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Pedaço da história Vianense que se apaga


Numa parede exterior do Castelo de Santiago da Barra, em Viana do Castelo, existe uma pedra com uma inscrição, muito delida, com mais de 360 anos, cuja mensagem - pedaço da história de Viana - se apagará definitivamente, se não houver uma intervenção urgente de limpeza (reavivar as letras) e preservação.
A inscrição, datada de 19 de novembro de 1657, refere as taxas a cobrar às embarcações entradas no porto de Viana do Castelo.

Num português mais ou menos atual, o que está lá escrito (retirado da Revista Cadernos Vianenses, 40, 2007) 
"Por mandado de Sua Majestade, seja notório às embarcações portuguesas, que passarem por esta fortaleza, que nem à entrada neste Porto, nem à saída delle me devem salário, propina, nem direito algum, nem a ella, nem a nenhuma das pessoas, que nella servem e às embarcações estrangeiras, seja notório, que por entrada não me devem também coisa alguma e à saída ande pagar um cruzado por cada embarcação e nenhuma outra cousa mais. Lisboa, XIX de novembro, MDCLVII."

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Já há programação oficial para o LER EM VIANA - Festa do Livro e das Artes!

Iniciativa da Câmara Municipal de Viana do Castelo e organizado e programado pela Biblioteca Municipal, o LER EM VIANA - Festa do Livro e das Artes decorre entre 18 e 26 de abril reunindo um conjunto de propostas em torno do universo da leitura, das artes e da criatividade. O Centro Cultural de Viana do Castelo, será novamente o palco da edição deste ano. Feira do Livro, encontros com escritores, apresentação de livros, horas do conto para crianças e famílias, música e dança compõem a programação da 5ª edição do LER EM VIANA. Entrada gratuita todos os dias das 14h30 às 23h30.

As senhas da Revolução

Hoje celebramos os 50 anos do 25 de Abril, a Revolução dos Cravos. Viva o 25 de Abril! Viva a Liberdade e Democracia! Viva Portugal! As senhas da Revolução Foram duas as canções utilizadas como senhas do 25 de Abril. A primeira divulgada pela rádio como sinal para o início da Revolução foi a música “E depois do adeus”, de José Niza, interpretada por Paulo de Carvalho, transmitida (22h55 do dia 24 de abril 1974) pelos Emissores Associados de Lisboa. A segunda foi a música “Grândola, vila morena” de José Afonso, que a Rádio Renascença tocou (00h20 do dia 25 de Abril de 1974). O primeiro sinal destinava-se a preparar as tropas para a saída, e o segundo servia para confirmar o arranque das operações. Na imagem seguinte é apresentada a letra da 1ª estrofe de “E depois do adeus”, canção que serviu como primeira senha da Revolução.

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Campo de girassóis chama a atenção em Carreço (Viana)

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