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CASTELO VELHO | Património esquecido no tempo

Construído outrora para defesa do nosso território, faz parte da história de Viana do Castelo mas continua abandonado e esquecido.
Porque denunciar o que está mal é importante, decidi um vez mais dar a conhecer o atual estado do Forte da Vinha, classificado como Imóvel de Interesse Público. Um alerta para que as instituições competentes tomem medidas no sentido de recuperarem este espaço de modo a ser reaproveitado, para que todos os cidadãos usufruam do seu património histórico.

SOBRE O FORTE DA VINHA 
O Forte da Vinha, também referido como Fortim da Areosa ou Castelo Velho, localiza-se no lugar de Rego de Fontes, ao sul da enseada de Vinha. Com o fim da Guerra da Restauração (1640-1668), foi um dos quatro fortes edificados no litoral entre Caminha e Viana do Castelo com o objetivo de coibir as incursões de piratas argelinos e salentinos, então frequentes na costa portuguesa. A nível arquitetónico define-se como uma fortificação marítima abaluartada, de pequenas dimensões e alçados simples. Apresenta planta estrelada no estilo maneirista, sendo constituída por quatro baluartes desiguais em cantaria de granito. Encontra-se classificado como Imóvel de Interesse Público.





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Pilaretes para travar estacionamento ilegal nos passeios

Na rua Gago Coutinho, em Viana do Castelo, como nem as floreiras foram suficientes para impedir o estacionamento abusivo em cima dos passeios, estão a ser colocados pilaretes para condicionar a conduta dos automobilistas infratores que transformam os passeios em zonas de estacionamento permanente. 📸 6 março | @olharvianadocastelo

“Tudo o que é bom dura o tempo necessário para ser inesquecível” (Fernando Pessoa)

Do complexo turístico do Luziamar, no Cabedelo, na vila de Darque, Viana do Castelo, já só restam paredes… com histórias para contar. Abriu portas em 1974 e fechou em meados da década de 90 do século passado. Equipamento com várias valências, ficou famoso pela sua discoteca, umas das principais referências na noite da região Norte de Portugal e da Galiza, marcando uma geração que ainda hoje o recorda com saudade. O que é verdadeiramente bom não precisa durar para sempre para ser especial. 📸 março 2026 | @olharvianadocastelo

Ex-líbris de Viana com novo púlpito e cadeira em granito

Inserido num contexto de valorização do espaço, a imponente Basílica de granito dedicada ao Sagrado Coração de Jesus, erguida no alto do monte de Santa Luzia, em Viana do Castelo, tem um novo púlpito e cadeira ambos em granito, que substituíram os anteriores elementos em madeira. 📸 março 2026 | @olharvianadocastelo

Campo de girassóis chama a atenção em Carreço (Viana)

Um extenso campo de girassóis pinta de amarelo a paisagem na Veiga de Carreço (Viana do Castelo), junto à estrada Nacional 13. Para quem passa por ali é difícil ficar indiferente à imensidão de flores que encanta qualquer um. A beleza é tanta que não falta quem pare por alguns minutos para observar os girassóis e aproveite a paisagem como cenário para tirar algumas fotografias.

O Castelo que deu o nome à cidade

Foi a 20 de Janeiro de 1848 que a Vila de Viana do Minho foi elevada a cidade com a denominação de Viana do Castelo. Esta distinção foi concedida pela Rainha D. Maria II. Reza a história que este gesto da Rainha se deveu ao reconhecimento da heróica resistência e lealdade do comandante do Castelo de Santiago da Barra, aquando da guerra civil da Patuleia. (Extrato da carta datada de 20 de Janeiro de 1848, que a Rainha D. Maria II enviou à Câmara de Viana)  “...Hei por bem e me praz, que a Vila de Viana do Minho fique erecta em cidade com a denominação de Cidade de Viana do Castelo, e que nesta qualidade goze de todas as prerrogativas que direitamente lhe pertencem...”