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VIANA | O renascer do estaleiro tradicional localizado à beira-rio

Encerrado há alguns anos devido ao seu estado avançado de degradação, o estaleiro de reparação de embarcações de pesca do Cabedelo, na freguesia de Darque (Viana do Castelo), está a ser reabilitado e modernizado, num investimento de 370 mil euros. Vocacionado para esta atividade suponho que seja o único que presentemente Viana do Castelo ainda dispõe.
Esta obra que visa a melhoria do funcionamento da atividade de reparação e manutenção de embarcações de pesca tradicional junto à ruína existente, compreende “o reordenamento e requalificação das áreas exteriores de circulação e estacionamento de embarcações, a beneficiação das redes de infraestruturas, a recuperação da rampa-varadouro, a instalação de um novo guincho na rampa e a requalificação e expansão da área coberta do estaleiro”.
É também intenção do município de Viana do Castelo promover a visitação deste estaleiro modernizado pelas comunidades escolares, no sentido da incrementação do conhecimento da arte, e da possível captação de novos artífices.

Em tempos, existiram em Viana do Castelo pequenos estaleiros navais de construção/reparação de barcos em madeira, onde se evidenciavam trabalhadores especialmente os carpinteiros e os calafates na construção e reparação dos barcos de madeira de forma artesanal. São os casos dos extintos estaleiros junto às Azenhas de D. Prior, na Argaçosa/Meadela (Viana do Castelo), cuja atividade cessou nos anos setenta do século passado e um outro que funcionou junto ao edifício do Instituto de Socorros a Náufragos, no porto de pesca da Ribeira de Viana. Destes, hoje resta apenas a recordação dos menos jovens.




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O Campo d’Agonia já foi assim

Estes tempos já lá vão. Mas ficaram estas fotografias para nos recordar como era o emblemático Campo d’Agonia, em Viana do Castelo, há alguns anos. Consegue encontrar as diferenças?  📸 março 2005 | @olharvianadocastelo

Dias de Todos os Santos e de Finados, os dias em que os cemitérios se enchem de pessoas para homenagear os mortos

Repetindo um ritual, a 1 de novembro, é celebrado todos os anos pela Igreja Católica o Dia de Todos os Santos com o intuito de evocar a memória de todos os santos e mártires. No entanto, é neste dia que por ser feriado, véspera do dia de Finados, muitos antecipam a ida ao cemitério para prestarem homenagem a familiares e amigos já falecidos. É a oportunidade para que centenas de pessoas cumpram a tradição de limpar as campas, encher as jarras de flores, acender uma vela e rezar junto dos túmulos dos seus entes queridos. (clique na imagem para ver em modo de ecrã inteiro) Cemitério de Viana do Castelo (2018.10.31) Cemitério de Viana do Castelo (2018.10.31) Cemitério de Viana do Castelo (2018.10.31) Cemitério de Viana do Castelo (2018.10.31) Cemitério de Viana do Castelo (2018.10.31)

Veleiro HAI entra em estaleiro de Viana do Castelo

Esta sequência de imagens mostram o momento (26.10.2026) em que o veleiro HAI é retirado da água e colocado em seco no cais da MetaloRep - Construção e Reparação Naval (Doca Seca Engº Duarte Pacheco), em Viana do Castelo. Recorde-se, que o HAI, é o veleiro com bandeira alemã, que encalhou no passado dia 11 de outubro, na foz do rio Minho, em Caminha. 📸 26 outubro 2026 | @olharvianadocastelo

Hoje houve "Jornadas Populares pela Habitação" na Praça da República

Neste sábado, 31 de outubro, a Praça da República, em Viana do Castelo, recebeu as "Jornadas Populares pela Habitação", promovidas pelo ManifestAM - Movimento Cívico Apartidário do Alto Minho, em defesa do direito à habitação no Alto Minho. 📸 31 outubro 2026 | @olharvianadocastelo

BALANÇUELA SEGUNDO em doca seca à espera de ser reabilitado

O velhinho rebocador “BALANÇUELA SEGUNDO” já se encontra na Doca Seca Eng° Duarte Pacheco, dos estaleiros da MetaloRep - Construção e Reparação Naval, em Viana do Castelo, onde vai receber intervenções de reabilitação.  Este centenário rebocador, doado pela empresa TINITA – Transportes e Reboques Marítimos, S.A., ao Município de Viana do Castelo, vai ser reabilitado, para ficar em condições de ser exposto no espaço público, à disposição dos vianenses e visitantes, numa perspetiva de visitação ou simplesmente contemplação. O rebocador Balançuela Segundo foi construído num estaleiro da Alemanha em 1908. Em 1969 foi adquirido pela empresa TINITA, para prestar serviço no porto de Lisboa, sendo mais tarde transferido para o porto de Viana do Castelo, onde rebocou centenas de navios durante décadas, e acabou a sua vida útil. 📸 outubro 2026 | @olharvianadocastelo