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Funicular vai funcionar sem pausas para apoiar peregrinação de mais de 50 mil a Santa Luzia

Mais de 50 mil pessoas são esperadas domingo no monte de Santa Luzia, Viana do Castelo, na anual peregrinação que liga a cidade ao Santuário e que, guiados pela fé, junta populares de todas as 40 freguesias do concelho mas também de vários outros pontos do País numa caminhada de toda uma manhã até ao ponto mais alto da cidade. Para os menos audazes, a autarquia anunciou que o secular e agora reabilitado funicular vai funcionar “ininterruptamente” para apoiar os milhares de visitantes.
A peregrinação ao Sagrado Coração de Jesus, em Santa Luzia, realiza-se anualmente desde 1918, depois de um voto formulado pela população rogando protecção à epidemia da pneumónica que na altura alastrava. Num percurso sinuoso de acentuado declive, os peregrinos levam duas horas a fazer a viagem a pé, normalmente debaixo de um calor intenso, para cumprirem as mais diversas promessas. Muitos outros optam, somente, por assistir à habitual eucaristia, conduzida pelo Bispo da Diocese de Viana, D. José Augusto Pedreira, ao ar livre, junto à entrada da templo sobranceiro à cidade. Segundo números da Confraria de Santa Luzia, passam anualmente pelo local mais de um milhão de pessoas, algumas vão de automóvel, ou de autocarro, outras podem, ainda, fazer uma escalada mais audaz, a pé, pelos 742 degraus do escadório que liga a cidade ao santuário. Muitos outros poderão optar pela viagem de seis minutos, do renovado funicular de Santa Luzia. “Vai funcionar de forma ininterrupta todo o dia para permitir a estas milhares de pessoas irem ao templo e regressarem pelo nosso funicular, que é uma das peças mais belas que temos na magnífica paisagem de Santa Luzia”, explicou José Maria Costa, presidente da autarquia.
Fonte: Rádio Geice (11.06.2010)

MENSAGENS MAIS VISUALIZADAS NOS ÚLTIMOS 7 DIAS

Campo de girassóis chama a atenção em Carreço (Viana)

Um extenso campo de girassóis pinta de amarelo a paisagem na Veiga de Carreço (Viana do Castelo), junto à estrada Nacional 13. Para quem passa por ali é difícil ficar indiferente à imensidão de flores que encanta qualquer um. A beleza é tanta que não falta quem pare por alguns minutos para observar os girassóis e aproveite a paisagem como cenário para tirar algumas fotografias.

Viana do Castelo de Outros Tempos

Assim era a cidade em modo postal ilustrado.

Pela praia do Cabedelo…

Num simples passeio matinal pela praia do Cabedelo, em Darque, Viana do Castelo, cruzei-me, além de imensas gaivotas (o que é normal), com maçaricos-galegos e borrelhos-de-coleira-interrompida (que nidificam por ali). O borrelho-de-coleira-interrompida é uma ave de pequenas dimensões, cuja coloração é acastanhada por cima e branca por baixo, apresentando uma coleira incompleta. O seu ninho é uma pequena cova, nas dunas ou em pleno areal, e a cor dos ovos confunde-se com a cor da areia. Neste momento, estamos em plena época de nidificação do borrelho-de-coleira-interrompida (Charadrius alexandrinus). A estrutura que se vê na fotografia está a proteger um ninho: permite aos progenitores aceder ao seu Interior e evita a destruição dos ovos (por pisoteio, predadores ou limpezas mecânicas). 📸 13 maio 2026 | @olharvianadocastelo

Castelo de Santiago da Barra: esquecido, a precisar de intervenção

Classificado como imóvel de interesse público desde 1967, o Castelo ou Forte de Santiago da Barra, em Viana do Castelo, está há muito a precisar de uma intervenção. É lamentável que a um sítio tão importante na história da cidade não seja dada mais atenção. Independentemente da necessidade de uma reabilitação mais profunda, que tarda em acontecer, merece uma intervenção mais imediata, nomeadamente a remoção de vegetação das muralhas e limpeza do fosso (ver fotografias). 📸 12 maio 2026 | @olharvianadocastelo

Arte ou vandalismo?

Grafitar sem autorização não é arte, é vandalismo. Este comboio passou pela estação ferroviária de Viana do Castelo neste deprimente estado de degradação consequência do vandalismo que nada poupa. Para além de danificar o património coletivo, gera altos custos de limpeza. 📸 11 maio 2026 | @olharvianadocastelo