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VIANA | Pavilhão do Atlântico não pára de ganhar prémios de arquitetura. Três só em novembro


A arquitetura do Pavilhão do Atlântico, em Viana do Castelo, foi novamente distinguida, desta vez no âmbito do prémio “Urban Design and Architecture Design Awards 2018”, na categoria de Desporto e Recreio (ver AQUI).
O projecto de Valdemar Coutinho Arquitectos, gabinete de arquitectura de Viana do Castelo, volta a ser distinguido internacionalmente. Em novembro deste ano, a mesma obra venceu o prémio internacional “Architecture MasterPrize 2018”, na categoria “Architectural Design / Recreational Architecture”, atribuído em Los Angeles/EUA (ver AQUI) e o Melhor Projeto Público de Arquitetura, na 11ª edição dos Prémios Construir 2018, que decorreu em Lisboa. (ver AQUI).

CARATERISTICAS DO PAVILHÃO DO ATLÂNTICO
A superfície de prática desportiva é de 650 m2 (essencialmente para jogar voleibol e basquetebol) com um pé-direito de 7,50m, com 4 blocos independentes de Vestiários/Balneários, 2 blocos para os atletas, cada um com capacidade para 15 a 20 praticantes e os outros 2 para os treinadores/árbitros.
Na união dos dois corpos desenvolve-se a entrada principal, podendo aí permanecer mais de 50/80 pessoas até alcançarem os lugares sentados. Nesta rótula de união em torno da entrada, foram dimensionados uma Receção, um Posto de Vigilância, uma Cafetaria que funciona pontualmente em função da necessidade, Áreas de Apoio Técnicas, Instalações Sanitárias do Público masculino, feminino e de mobilidade reduzida. 
O pavilhão volumetricamente, em termos gerais, é composto por 2 corpos paralelepípedos (corpo nascente e poente), implantados perpendicularmente entre eles, formando no seu todo um volume único de linhas dinâmicas e sóbrias. O edifício apresenta predominantemente dois materiais de acabamento, o betão aparente e uma placagem de pedra grampeada cinza-azulada. 
A tonalidade geral do edifício é um cinzento, que nos faz lembrar um belo mar cinzento de igual modo no hall de entrada temos vários painéis de azulejo em relevo cinza, alusivos aos crustáceos e algas das praias de Viana do Castelo, executado pelo artista plástico Mário Rocha.

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