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Olga Roriz regressa ao Sá de Miranda para apresentar Autópsia


A coreógrafa Olga Roriz regressa ao local onde nasceu – Viana do Castelo – para apresentar o espetáculo de dança Autópsia, que gira em torno da vida e a morte.
O novo espetáculo da coreógrafa vianense foi estreado no passado mês de novembro em Lisboa. O Teatro Municipal Sá de Miranda, em Viana do Castelo vai receber Autópsia amanhã, 11 de janeiro, pelas 21h30.

Nascida em Viana do Castelo, em 1955, Olga Roriz teve como formação artística na área da dança o curso da Escola de Dança do Teatro Nacional de S. Carlos com Ana Ivanova e o curso da Escola de Dança do Conservatório Nacional de Lisboa. 
De 1976 a 1992 integrou o elenco do Ballet Gulbenkian, onde foi primeira bailarina e coreógrafa principal. 
Em Maio de 1992 assumiu a direção artística da Companhia de Dança de Lisboa. 
Em Fevereiro de 1995 fundou a Companhia Olga Roriz, da qual é diretora e coreógrafa. 
O seu repertório na área da dança, teatro e vídeo é constituído por mais de 100 obras, onde se destacam as peças Treze Gestos de um Corpo, Isolda, Casta Diva, Pedro e Inês, Propriedade Privada, Electra, Pets, A Cidade, A Sagração da Primavera. 
Entre outros prémios nacionais e estrangeiros, foi distinguida com o 1º Prémio do Concurso de Dança de Osaka, Japão (1988), Prémio Almada (2004), Condecoração com a insígnia da Ordem do Infante D. Henrique – Grande Oficial pelo Presidente da República (2004), Prémio da Latinidade (2012), Prémio SPA (2018) para melhor coreografia de 2017 com a peça ‘Síndrome’, e em Dezembro de 2017 foi-lhe atribuído pela Universidade de Aveiro, o Doutoramento Honoris Causa por distinção nas Artes.

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O Castelo que deu o nome à cidade

Foi a 20 de Janeiro de 1848 que a Vila de Viana do Minho foi elevada a cidade com a denominação de Viana do Castelo. Esta distinção foi concedida pela Rainha D. Maria II. Reza a história que este gesto da Rainha se deveu ao reconhecimento da heróica resistência e lealdade do comandante do Castelo de Santiago da Barra, aquando da guerra civil da Patuleia. (Extrato da carta datada de 20 de Janeiro de 1848, que a Rainha D. Maria II enviou à Câmara de Viana)  “...Hei por bem e me praz, que a Vila de Viana do Minho fique erecta em cidade com a denominação de Cidade de Viana do Castelo, e que nesta qualidade goze de todas as prerrogativas que direitamente lhe pertencem...”