Avançar para o conteúdo principal

As Coroas da Praça

Para cumprir a tradição, na noite de 30 de abril para 1 de maio, nas varandas dos edifícios da Praça da República de Viana do Castelo foram colocados os tradicionais Maios, ou coroas de flores, onde vão permanecer durante alguns dias a embelezar aquela que é considerada a "sala de visitas” da cidade.

Esta tradição, cujas origens se perdem no tempo, de colocar ramos de giestas ou Maios (coroas) nas portas, janelas ou varandas das casas, revela aspetos diferentes nas várias regiões do país. Para uns, esta tradição encontra-se ligada a ritos de fertilidade, do início da Primavera e do novo ano agrícola ou que afasta o mau-olhado e as bruxas de casa.

No Alto Minho, a lenda que se conta, e a mais habitual (De acordo com a extinta Região de Turismo do Alto-Minho), é a seguinte:
Herodes soube que a Sagrada Família na fuga para o Egipto pernoitaria numa certa aldeia. E estava já disposto a mandar matar todas as crianças do sexo masculino. Perante tal morticínio, um outro Judas, informa-o de que tal não valeria a pena. Também, não lhe dizia onde estava o Menino Jesus, mas colocaria um ramo de giesta florida na casa onde ele pernoitasse. Assim, bastaria à soldadesca procurar a tal casa e, pronto!... Porém, qual não foi o espanto dos legionários quando, na manhã seguinte, todas as casas da aldeia apareceram com o tal raminho de giesta florida!... Verdade ou ficção, a lenda ainda perdura, mas já com variantes!

(clique na imagem para ver em modo de ecrã inteiro)







PUBLICAÇÕES MAIS VISUALIZADAS NOS ÚLTIMOS 7 DIAS

Dias de Todos os Santos e de Finados, os dias em que os cemitérios se enchem de pessoas para homenagear os mortos

Repetindo um ritual, a 1 de novembro, é celebrado todos os anos pela Igreja Católica o Dia de Todos os Santos com o intuito de evocar a memória de todos os santos e mártires. No entanto, é neste dia que por ser feriado, véspera do dia de Finados, muitos antecipam a ida ao cemitério para prestarem homenagem a familiares e amigos já falecidos. É a oportunidade para que centenas de pessoas cumpram a tradição de limpar as campas, encher as jarras de flores, acender uma vela e rezar junto dos túmulos dos seus entes queridos. (clique na imagem para ver em modo de ecrã inteiro) Cemitério de Viana do Castelo (2018.10.31) Cemitério de Viana do Castelo (2018.10.31) Cemitério de Viana do Castelo (2018.10.31) Cemitério de Viana do Castelo (2018.10.31) Cemitério de Viana do Castelo (2018.10.31)

O Campo d’Agonia já foi assim

Estes tempos já lá vão. Mas ficaram estas fotografias para nos recordar como era o emblemático Campo d’Agonia, em Viana do Castelo, há alguns anos. Consegue encontrar as diferenças?  📸 março 2005 | @olharvianadocastelo

Hoje houve "Jornadas Populares pela Habitação" na Praça da República

Neste sábado, 31 de outubro, a Praça da República, em Viana do Castelo, recebeu as "Jornadas Populares pela Habitação", promovidas pelo ManifestAM - Movimento Cívico Apartidário do Alto Minho, em defesa do direito à habitação no Alto Minho. 📸 31 outubro 2026 | @olharvianadocastelo

BALANÇUELA SEGUNDO em doca seca à espera de ser reabilitado

O velhinho rebocador “BALANÇUELA SEGUNDO” já se encontra na Doca Seca Eng° Duarte Pacheco, dos estaleiros da MetaloRep - Construção e Reparação Naval, em Viana do Castelo, onde vai receber intervenções de reabilitação.  Este centenário rebocador, doado pela empresa TINITA – Transportes e Reboques Marítimos, S.A., ao Município de Viana do Castelo, vai ser reabilitado, para ficar em condições de ser exposto no espaço público, à disposição dos vianenses e visitantes, numa perspetiva de visitação ou simplesmente contemplação. O rebocador Balançuela Segundo foi construído num estaleiro da Alemanha em 1908. Em 1969 foi adquirido pela empresa TINITA, para prestar serviço no porto de Lisboa, sendo mais tarde transferido para o porto de Viana do Castelo, onde rebocou centenas de navios durante décadas, e acabou a sua vida útil. 📸 outubro 2026 | @olharvianadocastelo

Será que é desta que Viana do Castelo vai ter um novo Mercado?

Recorde-se que desde 2000, que o assunto anda a ser falado. A construção do mercado no lugar do Edifício Jardim (mais conhecido por prédio Coutinho), foi sendo adiada devido a sucessivas providências cautelares e recursos nos tribunais, apresentados por moradores. A demolição do prédio Coutinho, de 13 andares, foi concretizada no ano de 2022. A empreitada de construção do novo mercado municipal de Viana do Castelo no lugar do prédio Coutinho, começou em setembro de 2025. O início da obra pôs a descoberto vestígios arqueológicos do antigo convento de São Bento (século XVI). Após uma curta paragem, a obra prosseguiu normalmente, em paralelo com os trabalhos arqueológicos. Entretanto, a obra foi novamente suspensa devido a uma providência cautelar interposta pela associação Vian'Acorda e admitida pelo Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF) de Braga. A associação pretendia travar os trabalhos no local para salvaguardar achados arqueológicos. Em outubro de 2026, o tribunal levantou a su...