Avançar para o conteúdo principal

Abril, o mês em que Viana vai ficar mais doce

A abertura do Hotel do Chocolate, em Viana do Castelo, está prevista para o próximo dia 01 de Abril, data em que a fábrica de chocolate “Avianense” completaria 100 anos.
O espaço que durante mais de 90 anos albergou a produção de chocolate da antiga fábrica “Avianense” foi totalmente demolido, à exceção da fachada, que fica para perpetuar a imagem e a memoria da emblemática fábrica. 
Com a reconversão, a antiga fábrica de chocolate dará lugar a um hotel temático de quatro estrelas, o primeiro em Portugal dedicado ao chocolate. 
Com 18 unidades de alojamento, o empreendimento terá um restaurante temático com capacidade para 50 pessoas, que vai apostar na integração do chocolate no menu, seja em doce seja em salgados e também vai dispor de um centro interpretativo dedicado ao chocolate. 
Recorde-se que a fábrica de chocolate “AVianense”, fundada em 1914, fechou em 2004, após um processo de falência. 
A sua produção foi retomada, mas agora na cidade de Barcelos, mantendo o nome inicial da marca.
Muitos Vianenses ainda se lembrarão dos famosos imperadores, um bombom feito com uma amêndoa torrada e chocolate de leite, que é ainda hoje a grande imagem de marca da “Avianense” e das tabletes de chocolate “10R” que se fabricavam na fábrica de Viana do Castelo.






O Projeto de Arquitetura da reconversão do edifício da Fábrica de Chocolate “Avianense” é da autoria do vianense Branco Cavaleiro Arquitetos.
As fotos 3D foram retiradas do site de Branco Cavaleiro Arquitetos.

MENSAGENS MAIS VISUALIZADAS NOS ÚLTIMOS 7 DIAS

Pilaretes para travar estacionamento ilegal nos passeios

Na rua Gago Coutinho, em Viana do Castelo, como nem as floreiras foram suficientes para impedir o estacionamento abusivo em cima dos passeios, estão a ser colocados pilaretes para condicionar a conduta dos automobilistas infratores que transformam os passeios em zonas de estacionamento permanente. 📸 6 março | @olharvianadocastelo

“Tudo o que é bom dura o tempo necessário para ser inesquecível” (Fernando Pessoa)

Do complexo turístico do Luziamar, no Cabedelo, na vila de Darque, Viana do Castelo, já só restam paredes… com histórias para contar. Abriu portas em 1974 e fechou em meados da década de 90 do século passado. Equipamento com várias valências, ficou famoso pela sua discoteca, umas das principais referências na noite da região Norte de Portugal e da Galiza, marcando uma geração que ainda hoje o recorda com saudade. O que é verdadeiramente bom não precisa durar para sempre para ser especial. 📸 março 2026 | @olharvianadocastelo

Ex-líbris de Viana com novo púlpito e cadeira em granito

Inserido num contexto de valorização do espaço, a imponente Basílica de granito dedicada ao Sagrado Coração de Jesus, erguida no alto do monte de Santa Luzia, em Viana do Castelo, tem um novo púlpito e cadeira ambos em granito, que substituíram os anteriores elementos em madeira. 📸 março 2026 | @olharvianadocastelo

Campo de girassóis chama a atenção em Carreço (Viana)

Um extenso campo de girassóis pinta de amarelo a paisagem na Veiga de Carreço (Viana do Castelo), junto à estrada Nacional 13. Para quem passa por ali é difícil ficar indiferente à imensidão de flores que encanta qualquer um. A beleza é tanta que não falta quem pare por alguns minutos para observar os girassóis e aproveite a paisagem como cenário para tirar algumas fotografias.

O Castelo que deu o nome à cidade

Foi a 20 de Janeiro de 1848 que a Vila de Viana do Minho foi elevada a cidade com a denominação de Viana do Castelo. Esta distinção foi concedida pela Rainha D. Maria II. Reza a história que este gesto da Rainha se deveu ao reconhecimento da heróica resistência e lealdade do comandante do Castelo de Santiago da Barra, aquando da guerra civil da Patuleia. (Extrato da carta datada de 20 de Janeiro de 1848, que a Rainha D. Maria II enviou à Câmara de Viana)  “...Hei por bem e me praz, que a Vila de Viana do Minho fique erecta em cidade com a denominação de Cidade de Viana do Castelo, e que nesta qualidade goze de todas as prerrogativas que direitamente lhe pertencem...”