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Iluminações Festivas da Romaria d’Agonia 2024 ligadas a partir desta sexta-feira


Quase 10 quilómetros de ruas e avenidas da cidade de Viana do Castelo iluminam-se esta sexta-feira, com o brilho de 700 mil lâmpadas e decorações alusivas às tradições do concelho que marcam a Romaria d’Agonia.

“A iluminação da Romaria d’Agonia pelas principais ruas e avenidas de Viana do Castelo já se tornou também numa atração das nossas festas. Anualmente tentamos trazer novidades, mas há cada vez mais uma preocupação com a sustentabilidade energética, mantendo o impacto
visual”, explica o presidente da VianaFestas, Manuel Vitorino.

Para a iluminação da edição de 2024 da Romaria foi contratada a empresa Teixeira Couto, de Paredes, que além dos motivos de decoração instalou cerca de 700 mil pontos de luz de baixo consumo ao longo de 9.500 metros de via pública.

Um dos destaques da iluminação ligada oficialmente às 21:30 desta sexta-feira continua a ser a Avenida dos Combatentes da Grande Guerra, em que foram incluídas “arcadas de luz que invocam as tradições da cidade”, envolvendo a principal artéria da cidade num “ambiente tradicional e acolhedor”.

“Assim como na Praça da República, onde é possível encontrar um chapitô imersivo que chama a si a população e promove o convívio e partilha de emoções”, explica a empresa responsável pela iluminação da cidade.

O processo de iluminação recorre essencialmente a lâmpadas de baixo consumo, bem como uma solução RGB para a Avenida dos Combatentes da Grande Guerra e Praça da República, “criando um ambiente colorido e dinâmico”.

“Damos prioridade ao uso de material reciclado, nomeadamente na utilização do alumínio, ao material 100% reutilizável, à iluminação do tipo LED de baixo consumo e comandada por sistema horário de controlo, para gestão dos períodos de funcionamento e otimização energética”, acrescenta a empresa.

MENSAGENS MAIS VISUALIZADAS NOS ÚLTIMOS 7 DIAS

Campo de girassóis chama a atenção em Carreço (Viana)

Um extenso campo de girassóis pinta de amarelo a paisagem na Veiga de Carreço (Viana do Castelo), junto à estrada Nacional 13. Para quem passa por ali é difícil ficar indiferente à imensidão de flores que encanta qualquer um. A beleza é tanta que não falta quem pare por alguns minutos para observar os girassóis e aproveite a paisagem como cenário para tirar algumas fotografias.

Viana do Castelo de Outros Tempos

Assim era a cidade em modo postal ilustrado.

Castelo de Santiago da Barra: esquecido, a precisar de intervenção

Classificado como imóvel de interesse público desde 1967, o Castelo ou Forte de Santiago da Barra, em Viana do Castelo, está há muito a precisar de uma intervenção. É lamentável que a um sítio tão importante na história da cidade não seja dada mais atenção. Independentemente da necessidade de uma reabilitação mais profunda, que tarda em acontecer, merece uma intervenção mais imediata, nomeadamente a remoção de vegetação das muralhas e limpeza do fosso (ver fotografias). 📸 12 maio 2026 | @olharvianadocastelo

Pela praia do Cabedelo…

Num simples passeio matinal pela praia do Cabedelo, em Darque, Viana do Castelo, cruzei-me, além de imensas gaivotas (o que é normal), com maçaricos-galegos e borrelhos-de-coleira-interrompida (que nidificam por ali). O borrelho-de-coleira-interrompida é uma ave de pequenas dimensões, cuja coloração é acastanhada por cima e branca por baixo, apresentando uma coleira incompleta. O seu ninho é uma pequena cova, nas dunas ou em pleno areal, e a cor dos ovos confunde-se com a cor da areia. Neste momento, estamos em plena época de nidificação do borrelho-de-coleira-interrompida (Charadrius alexandrinus). A estrutura que se vê na fotografia está a proteger um ninho: permite aos progenitores aceder ao seu Interior e evita a destruição dos ovos (por pisoteio, predadores ou limpezas mecânicas). 📸 13 maio 2026 | @olharvianadocastelo

Arte ou vandalismo?

Grafitar sem autorização não é arte, é vandalismo. Este comboio passou pela estação ferroviária de Viana do Castelo neste deprimente estado de degradação consequência do vandalismo que nada poupa. Para além de danificar o património coletivo, gera altos custos de limpeza. 📸 11 maio 2026 | @olharvianadocastelo