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Monumentos de Viana invadem pacotes de açúcar


Doze locais emblemáticos da região norte ilustram milhares de pacotes de açúcar da marca Cafés CHRISTINA, que vão estar nos cafés, e não só, durante algum tempo. Fazem parte da coleção denominada “Olhar o Norte”, que a marca Cafés CHRISTINA acaba de lançar. Constituída por 12 imagens diferentes, dela constam o Santuário de Santa Luzia e a Casa da Praça, ambos monumentos da cidade de Viana do Castelo.
Os pacotes de açúcar são um bom veículo para divulgar e chamar a atenção para a riqueza do nosso património.

Um pouco da história destes monumentos:

TEMPLO DE SANTA LUZIA (Séc. XX)  
O Templo-Monumento de Santa Luzia, dedicado ao Sagrado Coração de Jesus., está construído num ponto privilegiado do Monte de Santa Luzia, em Viana do Castelo, sendo a edificação que mais se destaca na sua paisagem. Aberto ao culto em 22 de Agosto de 1926, já depois da morte do seu autor, foi apenas concluído em 1943. 

CAPELA DAS MALHEIRAS (Séc. XVIII)  
Um dos símbolos religiosos da cidade de Viana do Castelo, situado no cimo da Rua Gago Coutinho, é a chamada Capela das Malheiras (por alusão à família proprietária - os Malheiro Reimão). Mandada construir por D. Frei António do Desterro Malheiro Reimão, bispo do Rio de Janeiro e construída com dinheiro e segundo diretrizes por ele mandadas do Brasil, foi dedicada a S. Francisco de Paula. A fachada é notável, por repetir em granito os motivos de algas, líquenes e concheados que no interior foram talhados em madeira.  Esta capela abre ao público unicamente uma vez por ano, na noite de quinta-feira santa.


A coleção completa

MENSAGENS MAIS VISUALIZADAS NOS ÚLTIMOS 7 DIAS

Campo de girassóis chama a atenção em Carreço (Viana)

Um extenso campo de girassóis pinta de amarelo a paisagem na Veiga de Carreço (Viana do Castelo), junto à estrada Nacional 13. Para quem passa por ali é difícil ficar indiferente à imensidão de flores que encanta qualquer um. A beleza é tanta que não falta quem pare por alguns minutos para observar os girassóis e aproveite a paisagem como cenário para tirar algumas fotografias.

A Páscoa Doce está a chegar a Viana

A Praça da República a preparar-se para receber iniciativas do evento Páscoa Doce, que vai decorrer de 27 de março a 6 de abril, na cidade de Viana do Castelo. 📸 25 março 2026 | @olharvianadocastelo

Viana do Castelo promove Páscoa Doce de 27 de março a 6 de abril

Para assinalar a Páscoa, a Câmara Municipal de Viana do Castelo, a Associação Empresarial do Distrito de Viana do Castelo e a Diocese de Viana do Castelo, realizam uma série de iniciativas inseridas no evento Páscoa Doce, que vão decorrer no centro histórico da cidade de 27 de março a 6 de abril. 📸 arquivo | @olharvianadocastelo Consulte o programa completo👇

Já há programação oficial para o LER EM VIANA - Festa do Livro e das Artes!

Iniciativa da Câmara Municipal de Viana do Castelo e organizado e programado pela Biblioteca Municipal, o LER EM VIANA - Festa do Livro e das Artes decorre entre 18 e 26 de abril reunindo um conjunto de propostas em torno do universo da leitura, das artes e da criatividade. O Centro Cultural de Viana do Castelo, será novamente o palco da edição deste ano. Feira do Livro, encontros com escritores, apresentação de livros, horas do conto para crianças e famílias, música e dança compõem a programação da 5ª edição do LER EM VIANA. Entrada gratuita todos os dias das 14h30 às 23h30.

A famosa travessia do rio Lima pelos romanos

Nas duas margens do rio Lima (na margem direita está o general Decius Junius Brutus no seu cavalo e na margem esquerda os soldados), em frente à Vila de Ponte de Lima, foi erguido no ano de 2009 um Monumento Evocativo da Lenda do Rio Lethes – o Rio do Esquecimento, que desperta a curiosidade dos milhares de visitantes que acodem a esta vila minhota. O que diz a Lenda de um acontecimento com mais de vinte e um séculos: Comandadas por Decius Junius Brutus, as hostes romanas atingiram a margem esquerda do Lima no ano 135 a.C.. A beleza do lugar as fez julgarem-se perante o lendário Rio Lethes, que apagava todas as lembranças da memória de quem o atravessasse.  Os soldados negaram-se a atravessá-lo. Então, o comandante passou e, da outra margem, chamou a cada soldado pelo seu nome. Assim lhes provou não ser esse o Rio do Esquecimento.