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As Coroas da Praça

Para cumprir a tradição, na noite de 30 de abril para 1 de maio, nas varandas dos edifícios da Praça da República de Viana do Castelo foram colocados os tradicionais Maios, ou coroas de flores, onde vão permanecer durante alguns dias a embelezar aquela que é considerada a "sala de visitas” da cidade.

Esta tradição, cujas origens se perdem no tempo, de colocar ramos de giestas ou Maios (coroas) nas portas, janelas ou varandas das casas, revela aspetos diferentes nas várias regiões do país. Para uns, esta tradição encontra-se ligada a ritos de fertilidade, do início da Primavera e do novo ano agrícola ou que afasta o mau-olhado e as bruxas de casa.

No Alto Minho, a lenda que se conta, e a mais habitual (De acordo com a extinta Região de Turismo do Alto-Minho), é a seguinte:
Herodes soube que a Sagrada Família na fuga para o Egipto pernoitaria numa certa aldeia. E estava já disposto a mandar matar todas as crianças do sexo masculino. Perante tal morticínio, um outro Judas, informa-o de que tal não valeria a pena. Também, não lhe dizia onde estava o Menino Jesus, mas colocaria um ramo de giesta florida na casa onde ele pernoitasse. Assim, bastaria à soldadesca procurar a tal casa e, pronto!... Porém, qual não foi o espanto dos legionários quando, na manhã seguinte, todas as casas da aldeia apareceram com o tal raminho de giesta florida!... Verdade ou ficção, a lenda ainda perdura, mas já com variantes!

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MENSAGENS MAIS VISUALIZADAS NOS ÚLTIMOS 7 DIAS

Reabilitação em vez da demolição

A opção de reabilitar em vez de demolir, preserva a história e o charme arquitetónico original desta habitação antiga em pleno centro histórico da cidade de Viana do Castelo. Esteve vários anos devoluta e degradada. Ainda está em obra, mas já dá para imaginar como vai ficar. 📸 março 2026 | @olharvianadocastelom 📸 abril 2021 | @olharvianadocastelo  📸 janeiro 2010 | @olharvianadocastelo

Campo de girassóis chama a atenção em Carreço (Viana)

Um extenso campo de girassóis pinta de amarelo a paisagem na Veiga de Carreço (Viana do Castelo), junto à estrada Nacional 13. Para quem passa por ali é difícil ficar indiferente à imensidão de flores que encanta qualquer um. A beleza é tanta que não falta quem pare por alguns minutos para observar os girassóis e aproveite a paisagem como cenário para tirar algumas fotografias.

Bem-vinda, primavera!

A primavera, a estação mais colorida e florida do ano, começa esta sexta-feira, 20 de março. Começa com céu encoberto e alguns chuviscos em Viana do Castelo. Mas há boas notícias, está prevista uma melhoria do estado do tempo já a partir de amanhã. É durante esta estação do ano que jardins e espaços verdes da cidade ganham um colorido especial. 📸 20 março 2026 | @olharvianadocastelo

Já há programação oficial para o LER EM VIANA - Festa do Livro e das Artes!

Iniciativa da Câmara Municipal de Viana do Castelo e organizado e programado pela Biblioteca Municipal, o LER EM VIANA - Festa do Livro e das Artes decorre entre 18 e 26 de abril reunindo um conjunto de propostas em torno do universo da leitura, das artes e da criatividade. O Centro Cultural de Viana do Castelo, será novamente o palco da edição deste ano. Feira do Livro, encontros com escritores, apresentação de livros, horas do conto para crianças e famílias, música e dança compõem a programação da 5ª edição do LER EM VIANA. Entrada gratuita todos os dias das 14h30 às 23h30.

A famosa travessia do rio Lima pelos romanos

Nas duas margens do rio Lima (na margem direita está o general Decius Junius Brutus no seu cavalo e na margem esquerda os soldados), em frente à Vila de Ponte de Lima, foi erguido no ano de 2009 um Monumento Evocativo da Lenda do Rio Lethes – o Rio do Esquecimento, que desperta a curiosidade dos milhares de visitantes que acodem a esta vila minhota. O que diz a Lenda de um acontecimento com mais de vinte e um séculos: Comandadas por Decius Junius Brutus, as hostes romanas atingiram a margem esquerda do Lima no ano 135 a.C.. A beleza do lugar as fez julgarem-se perante o lendário Rio Lethes, que apagava todas as lembranças da memória de quem o atravessasse.  Os soldados negaram-se a atravessá-lo. Então, o comandante passou e, da outra margem, chamou a cada soldado pelo seu nome. Assim lhes provou não ser esse o Rio do Esquecimento.