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DIÁRIO DOS DIAS DA PESTE, de José Pacheco Pereira | Lançamento do Livro

Vai ocorrer na próxima sexta-feira, 19 de novembro, pelas 21h30, o lançamento do livro DIÁRIO DOS DIAS DA PESTE, editado pela Tinta da China e da autoria de José Pacheco Pereira e outros ephemeros.

A apresentação será feita pelo médico psiquiatra Júlio Machado Vaz, na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo.


Acesso livre, assegurando as regras sanitárias em vigor para o espaço da Biblioteca.


SOBRE O LIVRO DIÁRIO DOS DIAS DA PESTE


A COLECÇÃO EPHEMERA COMO NUNCA SE VIU
Uma revelação por cada dia de quarentena.


«Durante cerca de dois meses, correspondendo ao período mais duro do confinamento da epidemia da Covid-19, o ARQUIVO EPHEMERA enviou aos membros da Associação Cultural Ephemera uma mensagem diária sobre os fundos do arquivo. Para além de pretendermos distrair — objectivo não irrelevante nesses dias cinzentos, solitários e de medo — queríamos também mostrar a diversidade dos fundos e o trabalho colectivo do seu tratamento, usando exemplos do que por cá está, tratados por quem cá está. O título que demos a esta publicação não tem imaginação nenhuma: é tomado de empréstimo ao célebre diário de Daniel Defoe sobre o ano da praga em Londres, no século XXVII.

Ambos são “retratos” da praga que nunca deveríamos ter esquecido. E devemos recordar por uma razão (a mesma por que a memória nos deveria servir todos os dias): no passado, em várias ocasiões, a humanidade já passou pela experiência da praga, e em muitos aspectos aprendeu sempre pouco com a história.

Os “ephemeros” — o nome exacto que damos a nós próprios — sabem isso bem, porque vivem no meio das ruínas do tempo. Nestes dias, partilhamos essa habitação com os nossos amigos.» — José Pacheco Pereira


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Loja da Fábrica da Louça Regional de Viana volta a abrir este fim de semana

Desde junho de 2026, que centenas de pessoas já passaram pela loja da Fábrica da Louça Regional de Viana, situada na Rua da Fábrica, Meadela, Viana do Castelo, para adquirir peças desta emblemática louça. Recorde-se que esta fábrica encerrou e deixou de produzir desde 2006, tendo em stock ainda cerca de um milhão de peças que os atuais proprietários estão a tentar vender. Para o efeito, desde junho deste ano que abrem a loja um fim de semana por mês, até esgotar o stock. Este fim de semana, volta a abrir portas este sábado, dia 3, das 14h00 às 19h00 e no domingo, dia 4, das 10h00 às 13h00. Aproveite o fim de semana e passe por lá!  📸 Arquivo | @olharvianadocastelo

Viana do Castelo de Outros Tempos. Reconhece estes lugares?

Os anos passam, as paisagens e os lugares mudam. Estas fotografias antigas de Viana do Castelo mostram-nos como eram as ruas e as vistas de algumas zonas da cidade. A cidade transformou-se, cresceu, ganhou novos contornos. Consegue encontrar as diferenças? 

Igreja de S.Domingos em obras de conservação

Na igreja de S.Domingos, em Viana do Castelo, prosseguem as obras que visam a reabilitação do exterior nomeadamente, a substituição da cobertura e caixilharia do monumento. A intervenção na torre sineira está concluída. Este importante edifício religioso da cidade de Viana do Castelo, classificado como Monumento Nacional, foi mandado construir por São Bartolomeu dos Mártires, no século XVI. 📸 outubro 2026 | @olharvianadocastelo 📸 junho 2026 | @olharvianadocastelo 📸 abril 2026 | @olharvianadocastelo

Sabia que…?

Nas traseiras dos Antigos Paços do Concelho (Praça da República) existiu um edifício mandado construir por Manoel Mexia Galvão, no ano de 1698, e demolido por altura dos anos 50 do século XX? Fotografia mais recente, setembro 2026 | @olharvianadocastelo

“Fábrica de Louça da Meadela” a fazer história desde 1947

A fábrica de louça de Viana sedeada no Lugar do Cais Novo, na freguesia de Darque, Viana do Castelo, iniciou a sua produção de faiança no ano de 1774, vindo a encerrar em1855.  Só passados noventa e dois anos, em 1947, é que é fundada a Empresa de Cerâmica Regional Vianense, Lda., mais conhecida por Fábrica da Meadela, com o objectivo de retomar a tradição da cerâmica artística vianense.  Produzida em porcelana, distingue-se por ser totalmente pintada à mão e cozida a uma temperatura de 1400º, que lhe dá uma resistência que outras não possuem.  Tendo nos últimos anos adoptado a denominação de “Louça Regional de Viana”, produz peças não só decorativas mas também utilitárias e funcionais que podem ser utlizadas no dia a dia.  A louça regional utilitária e decorativa que esta fábrica produz baseia-se em três motivos distintos: motivos religiosos, florais e brasões de famílias antigas que tiveram a sua história na cidade de Viana. Produz igualmente reproduções ...