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A falta de respeito dos automobilistas pelo espaço público

A colocação de pilaretes nos espaços que as fotografias documentam é intencional, infelizmente, não impedem o estacionamento ilegal quando somos confrontados com baixos níveis de civismo dos automobilistas.
Este cenário deplorável acontece todos os dias, há vários meses, junto ao antigo Pavilhão da Associação Industrial do Minho, no Campo d’Agonia, em Viana do Castelo. São automobilistas que os desprezam e vandalizam sem remorsos, o que a todos pertence.

Colocar um pilarete (seja de madeira, borracha, metal, cimento…) num espaço público tem como objetivo delimitar ou condicionar uma determinada área e de impedir o acesso e o estacionamento de veículos. Contudo, esta proteção serve de pouco perante a falta de respeito pelo mais elementar bom senso das pessoas e pela ineficácia das entidades competentes.

Mas não são só os espaços relvados que estão sujeitos a maus-tratos, também nesta zona (ver foto), os passeios sofrem da vergonhosa insensibilidade e impunidade de quem pouco se preocupa com o que é de todos.

Estes e outros automobilistas não deviam ter este comportamento, mas também ninguém os impede. Perto desta zona, a cerca de 100 metros (junto aos antigos Pilotos da Barra e ao edifício da Autoridade Marítima) há dezenas de lugares vagos, mas esta gente não dá meia dúzia de passos. Sempre praticavam algum exercício.




MENSAGENS MAIS VISUALIZADAS NOS ÚLTIMOS 7 DIAS

Campo de girassóis chama a atenção em Carreço (Viana)

Um extenso campo de girassóis pinta de amarelo a paisagem na Veiga de Carreço (Viana do Castelo), junto à estrada Nacional 13. Para quem passa por ali é difícil ficar indiferente à imensidão de flores que encanta qualquer um. A beleza é tanta que não falta quem pare por alguns minutos para observar os girassóis e aproveite a paisagem como cenário para tirar algumas fotografias.

Reabilitação em vez da demolição

A opção de reabilitar em vez de demolir, preserva a história e o charme arquitetónico original desta habitação antiga em pleno centro histórico da cidade de Viana do Castelo. Esteve vários anos devoluta e degradada. Ainda está em obra, mas já dá para imaginar como vai ficar. 📸 março 2026 | @olharvianadocastelom 📸 abril 2021 | @olharvianadocastelo  📸 janeiro 2010 | @olharvianadocastelo

Já há programação oficial para o LER EM VIANA - Festa do Livro e das Artes!

Iniciativa da Câmara Municipal de Viana do Castelo e organizado e programado pela Biblioteca Municipal, o LER EM VIANA - Festa do Livro e das Artes decorre entre 18 e 26 de abril reunindo um conjunto de propostas em torno do universo da leitura, das artes e da criatividade. O Centro Cultural de Viana do Castelo, será novamente o palco da edição deste ano. Feira do Livro, encontros com escritores, apresentação de livros, horas do conto para crianças e famílias, música e dança compõem a programação da 5ª edição do LER EM VIANA. Entrada gratuita todos os dias das 14h30 às 23h30.

Viana do Castelo promove Páscoa Doce de 27 de março a 6 de abril

Para assinalar a Páscoa, a Câmara Municipal de Viana do Castelo, a Associação Empresarial do Distrito de Viana do Castelo e a Diocese de Viana do Castelo, realizam uma série de iniciativas inseridas no evento Páscoa Doce, que vão decorrer no centro histórico da cidade de 27 de março a 6 de abril. 📸 arquivo | @olharvianadocastelo Consulte o programa completo👇

A famosa travessia do rio Lima pelos romanos

Nas duas margens do rio Lima (na margem direita está o general Decius Junius Brutus no seu cavalo e na margem esquerda os soldados), em frente à Vila de Ponte de Lima, foi erguido no ano de 2009 um Monumento Evocativo da Lenda do Rio Lethes – o Rio do Esquecimento, que desperta a curiosidade dos milhares de visitantes que acodem a esta vila minhota. O que diz a Lenda de um acontecimento com mais de vinte e um séculos: Comandadas por Decius Junius Brutus, as hostes romanas atingiram a margem esquerda do Lima no ano 135 a.C.. A beleza do lugar as fez julgarem-se perante o lendário Rio Lethes, que apagava todas as lembranças da memória de quem o atravessasse.  Os soldados negaram-se a atravessá-lo. Então, o comandante passou e, da outra margem, chamou a cada soldado pelo seu nome. Assim lhes provou não ser esse o Rio do Esquecimento.