Avançar para o conteúdo principal

Monumento ao 25 de Abril

O Monumento ao 25 de Abril, erguido na Praça da Liberdade, em Viana do Castelo, foi inaugurado na noite de 24 para 25 de Abril de 1999, altura do 25º aniversário da “Revolução dos Cravos”. É da autoria do escultor José Rodrigues, mede 16 metros de altura e 7,5 de largura. Feito em chapa de aço, coberta por uma camada exterior ferruginosa que o protege da corrosão. Inicialmente, do alto do monumento pendia uma corrente em aço que estava cortada na base. Mais tarde, por volta de 2006, como aquela zona é muito ventosa e a corrente oscilava cerca de dois metros para cada lado, por uma questão de segurança houve a necessidade de a cortar, ficando apenas duas argolas e meia penduradas no topo do monumento, enquanto que as restantes “repousam” no chão. Na base do monumento pode ler-se o seguinte texto: “Homenagem da Câmara Municipal de Viana do Castelo aos Cidadãos que sofreram e morreram vítimas da injustiça e da opressão e louvor à nobre geração de Abril que, há 25 anos quebrou as correntes e abriu as portas da Liberdade”.



Comentários

  1. Há quem confunda este monumento ao 25 de Abril com a história de Pero Tourinho, isto é, este monumento não tem nada a ver com a forca onde foi enforcado o Pero do campo Tourinho( eu nunca vi forcas de aço com correntes...enfim), na verdade é uma homenagem à revolução dos cravos de Abril, que por sua vez se encontra na Praça da liberdade, curiosamente encontra-se tb uma escultura ao ultimo enforcado naquela forca.
    Isto é uma boa prova de que neste país a revolução dos cravos nao tem significado para muita gente, caso contrário iriam ver as portas da liberdade com a corrente cortada, em vez de verem uma forca... O ensino de portugal é mesmo um terror... deiam só um pouco de cultura geral aos professores deste país...

    ResponderEliminar
  2. 37 mil euros para desenferrujar um monte de lata....

    ResponderEliminar
  3. Concordo com jota. 37 mil euros do dinheiro dos contribuintes é uma roubalheira, tanto quanto o restante dinheiro empregue em estátuas de qualidade deplorável, tal como a da Praça da República. Se se olhasse para Ponte de Lima e para os magníficos trabalhos de Salvador Vieira, um vianense, expostos nas suas ruas, talvez se percebesse a mediocridade artística dos monumentos mais recentes de Viana.

    Anónimo, se a expressividade artística do conjunto escultural resultasse da opção de representar simbolicamente a forca pelo uso de correntes, não sei qual seria o problema. Afinal, a arte faz-se das opções metafóricas do artista e não somente de uma fiel reprodução do real. E sugiro escrever 'deem' ao invés de 'deiam'.

    ResponderEliminar
  4. Como se trata de um " monte de lata ", com uma estória deturpada devia ser aproveitada para uma sucata.
    A devido momento foi muito comentada e criticada.
    Gastar dinheiro com isto é uma perca de tempo.
    Ao fim de alguns anos voltam a arranjar novamente.
    Sugiro que seja vendida para a sucata pois ainda deve dar algum dinheiro com a falta de metais no momento presente.

    ResponderEliminar
  5. A polémica explicada em livro08 junho, 2019 17:56

    Relembrando 25 de Janeiro de 2007, um jornal da cidade, fala da Monumento da seguinte forma :-
    Um escritor local diz na apresentação de alguns livros diz o seguinte :- " a história não tem de ser contada com verdade , mas sim com afectos " .
    Hora a história do monumento é contada de uma forma diferente.
    As correntes foram alteradas não por questões estéticas ou de ruído mas sim por questão de segurança.A explicação foi dada pelo autor e escultor José Rodrigues já falecido.
    A corrente em aço que pendia do alto de 16 metros e que estava cortada na base " podia matar alguém ". " Como os ventos fortes que se fazem naquela zona a corrente oscilava perto de dois metros para cada lado e um dia podia acontecer o pior.Foram tentadas várias soluções técnicas mas nenhuma acabava com o perigo pelo que a solução era mesmo cortar a corrente referiu José Rodrigues.
    A corrente foi cortada em finais de 2006 ficando apenas duas argolas e meia penduradas ao topo do monumento enquanto que as restantes " jazem " no chão junto à escultura . Na ocasião deram outra explicação que a alteração do monumento fora por razões estéticas e simbólicas , outros admitiram que na origem do corte teria estado o " forte ruído " que elas provocavam ao bater contra as " paredes 2 também em aço.
    Hora na verdade a explicação descrita em livro é vem diferente . A história não deve ser descrita com afectos , mas sim com verdades !

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mais visualizadas nos últimos 7 dias

Viana do Castelo tem 9 praias com Qualidade de Ouro

Praia do Cabedelo (Viana do Castelo) Afife, Amorosa, Arda, Cabedelo, Carreço, Castelo de Neiva, Ínsua, Norte e Paçô, são as nove praias do concelho de Viana do Castelo que a Quercus classificou ontem com “Qualidade de ouro 2016”. A nível nacional, são 382 as praias distinguidas na avaliação da associação ambiental - mais 68 do que no ano passado.  Para receber a classificação de praia com “Qualidade de Ouro”, a água das praias tem que ter uma qualidade EXCELENTE nas cinco últimas épocas balneares de 2011 a 2015.  O objetivo da Quercus é realçar as praias que ao longo de vários anos (cinco), apresentam sistematicamente uma água balnear de qualidade excelente (tendo em conta a classificação da legislação em vigor), e que, nesse sentido, oferecem assim uma maior fiabilidade no que respeita à qualidade da sua água. Conheça as 382 praias com "qualidade de ouro" em 2016, clicando AQUI .

Campo de girassóis chama a atenção em Carreço (Viana)

Um extenso campo de girassóis pinta de amarelo a paisagem na Veiga de Carreço (Viana do Castelo), junto à estrada Nacional 13. Para quem passa por ali é difícil ficar indiferente à imensidão de flores que encanta qualquer um. A beleza é tanta que não falta quem pare por alguns minutos para observar os girassóis e aproveite a paisagem como cenário para tirar algumas fotografias.

É o fim do Edifício Jardim (Prédio Coutinho)

Hoje, 01 JUL 2022, desaparece definitivamente do Centro Histórico da cidade de Viana do Castelo.

“Marginal - Festa no Jardim” arranca a 14 de julho com experiências para toda a família

De 14 a 24 de julho, vai realizar-se no Jardim Público e no Jardim da Marina um evento cheio de experiências diurnas e noturnas para toda a família. Concertos, dança, jogos, showcookings, ateliers, conversas… vão animar a marginal de Viana do Castelo durante 11 dias. Clique na imagem e conheça a programação completa.

O Desfile da Mordomia na Romaria d’Agonia

O Desfile da Mordomia é um dos momentos de maior destaque naquela que é considerada a Rainha das Romarias de Portugal. Depois de dois anos de ausência daquele número devido à pandemia, na Romaria d’Agonia 2022 é esperado um recorde de participações. Cerca de 800 mordomas (número máximo aceite pela organização) irão estar no desfile que vai decorrer no dia 18 de agosto. Em 2019 participaram no desfile 619 mordomas. O Desfile da Mordomia é considerado a maior montra de trajes e ouro ao ar livre do país. No deste ano, estima-se que o valor total do ouro que as 800 mordomas vão usar (2,5 quilogramas, em média, cada uma), calculado com base no preço atual, atinja os 94 milhões de euros.