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São 86 os concorrentes com 135 propostas que concorrem ao “cartaz oficial” da Romaria d’Agonia em 2023

As propostas concorrentes a “cartaz oficial” da Romaria d´Agonia, em Viana do Castelo, mais do que duplicaram em 2023, acima de 130, oriundas de autores de Portugal, Brasil, Canadá e França, com o vencedor a ser revelado publicamente a 06 de junho.

“Em pouco mais de dois meses de concurso recebemos 135 propostas para escolhermos aquele que será o cartaz oficial da festa em 2023. É um interesse que continua a crescer, também fora do país, ao nível do número de propostas, afirma o diretor da VianaFestas, António Cruz.

O concurso público para seleção do cartaz oficial que levará a Romaria d’Agonia de 2023 a todo o mundo decorreu de 22 de fevereiro a 28 de abril, tendo a organização recebido propostas de 86 concorrentes.

“Este ano sugerimos que o cartaz expresse o espírito da Romaria e dos elementos que a caracterizem e temos agora o processo de escolha, até apresentarmos o vencedor, que acontecerá no dia 06 de junho, no Teatro Municipal Sá de Miranda, mas com transmissão em direto através das nossas páginas”, acrescenta António Cruz.

Este concurso, que em 2023 passou a ter um prémio pecuniário de 1.500 euros para o vencedor, é promovido desde 2011 pela Câmara Municipal de Viana do Castelo e pela VianaFestas, permitindo que cada concorrente pudesse submeter até duas propostas.

Além da escolha do vencedor do cartaz oficial, está também prevista a exposição, no mês de agosto, no posto de informação das festas, das cinco propostas finalistas do concurso, enquanto as restantes poderão ser visualizadas na página www.festasdagonia.com.

A Romaria d’Agonia vai realizar-se em 2023, pela primeira vez, em nove dias de festa, de 14 a 22 de agosto.

Na imagem: os cartazes vencedores nos últimos dez concursos (2013 a 2022).



MENSAGENS MAIS VISUALIZADAS NOS ÚLTIMOS 7 DIAS

Campo de girassóis chama a atenção em Carreço (Viana)

Um extenso campo de girassóis pinta de amarelo a paisagem na Veiga de Carreço (Viana do Castelo), junto à estrada Nacional 13. Para quem passa por ali é difícil ficar indiferente à imensidão de flores que encanta qualquer um. A beleza é tanta que não falta quem pare por alguns minutos para observar os girassóis e aproveite a paisagem como cenário para tirar algumas fotografias.

Viana do Castelo de Outros Tempos

Assim era a cidade em modo postal ilustrado.

Pela praia do Cabedelo…

Num simples passeio matinal pela praia do Cabedelo, em Darque, Viana do Castelo, cruzei-me, além de imensas gaivotas (o que é normal), com maçaricos-galegos e borrelhos-de-coleira-interrompida (que nidificam por ali). O borrelho-de-coleira-interrompida é uma ave de pequenas dimensões, cuja coloração é acastanhada por cima e branca por baixo, apresentando uma coleira incompleta. O seu ninho é uma pequena cova, nas dunas ou em pleno areal, e a cor dos ovos confunde-se com a cor da areia. Neste momento, estamos em plena época de nidificação do borrelho-de-coleira-interrompida (Charadrius alexandrinus). A estrutura que se vê na fotografia está a proteger um ninho: permite aos progenitores aceder ao seu Interior e evita a destruição dos ovos (por pisoteio, predadores ou limpezas mecânicas). 📸 13 maio 2026 | @olharvianadocastelo

Castelo de Santiago da Barra: esquecido, a precisar de intervenção

Classificado como imóvel de interesse público desde 1967, o Castelo ou Forte de Santiago da Barra, em Viana do Castelo, está há muito a precisar de uma intervenção. É lamentável que a um sítio tão importante na história da cidade não seja dada mais atenção. Independentemente da necessidade de uma reabilitação mais profunda, que tarda em acontecer, merece uma intervenção mais imediata, nomeadamente a remoção de vegetação das muralhas e limpeza do fosso (ver fotografias). 📸 12 maio 2026 | @olharvianadocastelo

Arte ou vandalismo?

Grafitar sem autorização não é arte, é vandalismo. Este comboio passou pela estação ferroviária de Viana do Castelo neste deprimente estado de degradação consequência do vandalismo que nada poupa. Para além de danificar o património coletivo, gera altos custos de limpeza. 📸 11 maio 2026 | @olharvianadocastelo