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RIOLANDA de portas fechadas com morte da dona

Iolanda de Jesus Ferreira, responsável por um dos mais antigos estabelecimentos comerciais da cidade de Viana do Castelo, o “Riolanda“, faleceu no passado dia 28 de janeiro, aos 83 anos, por motivo de doença. 
Situado na Rua Manuel Espregueira, em pleno Centro Histórico da cidade, o “Riolanda”, mais conhecido por “Bananeiro”, existia há mais de 60 anos. Ficou muito popular pela “receita” de sucesso, que se tornou tradição, de se beber um cálice de moscatel acompanhado de uma banana.
Conheça a história deste estabelecimento, através do que escrevi neste blogue em 24.09.2012, que transcrevo na integra. 

"No RIOLANDA come-se uma banana, bebe-se um cálice de moscatel 
Na rua Manuel Espregueira, no centro histórico de Viana do Castelo existe há 59 anos o RIOLANDA. Este estabelecimento comercial é mais conhecido da generalidade dos vianenses por o “bananeiro”, pois durante muitos anos era o sítio onde na cidade se encontrava as melhores e mais variadas bananas. 
Ao mesmo tempo que se vendiam bananas, no interior deste estabelecimento havia um pequeno balcão onde eram servidas bebidas, nomeadamente moscatel. Como os clientes que frequentavam esta pequena “taberna” para beber o seu cálice de moscatel perguntavam se havia alguma coisa para petiscar, os proprietários, na falta de melhor, sugeriram uma banana. A “receita” virou moda, pois os clientes passaram a reconfortar o estômago com aquele fruto enquanto bebiam o seu copito.
Presentemente, os fãs desta “tradição” são em número muito reduzido, mas os que entrarem nesta casa e solicitarem um copito e uma banana, o seu pedido ainda é atendido, apesar de há uns anos para cá o negócio principal ser a venda de bebidas engarrafadas. 
Outra atração deste estabelecimento é a originalidade das suas montras, que não deixam ninguém indiferente. Nelas estão expostas dezenas de garrafas com os mais variados formatos, entre eles um que arranca um sorriso à maioria daqueles que para elas desvia o olhar (alguém comentou, em tom de brincadeira, que a montra devia ter uma bolinha vermelha no canto superior direito)."








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Adjudicada empreitada para construção da “CASA MORTUÁRIA MUNICIPAL”

Segundo informação publicada no Portal Base (Contratos Públicos Online), a Câmara Municipal de Viana do Castelo adjudicou, em 30 setembro de 2020, pelo montante de € 781.505,16, a que acresce o I.V.A. à taxa legal, a empreitada da "CASA MORTUÁRIA MUNICIPAL DE VIANA DO CASTELO”, com o prazo de execução de 210 dias. A nova Casa Mortuária irá situar-se na Avenida Capitão Gaspar de Castro, nos terrenos do Horto Municipal, aproveitando a proximidade ao Cemitério existente. A construção, com uma área bruta de 561,70 m2 integra, nomeadamente, quatro salas mortuárias, áreas sanitárias, salas de família e sala de apoio.

Campo de girassóis chama a atenção em Carreço (Viana)

Um extenso campo de girassóis pinta de amarelo a paisagem na Veiga de Carreço (Viana do Castelo), junto à estrada Nacional 13. Para quem passa por ali é difícil ficar indiferente à imensidão de flores que encanta qualquer um. A beleza é tanta que não falta quem pare por alguns minutos para observar os girassóis e aproveite a paisagem como cenário para tirar algumas fotografias.

O Castelo que deu o nome à cidade

Foi a 20 de Janeiro de 1848 que a Vila de Viana do Minho foi elevada a cidade com a denominação de Viana do Castelo. Esta distinção foi concedida pela Rainha D. Maria II. Reza a história que este gesto da Rainha se deveu ao reconhecimento da heróica resistência e lealdade do comandante do Castelo de Santiago da Barra, aquando da guerra civil da Patuleia. (Extrato da carta datada de 20 de Janeiro de 1848, que a Rainha D. Maria II enviou à Câmara de Viana)  “...Hei por bem e me praz, que a Vila de Viana do Minho fique erecta em cidade com a denominação de Cidade de Viana do Castelo, e que nesta qualidade goze de todas as prerrogativas que direitamente lhe pertencem...”

“Banhos Quentes” - Publicidade de outros tempos

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