um sítio tão importante na história da cidade não seja dada mais atenção. Independentemente da necessidade de uma reabilitação mais profunda, que tarda em acontecer, merece uma intervenção mais imediata, nomeadamente a remoção de vegetação das muralhas e limpeza do fosso (ver fotografias). 📸 12 maio 2026 | @olharvianadocastelo

Pela praia do Cabedelo…

Num simples passeio matinal pela praia do Cabedelo, em Darque, Viana do Castelo, cruzei-me, além de imensas gaivotas (o que é normal), com maçaricos-galegos e borrelhos-de-coleira-interrompida (que nidificam por ali). O borrelho-de-coleira-interrompida é uma ave de pequenas dimensões, cuja coloração é acastanhada por cima e branca por baixo, apresentando uma coleira incompleta. O seu ninho é uma pequena cova, nas dunas ou em pleno areal, e a cor dos ovos confunde-se com a cor da areia. Neste momento, estamos em plena época de nidificação do borrelho-de-coleira-interrompida (Charadrius alexandrinus). A estrutura que se vê na fotografia está a proteger um ninho: permite aos progenitores aceder ao seu Interior e evita a destruição dos ovos (por pisoteio, predadores ou limpezas mecânicas). 📸 13 maio 2026 | @olharvianadocastelo

Arte ou vandalismo?

Grafitar sem autorização não é arte, é vandalismo. Este comboio passou pela estação ferroviária de Viana do Castelo neste deprimente estado de degradação consequência do vandalismo que nada poupa. Para além de danificar o património coletivo, gera altos custos de limpeza. 📸 11 maio 2026 | @olharvianadocastelo